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          <title><![CDATA[Líquido & Certo - Escobar Advocacia]]></title>
          <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/</link>
		  <language>pt-br</language>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Ministério rejeita alíquotas diferenciadas de ICMS]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2497]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_332be159aaf5fd7523c7d0f3d8082677.jpg' alt='Ministério rejeita alíquotas diferenciadas de ICMS' />				O Minist&eacute;rio da Fazenda n&atilde;o aceitou a proposta dos governadores do Nordeste de estabelecer al&iacute;quotas diferenciadas para o Imposto sobre a Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os (ICMS) interestadual conforme o grau de desenvolvimento do estado, disse nesta ter&ccedil;a-feira (24) o secret&aacute;rio executivo da pasta, Nelson Barbosa. De acordo com ele, essa n&atilde;o &eacute; a forma ideal de acabar com a guerra fiscal.<br />
<br />
&ldquo;Repetimos o que dissemos aos governadores do Sul e do Sudeste na semana passada. O governo federal considera melhor uma al&iacute;quota unificada mais baixa [para o ICMS interestadual]&rdquo;, disse o secret&aacute;rio ap&oacute;s reuni&atilde;o com os governadores. A cobran&ccedil;a de al&iacute;quotas de 7% ou 2% de acordo com a renda per capita do estado havia sido sugerida pelo governador do Cear&aacute;, Cid Gomes, e ganhou o apoio dos demais governadores da regi&atilde;o, que se encontraram hoje (24) com o ministro da Fazenda, Guido Mantega.<br />
<br />
O secret&aacute;rio, no entanto, admitiu que a equipe econ&ocirc;mica est&aacute; aberta a analisar a cobran&ccedil;a de al&iacute;quotas diferenciadas de tributos federais conforme o grau de desenvolvimento do estado para incentivar o desenvolvimento das regi&otilde;es com menor renda per capita. &ldquo;Esse &eacute; um modelo usado em v&aacute;rios pa&iacute;ses desenvolvidos&rdquo;, explicou Barbosa, destacando que a diferen&ccedil;a, nesse caso, &eacute; que os incentivos fiscais s&atilde;o coordenados pelo governo federal ao n&atilde;o envolverem tributos estaduais como o ICMS.<br />
<br />
Segundo Barbosa, os governadores do Nordeste manifestaram preocupa&ccedil;&atilde;o com o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico. Atualmente, toda a arrecada&ccedil;&atilde;o do ICMS das compras feitas pela internet fica com o estado onde a p&aacute;gina na internet tem sede. Os estados da regi&atilde;o sugeriram um acordo de reparti&ccedil;&atilde;o do imposto, nos moldes do que ocorre com os autom&oacute;veis, cuja maior parte do imposto (55%) fica com os estados produtores e o restante (45%) com os estados consumidores.<br />
<br />
O secret&aacute;rio afirmou que o governo federal defende o acordo, mas ressaltou que primeiramente os estados precisam chegar a um consenso para definir a forma de distribui&ccedil;&atilde;o do ICMS. &ldquo;N&atilde;o nos interessa a concentra&ccedil;&atilde;o da arrecada&ccedil;&atilde;o em poucos centros de distribui&ccedil;&atilde;o [onde as p&aacute;ginas de internet t&ecirc;m domic&iacute;lio]. Agora, a distribui&ccedil;&atilde;o ideal tem de ser discutida pelos estados&rdquo;, disse.<br />
<br />
Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mudan&ccedil;a dos indexadores da d&iacute;vida dos estados, Barbosa voltou a afirmar que o governo federal admite discutir a quest&atilde;o, desde que haja o compromisso de que os demais itens da Lei de Responsabilidade Fiscal n&atilde;o sejam alterados. &ldquo;O ministro est&aacute; disposto a discutir, desde que apenas esse ponto da lei seja modificado. N&atilde;o queremos abrir precedente para que diversos artigos da lei sejam mudados&rdquo;, disse o secret&aacute;rio.<br />
<br />
Segundo ele, a equipe econ&ocirc;mica est&aacute; disposta a mudar apenas o indexador da d&iacute;vida que ainda n&atilde;o venceu, sem recalcular os d&eacute;bitos j&aacute; pagos pelos estados. Barbosa declarou que ainda n&atilde;o est&aacute; definido se o governo editar&aacute; uma medida provis&oacute;ria ou enviar&aacute; ao Congresso um projeto de lei complementar para alterar a forma de corre&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida: &ldquo;Cada jurista tem uma interpreta&ccedil;&atilde;o diferente sobre a forma jur&iacute;dica a ser usada&rdquo;.<br />
<br />
Sobre o fundo de desenvolvimento regional que compensar&aacute; os estados que perderem receita com a reforma tribut&aacute;ria, Barbosa disse que a quest&atilde;o somente poder&aacute; ser debatida ap&oacute;s o governo concluir os estudos sobre os preju&iacute;zos dos estados. Ele n&atilde;o informou uma data para o t&eacute;rmino dos trabalhos, apenas afirmou que ser&aacute; nas pr&oacute;ximas semanas.<br />
<br />
Fonte: NE10 - 24.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Minist&eacute;rio da Fazenda rejeita proposta de al&iacute;quotas diferenciadas de ICMS
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Tue, 24 May 2011 22:50:42 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Gramado tenta salvar marca Natal Luz ]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2496]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_ca3f2094bdf25f64f20e14b2874a2a96.JPG' alt='Gramado tenta salvar marca Natal Luz ' />				O impasse em torno do futuro do Natal Luz, envolvendo registro da marca e press&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico (MP) estadual para mudan&ccedil;a na gest&atilde;o sob alega&ccedil;&atilde;o de maior controle dos gastos, desceu a Serra e ganhou prolongamento estadual. O prefeito de Gramado, Nestor Tissot, liderou, na &uacute;ltima sexta-feira, um grupo que percorreu entidades, como a Ordem dos Advogados do Brasil no Estado (OAB-RS), em Porto Alegre, para apresentar manifesta&ccedil;&otilde;es contr&aacute;rias a mudan&ccedil;as e temendo preju&iacute;zos &agrave; programa&ccedil;&atilde;o que atrai mais de 1 milh&atilde;o de pessoas. O Natal Luz &eacute; o evento ga&uacute;cho de maior visibilidade no Pa&iacute;s. Devido &agrave; pol&ecirc;mica, estariam atrasadas as vendas de pacotes para as atra&ccedil;&otilde;es que come&ccedil;am ainda em novembro.<br />
<br />
O MP quer maior envolvimento do setor p&uacute;blico, retirando a organiza&ccedil;&atilde;o de uma empresa privada. A atitude surgiu porque haveria problemas na presta&ccedil;&atilde;o de contas. O &oacute;rg&atilde;o prop&ocirc;s recentemente a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que n&atilde;o foi aceito por Tissot. Em vez disso, a prefeitura repassou a administra&ccedil;&atilde;o &agrave; Associa&ccedil;&atilde;o Cultural Tur&iacute;stica de Gramado e a mais quatro conselhos. Claudio Lamachia, presidente de OAB-RS, disse que avaliar&aacute; o dossi&ecirc;-carta de Gramado, com mais de mil assinaturas, entregue pelo prefeito, e opinou que aposta em solu&ccedil;&atilde;o que evite preju&iacute;zos ao evento. &quot;O Natal Luz n&atilde;o &eacute; s&oacute; de Gramado, mas do Estado e do Brasil&quot;, justificou Lamachia.<br />
<br />
Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; marca, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; mais delicada. A cidade ga&uacute;cha tem at&eacute; julho para recorrer da decis&atilde;o do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) que derrubou o direito de uso de Natal Luz. O Inpi aceitou pedido de caducidade feito pela C&acirc;mara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Belo Horizonte. Propriet&aacute;ria exclusiva do nome desde 1996, Gramado poderia us&aacute;-lo at&eacute; 2016. A disputa teve in&iacute;cio em 2009, quando a CDL mineira ingressou com a solicita&ccedil;&atilde;o. Em outubro de 2010, a prefeitura gramadense foi acionada pelo instituto para comprovar o uso regular da marca. N&atilde;o se sabe exatamente se foi por falta de informa&ccedil;&otilde;es, perda de prazo, interpreta&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica ou por que a logomarca original havia sido alterada, mas o Inpi entendeu n&atilde;o haver comprova&ccedil;&atilde;o do uso, decretando o fim da utiliza&ccedil;&atilde;o em 10 de maio. Enquanto n&atilde;o for definido um novo dono, o t&iacute;tulo pode ser explorado por qualquer institui&ccedil;&atilde;o, desde que n&atilde;o lese uma terceira.<br />
<br />
Neste caso, tudo poder&aacute; acontecer: ambas cidades receberem o t&iacute;tulo, j&aacute; que est&atilde;o distantes geograficamente uma da outra, Gramado retomar o nome, pelo seu hist&oacute;rico de promo&ccedil;&atilde;o do evento, Belo Horizonte sair como vencedora, por ter um pedido anterior (2009, enquanto a nova solicita&ccedil;&atilde;o de Gramado dataria de 2011), ou ainda nenhuma cidade receber o direito. De acordo com o Inpi, tudo dependeria da avalia&ccedil;&atilde;o dos seus examinadores, e h&aacute; uma margem de interpreta&ccedil;&atilde;o. Paralelamente, corre no organismo outro pedido de Gramado, desde 26 de janeiro deste ano, alterando a logomarca do Natal Luz. A prefeitura atribui ao ingresso deste pedido a caducidade do anterior, mas, conforme as informa&ccedil;&otilde;es do Inpi, o novo pedido nem mesmo ser&aacute; avaliado caso Gramado n&atilde;o recupere a marca ap&oacute;s os 60 dias.<br />
<br />
Fonte: Jornal do Com&eacute;rcio (RS) - 23.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Gramado tenta salvar marca e realiza&ccedil;&atilde;o do Natal Luz
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Tue, 24 May 2011 10:22:15 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[INPI realiza capacitações em três Estados]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2495]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_831365d554e7d89d152cabc532279c09.jpg' alt='INPI realiza capacitações em três Estados' />				Na pr&oacute;xima semana, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) realizar&aacute; uma s&eacute;rie de atividades em tr&ecirc;s Estados (Mato Grosso, Goi&aacute;s e Pernambuco), com o objetivo de ampliar o conhecimento da sociedade sobre a propriedade intelectual.<br />
<br />
Nos dias 24 e 25 acontece, em Cuiab&aacute; (MT), o 7&ordm; Congresso Matogrossense de Propriedade Intelectual e Inova&ccedil;&atilde;o Tecnol&oacute;gica (Compiit), que trar&aacute; para discuss&atilde;o temas como a reestrutura&ccedil;&atilde;o do INPI e a import&acirc;ncia das patentes. O instituto ter&aacute; um balc&atilde;o no evento para tirar d&uacute;vidas sobre marcas e patentes. O N&uacute;cleo de Inova&ccedil;&atilde;o Tecnol&oacute;gica do IFMT &eacute; um dos parceiros do Compit.<br />
<br />
No dia 27 &eacute; a vez do Instituto Federal de Goi&aacute;s, em Goi&acirc;nia (GO), sediar a palestra sobre o mestrado profissional em propriedade intelectual e inova&ccedil;&atilde;o, oferecido pelo INPI. O palestrante ser&aacute; o doutor em ci&ecirc;ncias pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Eduardo Winter.<br />
<br />
A &uacute;ltima atividade do m&ecirc;s de maio acontecer&aacute; no dia 29 e se estende at&eacute; 1&deg; de junho, em Porto de Galinhas (PE). Trata-se do 55&ordm; Congresso Brasileiro de Cer&acirc;mica, ocasi&atilde;o em que o INPI realizar&aacute; um mini-curso sobre procedimentos envolvendo pedidos de patentes.<br />
<br />
Fonte: Olhar Direito - 22.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Tue, 24 May 2011 10:08:32 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[170 mil podem ser excluídos do Refis da Crise]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2494]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_060223cb014c3203a6ac1a88941e9744.jpg' alt='170 mil podem ser excluídos do Refis da Crise' />				A dois dias do fim do prazo para escolher os d&eacute;bitos que v&atilde;o entrar no parcelamento das d&iacute;vidas com a Uni&atilde;o, conhecido como Refis da Crise, 85,5% das pessoas f&iacute;sicas que aderiram ao programa n&atilde;o se manifestaram e podem ser exclu&iacute;das. At&eacute; esta segunda-feira (23/5), 174.145 pessoas f&iacute;sicas n&atilde;o haviam consolidado os d&eacute;bitos, de um total de 203.716 que entraram na renegocia&ccedil;&atilde;o em 2009. Quem n&atilde;o fizer a consolida&ccedil;&atilde;o ser&aacute; exclu&iacute;do do parcelamento, como informa a Ag&ecirc;ncia Brasil.<br />
<br />
Na etapa atual, o contribuinte indica os d&eacute;bitos que deseja parcelar para que a Receita ou a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional recalculem o valor das presta&ccedil;&otilde;es, de acordo com o tamanho da d&iacute;vida e o n&uacute;mero de meses escolhido para o parcelamento. O processo &eacute; feito nos sites da Receita e da PGFN.<br />
<br />
Todas as pessoas f&iacute;sicas que aderiram &agrave; renegocia&ccedil;&atilde;o e as empresas com d&iacute;vidas relativas a cr&eacute;ditos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dever&atilde;o fazer a renegocia&ccedil;&atilde;o at&eacute; esta quarta-feira (25/5). Nesse &uacute;ltimo caso, a d&iacute;vida foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal, que, depois de 20 anos de disputa judicial, entendeu que essas empresas aproveitaram indevidamente descontos do IPI referentes a mat&eacute;rias-primas isentas de impostos e ao cr&eacute;dito-pr&ecirc;mio para exporta&ccedil;&atilde;o. Segundo a Receita, 133 empresas ainda n&atilde;o fizeram a consolida&ccedil;&atilde;o de um total de 2.079.<br />
<br />
O Refis da Crise foi criado durante a crise econ&ocirc;mica em 2009. Com o programa, o governo permitiu que o parcelamento de quase todas as d&iacute;vidas com a Receita, relativas a tributos atrasados, e com a PGFN, relativas a d&eacute;bitos inscritos na d&iacute;vida ativa da Uni&atilde;o, em at&eacute; 180 meses, com desconto na multa e nos encargos.<br />
<br />
Essa renegocia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o abrangeu d&eacute;bitos vencidos ap&oacute;s 30 de novembro de 2008 ou inclu&iacute;dos no Simples Nacional. Aqueles que optaram pelo pagamento &agrave; vista tiveram perd&atilde;o de 100% das multas e dos encargos acrescidos &agrave; d&iacute;vida original.<br />
<br />
Os contribuintes puderam aderir &agrave; renegocia&ccedil;&atilde;o de agosto a novembro de 2009. Desde ent&atilde;o, pagam apenas a parcela m&iacute;nima de ades&atilde;o. Para pessoas f&iacute;sicas, o valor &eacute; R$ 50. Para pessoas jur&iacute;dicas, a presta&ccedil;&atilde;o &eacute; R$ 100. Quem havia parcelado os d&eacute;bitos em outros programas, como o Programa de Recupera&ccedil;&atilde;o Fiscal (Refis) e o Parcelamento Excepcional (Paex), paga 85% do valor da m&eacute;dia das presta&ccedil;&otilde;es anteriores.<br />
<br />
Haver&aacute; ainda mais dois per&iacute;odos de renegocia&ccedil;&atilde;o. De 7 a 30 de junho, a renegocia&ccedil;&atilde;o abrange as empresas submetidas a investiga&ccedil;&otilde;es pela Receita, al&eacute;m de empresas que declaram sobre o lucro presumido e tenham entregado a Declara&ccedil;&atilde;o de Informa&ccedil;&otilde;es Econ&ocirc;mico Fiscais da Pessoa Jur&iacute;dica (DIPJ) at&eacute; 30 de setembro de 2010. De 6 a 29 de julho, as demais empresas poder&atilde;o fazer a renegocia&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Em abril, as empresas que optaram por pagar &agrave; vista, com abatimento de preju&iacute;zos de anos anteriores, fizeram a consolida&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 23.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: 170 mil pessoas podem ser exclu&iacute;das do Refis da Crise
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Mon, 23 May 2011 21:54:17 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[TST penhora de cotas de fundo no lugar de dinheiro]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2493]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				Se, por um lado, a lei estabelece que a penhora de bens para garantir o cumprimento de decis&atilde;o judicial deve ser, preferencialmente, em dinheiro, por outro tamb&eacute;m prev&ecirc; que a execu&ccedil;&atilde;o deve se dar pelo modo menos gravoso para o devedor. Com essas considera&ccedil;&otilde;es, a Subse&ccedil;&atilde;o II Especializada em Diss&iacute;dios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho determinou a libera&ccedil;&atilde;o de valores em dinheiro da Prorevenda Promotora de Vendas e Presta&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os penhorados por ordem da 2&ordf; Vara do Trabalho de Jo&atilde;o Pessoa (PB) para pagamento de cr&eacute;ditos salariais devidos a ex-empregado da empresa.<br />
<br />
A relatora do Recurso Ordin&aacute;rio, ministra Maria de Assis Calsing, esclareceu que a SDI-2 j&aacute; firmou entendimento de que a determina&ccedil;&atilde;o da penhora em dinheiro, quando nomeados outros bens, fere direito l&iacute;quido e certo da parte. Isso porque o executado tem o direito de sofrer a execu&ccedil;&atilde;o do modo menos gravoso (S&uacute;mula 417, item III, do TST).<br />
<br />
A ministra ainda destacou que a d&uacute;vida sobre a propriedade do bem indicado pela empresa surgiu apenas no TRT. Na Vara do Trabalho, a imprestabilidade das cotas tinha sido declarada exclusivamente pelo enfoque da grada&ccedil;&atilde;o dos bens oferecidos &agrave; penhora. O TRT &eacute; que imp&ocirc;s a dificuldade em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; propriedade, quando se observa que n&atilde;o houve impugna&ccedil;&atilde;o do trabalhador nem o juiz da Vara questionou a aus&ecirc;ncia de comprova&ccedil;&atilde;o da titularidade.<br />
<br />
No mais, destacou a ministra Calsing, como a execu&ccedil;&atilde;o nos autos &eacute; provis&oacute;ria (depende da aprecia&ccedil;&atilde;o de um agravo de instrumento), era preciso dar provimento ao Recurso Ordin&aacute;rio para conceder a seguran&ccedil;a e, por consequ&ecirc;ncia, determinar a libera&ccedil;&atilde;o do dinheiro penhorado.<br />
<br />
Como o processo est&aacute; em fase de execu&ccedil;&atilde;o provis&oacute;ria e a parte tinha oferecido outro bem &agrave; penhora (cotas de fundo de investimento de propriedade da empresa), a SDI-2 concluiu que n&atilde;o havia justificativa para manter a penhora em dinheiro. J&aacute; o Tribunal Regional do Trabalho da 23&ordf; Regi&atilde;o (PB) tinha indeferido o Mandado de Seguran&ccedil;a apresentado pela empresa, por entender que n&atilde;o havia a certeza de que o bem indicado (as cotas) possu&iacute;a a liquidez necess&aacute;ria ou era de propriedade do devedor.<br />
<br />
No TST, a empresa alegou que o ato do juiz que negou a indica&ccedil;&atilde;o das cotas de fundo de investimento de sua propriedade e determinou a penhora em dinheiro desrespeitou o comando do CPC, uma vez que as aplica&ccedil;&otilde;es financeiras equivalem a dinheiro e possuem liquidez imediata. A decis&atilde;o da relatora foi acompanhada, por unanimidade, pelos demais ministros. <br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 23.05.2011
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 23 May 2011 21:52:03 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[TST cancela venda de imóvel penhorado]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2492]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_a498ef26e0c5f643221fd18048579a46.jpg' alt='TST cancela venda de imóvel penhorado' />				Quando a a&ccedil;&atilde;o trabalhista &eacute; ajuizada contra um empres&aacute;rio, seus bens podem ser penhorados. Ainda que ele tente vender o bem antes do registro no cart&oacute;rio sobre a restri&ccedil;&atilde;o. Com esse entendimento, a 1&ordf; Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve decis&atilde;o que declarou a inefic&aacute;cia da venda de um bem penhorado, por verificar evidente fraude &agrave; execu&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
O ministro Lelio Bentes Corr&ecirc;a, relator do processo na Turma, destacou que a decis&atilde;o do TRT fundamentou-se no artigo 1.245 do C&oacute;digo Civil, segundo o qual a transfer&ecirc;ncia da propriedade se d&aacute; com o registro do t&iacute;tulo translativo no Registro de Im&oacute;veis. A mat&eacute;ria, portanto, tem car&aacute;ter infraconstitucional. A a admiss&atilde;o de recurso em fase de execu&ccedil;&atilde;o exige a demonstra&ccedil;&atilde;o inequ&iacute;voca de viola&ccedil;&atilde;o direta de dispositivo da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal (artigo 896, par&aacute;grafo 2&ordm; da CLT e S&uacute;mula 266 do TST).<br />
<br />
O comprador do im&oacute;vel (terceiro embargante) sustentou que, na &eacute;poca da aquisi&ccedil;&atilde;o do bem, n&atilde;o havia sido ajuizada a reclama&ccedil;&atilde;o trabalhista contra o executado. Alegou, ainda, ser tamb&eacute;m de boa-f&eacute; o novo comprador a quem repassou o im&oacute;vel. Com base nesses fundamentos, entre outros, contestou a penhora.<br />
<br />
O Tribunal Regional do Trabalho da 3&ordf; Regi&atilde;o, ao examinar o caso, afirmou que a reclama&ccedil;&atilde;o trabalhista que resultou na execu&ccedil;&atilde;o e na penhora do im&oacute;vel foi protocolizada em 29/4/1999, e o registro no Cart&oacute;rio de Registros e Im&oacute;veis, requisito legal de comprova&ccedil;&atilde;o da propriedade do bem, s&oacute; foi efetuado em 18/6/1999. O Regional entendeu que a inten&ccedil;&atilde;o do devedor de desfazer-se de seus bens era clara, pois, sabedor de futuros problemas de execu&ccedil;&otilde;es trabalhistas, dois meses antes do ajuizamento da a&ccedil;&atilde;o ele j&aacute; estava providenciando a aliena&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel por meio do contrato particular de compra e venda assinado em fevereiro daquele ano.<br />
<br />
Entretanto, como assinalou o TRT, esse tipo de contrato s&oacute; tem valor jur&iacute;dico entre as partes contratantes, e n&atilde;o pode afetar cr&eacute;ditos alimentares de terceiros, no caso o trabalhador, credor na a&ccedil;&atilde;o principal. Quando da protocoliza&ccedil;&atilde;o da a&ccedil;&atilde;o reclamat&oacute;ria, portanto, o propriet&aacute;rio original continuava oficialmente como dono do im&oacute;vel. O TRT-3 decidiu, ent&atilde;o, manter a penhora do bem.<br />
<br />
Embora o comprador tenha alegado ter agido de boa-f&eacute; ao comprar o im&oacute;vel, a Turma alinhou-se &agrave;s raz&otilde;es do TRT-3 no sentido da nulidade da transa&ccedil;&atilde;o. <br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 23.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Mon, 23 May 2011 21:49:56 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Hotel paga direitos autorais por TVs nos quartos]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2491]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_6eecae4c7f27613cee33be448a9f489d.jpg' alt='Hotel paga direitos autorais por TVs nos quartos' />				Hot&eacute;is que tenham r&aacute;dios, televis&otilde;es ou aparelhos semelhantes instalados em seus quartos devem recolher direitos autorais para o Escrit&oacute;rio Central de Arrecada&ccedil;&atilde;o e Distribui&ccedil;&atilde;o (Ecad). O entendimento foi adotado pela maioria dos ministros da Segunda Se&ccedil;&atilde;o em recurso movido pelo Ecad contra um hotel de Porto Alegre (RS). <br />
<br />
O hotel prop&ocirc;s a&ccedil;&atilde;o de declara&ccedil;&atilde;o de inexist&ecirc;ncia de d&eacute;bito com o Ecad, ap&oacute;s se recusar a pagar boletos banc&aacute;rios emitidos pela entidade. A 6&ordf; Vara C&iacute;vel da Comarca de Porto Alegre negou o pedido, considerando que, segundo o artigo 29 da Lei n. 9.610/1998, a instala&ccedil;&atilde;o de r&aacute;dio-rel&oacute;gio e televis&atilde;o nos quartos de hotel sujeitaria o estabelecimento ao pagamento de direitos autorais. <br />
<br />
O hotel apelou e o Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio Grande do Sul (TJRS) considerou que, como as transmiss&otilde;es n&atilde;o ocorreram em &aacute;reas comuns do hotel, mas nos quartos, o Ecad n&atilde;o faria jus aos direitos autorais. O Tribunal ga&uacute;cho considerou que o estabelecimento n&atilde;o saberia sequer quais esta&ccedil;&otilde;es ou m&uacute;sicas eram sintonizadas, n&atilde;o sendo configurada a usurpa&ccedil;&atilde;o de direito autoral. <br />
<br />
No recurso ao STJ, a defesa do Ecad afirmou que os quartos de hotel seriam locais de frequ&ecirc;ncia coletiva e que a cobran&ccedil;a pelos direitos autorais n&atilde;o seria obstada pelo fato de o aparelho de radiodifus&atilde;o permanecer &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do cliente para que o ligue ou desligue, j&aacute; que &eacute; concedida ao h&oacute;spede a op&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m observou que a exist&ecirc;ncia de r&aacute;dio e tev&ecirc; auxiliam o hotel a captar clientela e a melhorar a classifica&ccedil;&atilde;o do estabelecimento (obten&ccedil;&atilde;o de estrelas). Por sua vez, o hotel alegou que quartos n&atilde;o s&atilde;o considerados locais de frequ&ecirc;ncia coletiva, mas de uso exclusivo dos h&oacute;spedes. <br />
<br />
No seu voto, o ministro Sidnei Beneti, relator do processo, destacou que a Lei n. 9.610/98 mudou o entendimento sobre cobran&ccedil;as realizadas pelo Ecad. Anteriormente &agrave; lei, vigia a regra de que &ldquo;a utiliza&ccedil;&atilde;o de r&aacute;dios receptores dentro de quartos de hot&eacute;is n&atilde;o configurava execu&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica das obras, mas sim execu&ccedil;&atilde;o de car&aacute;ter privado&rdquo;, o que tornava indevido o pagamento (Lei n. 5.988/1973). <br />
<br />
A partir da nova lei, o STJ passou &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o de ser devido o pagamento em raz&atilde;o de os hot&eacute;is serem considerados locais de frequ&ecirc;ncia coletiva. Por isso, a execu&ccedil;&atilde;o de obras em tais locais caracterizou-se como execu&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica. <br />
<br />
Beneti considerou que disponibilizar r&aacute;dios e tev&ecirc;s aumenta a possibilidade de o estabelecimento captar clientes, mesmo que estes n&atilde;o fa&ccedil;am uso dos aparelhos. &ldquo;A disponibiliza&ccedil;&atilde;o de aparelhos de r&aacute;dio e televis&atilde;o nos quartos de hot&eacute;is, meios de hospedagem, integra e incrementa o conjunto de servi&ccedil;os oferecidos pelos estabelecimentos, com a explora&ccedil;&atilde;o das obras art&iacute;sticas, ainda que n&atilde;o utilizados tais servi&ccedil;os por todos os h&oacute;spedes&rdquo;, afirmou. <br />
<br />
O ministro tamb&eacute;m observou que, apesar de o artigo 23 da Lei n. 11.771/2008 considerar os quartos como unidades de frequ&ecirc;ncia individual, a an&aacute;lise deste caso se limita &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o anterior &agrave; esta lei. Com essa fundamenta&ccedil;&atilde;o, a Se&ccedil;&atilde;o declarou a obrigatoriedade do pagamento dos boletos do Ecad. Divergiu o desembargador convocado Vasco Della Giustina.<br />
<br />
Fonte: Not&iacute;cias STJ - 23.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Hot&eacute;is devem pagar direitos autorais quando tiverem tev&ecirc; ou r&aacute;dio nos quartos
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Mon, 23 May 2011 16:18:57 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Governo publica MP que isenta tablets]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2490]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_3ffb42a3af2106358632437d97163a7c.jpg' alt='Governo publica MP que isenta tablets' />				O Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o publica hoje (23) a medida provis&oacute;ria que inclui os computadores port&aacute;teis do tipo prancheta, conhecidos como tablets, na mesma categoria dos computadores convencionais e notebooks.<br />
<br />
A medida desonera o produto da incid&ecirc;ncia do PIS/Cofins. Com isso, o pre&ccedil;o dos tablets produzidos no Brasil poder&aacute; ficar mais baixo na compara&ccedil;&atilde;o com o similar importado. A regulamenta&ccedil;&atilde;o era aguardada pela iniciativa privada para a produ&ccedil;&atilde;o dos equipamentos no Brasil.<br />
<br />
A MP publicada hoje altera o Artigo 28 da Lei 11.196, de 21 de novembro de 2005, conhecida como Lei do Bem, por consolidar incentivos fiscais &agrave;s empresas que promovem pesquisa e desenvolvimento tecnol&oacute;gicos.<br />
<br />
A MP determina tamb&eacute;m que nas notas fiscais emitidas pelo produtor, pelo atacadista e pelo varejista, referentes &agrave; venda desses produtos, dever&aacute; constar a express&atilde;o &quot;produto fabricado conforme processo produtivo b&aacute;sico&quot;.<br />
<br />
De acordo com o governo, o pr&oacute;ximo passo ser&aacute; a publica&ccedil;&atilde;o de uma portaria incluindo os tablets no Processo Produtivo B&aacute;sico, o que possibilitar&aacute; a redu&ccedil;&atilde;o do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).<br />
<br />
Fonte: Di&aacute;rio de Pernambuco.com - 23.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Governo publica MP que isenta de impostos tablets produzidos no Brasil
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Mon, 23 May 2011 10:16:12 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Peixe Urbano é acusado de violar marca registrada]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2489]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_007018f5164e03d4972db7193e82ad80.jpg' alt='Peixe Urbano é acusado de violar marca registrada' />				A empresa Marietta Sandu&iacute;ches Leves entrou com a&ccedil;&atilde;o por danos materiais e morais contra o site de compras coletivas Peixe Urbano e contra a Marietta Pizzaria. Segundo o autor do pedido, o site e o outro estabelecimento, de forma enganosa, veicularam promo&ccedil;&atilde;o que prometia a entrega de pizzas na cidade de Belo Horizonte. No entanto, a pizzaria, al&eacute;m de n&atilde;o ter estrutura para dar conta dos sete mil cupons vendidos, teria se aproveitado da conhecida marca da rede de lanchonetes para vender as pizzas.<br />
<br />
O caso tramita na 3&ordf; Vara C&iacute;vel da capital mineira. Em decis&atilde;o liminar, o juiz Raimundo Messias J&uacute;nior determinou que a empresa e o dono da marca Marietta Pizzaria sejam proibidos de utilizar a express&atilde;o Marietta para comercializa&ccedil;&atilde;o de seus produtos, sob pena de multa di&aacute;ria de R$ 10 mil. As quest&otilde;es relacionadas &agrave; poss&iacute;vel indeniza&ccedil;&atilde;o ainda ser&atilde;o apreciadas.<br />
<br />
Segundo o advogado que cuida do caso, o especialista em Direito de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o, Alexandre Atheniense, a a&ccedil;&atilde;o tem como objetivo &quot;obrigar os r&eacute;us a cessarem definitivamente a pr&aacute;tica il&iacute;cita de viola&ccedil;&atilde;o de marca registrada e de concorr&ecirc;ncia desleal, atrav&eacute;s da utiliza&ccedil;&atilde;o indevida da marca Marietta, bem como indeniza&ccedil;&atilde;o por danos morais e materiais pelos danos causados&quot;.<br />
<br />
Para a defesa da lanchonete, a pizzaria tentou aplicar um golpe. &quot;&Eacute; n&iacute;tido e conden&aacute;vel o intuito de se aproveitar do renome da marca e dos conceituados servi&ccedil;os prestados, induzindo o p&uacute;blico consumidor a erro e praticando concorr&ecirc;ncia desleal&quot;, explica.<br />
<br />
Ele tamb&eacute;m criticou o posicionamento do site. &quot;Mesmo tendo sido alertados pelos propriet&aacute;rios da Marietta Sandu&iacute;ches Leves, no momento em que estes tiveram conhecimento dos atos il&iacute;citos praticados, o site de compras coletivas n&atilde;o tomou qualquer provid&ecirc;ncia para cessar a oferta ou alertar os consumidores lesados no golpe&quot;, diz.<br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 20.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Sun, 22 May 2011 16:26:59 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Projeto quer obrigar comprovação de uso de marca]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2488]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_00971262dceb38b06028ae1fc03706bc.jpg' alt='Projeto quer obrigar comprovação de uso de marca' />				Os detentores de marcas registradas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) poder&atilde;o ser obrigados a demonstrar seu uso, conforme projeto aprovado nesta ter&ccedil;a-feira (17) pela Comiss&atilde;o de Assuntos Econ&ocirc;micos (CAE). De autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), o PLS 194/10 ainda ir&aacute; a decis&atilde;o terminativaDecis&atilde;o terminativa &eacute; aquela tomada por uma comiss&atilde;o, com valor de uma decis&atilde;o do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto n&atilde;o vai a Plen&aacute;rio: dependendo do tipo de mat&eacute;ria e do resultado da vota&ccedil;&atilde;o, ele &eacute; enviado diretamente &agrave; C&acirc;mara dos Deputados, encaminhado &agrave; san&ccedil;&atilde;o, promulgado ou arquivado. Ele somente ser&aacute; votado pelo Plen&aacute;rio do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado &agrave; Mesa. Ap&oacute;s a vota&ccedil;&atilde;o do parecer da comiss&atilde;o, o prazo para a interposi&ccedil;&atilde;o de recurso para a aprecia&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria no Plen&aacute;rio do Senado &eacute; de cinco dias &uacute;teis. na Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o, Justi&ccedil;a e Cidadania.<br />
<br />
Substitutivo apresentado pela senadora Ana Am&eacute;lia Lemos (PP-RS) e aprovado pela CAE fixa dois momentos em que se dever&aacute; fazer essa comprova&ccedil;&atilde;o de uso da marca: dois anos ap&oacute;s a concess&atilde;o do certificado de registro e no &uacute;ltimo ano da vig&ecirc;ncia do prazo decenal, em caso de pedido de prorroga&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Na justifica&ccedil;&atilde;o do projeto, Raupp disse que o INPI tem em seus arquivos marcas que nunca foram e provavelmente jamais ser&atilde;o utilizadas. O fato, em sua avalia&ccedil;&atilde;o, prejudica outros empreendedores eventualmente interessados em us&aacute;-las.<br />
<br />
Fonte: Djalba Lima - Ag&ecirc;ncia Senado - 17.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Detentor de marca registrada pode ser obrigado a comprovar seu uso
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Thu, 19 May 2011 19:18:55 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[STJ aplica Lei de Falências em ação de 2003]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2487]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				Em homenagem ao princ&iacute;pio da preserva&ccedil;&atilde;o da empresa, &eacute; poss&iacute;vel ser recha&ccedil;ado o pedido de fal&ecirc;ncia como substitutivo de a&ccedil;&atilde;o de cobran&ccedil;a de quantia &iacute;nfima, ainda que o ajuizamento tenha ocorrido em data anterior &agrave; nova Lei de Fal&ecirc;ncia e Recupera&ccedil;&atilde;o de Empresas (Lei 11.101/2005). A decis&atilde;o &eacute; da 4&ordf; Turma do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a. Para os ministros, uma vez n&atilde;o caracterizada situa&ccedil;&atilde;o de insolv&ecirc;ncia, deve-se prestigiar a continuidade das atividades comerciais.<br />
<br />
Os ministros destacaram que o pedido de quebra contra a empresa devedora foi baseado em um d&eacute;bito de pouco menos de R$ 3 mil. De acordo com o entendimento do STJ, &ldquo;ap&oacute;s a Nova Lei de Fal&ecirc;ncias, n&atilde;o se decreta a fal&ecirc;ncia fundada em cr&eacute;dito inferior a 40 sal&aacute;rios m&iacute;nimos da data do pedido de fal&ecirc;ncia&rdquo;.<br />
<br />
No julgamento, a Turma reconheceu que o pedido foi feito ainda sob a vig&ecirc;ncia da antiga Lei de Fal&ecirc;ncias (Decreto-Lei 7.661/1945), que ainda n&atilde;o tinha um valor m&iacute;nimo estabelecido para o pedido de fal&ecirc;ncia. No entanto, para os ministros, a regra da lei revogada deve ser interpretada &agrave; luz dos crit&eacute;rios que levaram &agrave; edi&ccedil;&atilde;o da nova lei, entre os quais o princ&iacute;pio da preserva&ccedil;&atilde;o da empresa.<br />
<br />
De acordo com os autos, uma empresa formulou o pedido de fal&ecirc;ncia em face de uma microempresa, em raz&atilde;o de inadimplemento contratual, isto &eacute;, a falta de pagamento de suposto cr&eacute;dito de R$ 2,9 mil, valor apurado em outubro de 2003.<br />
<br />
Em primeiro grau, o pedido foi julgado improcedente, ao fundamento de que a lei em vigor exige, para o decreto de quebra, &ldquo;a impontualidade do devedor e a situa&ccedil;&atilde;o de insolv&ecirc;ncia do mesmo&rdquo;. No caso, n&atilde;o foi verificado o segundo requisito. Ao julgar a apela&ccedil;&atilde;o, o Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo manteve a decis&atilde;o. A empresa credora recorreu. O STJ negou o pedido.<br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico- 19.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Thu, 19 May 2011 17:42:25 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Incluir ICMS na própria base é constitucional]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2486]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_72acc7be176a4909c1889e81c03109d3.jpg' alt='Incluir ICMS na própria base é constitucional' />				O plen&aacute;rio do SFT ratificou, ontem, 18, por maioria de votos, jurisprud&ecirc;ncia firmada em 1999, no julgamento do RExt 212209, no sentido de que &eacute; constitucional a inclus&atilde;o do valor do ICMS na sua pr&oacute;pria base de c&aacute;lculo.<br />
<br />
A decis&atilde;o foi tomada no julgamento do RExt 582461, interposto pela empresa Jaguary Engenharia, Minera&ccedil;&atilde;o e Com&eacute;rcio Ltda. contra decis&atilde;o do TJ/SP, que entendeu que a inclus&atilde;o do valor do ICMS na pr&oacute;pria base de c&aacute;lculo do tributo &ndash; tamb&eacute;m denominado &quot;c&aacute;lculo por dentro&quot; &ndash; n&atilde;o configura dupla tributa&ccedil;&atilde;o nem afronta o princ&iacute;pio constitucional da n&atilde;o cumulatividade.<br />
<br />
No caso espec&iacute;fico, a empresa contestava a aplica&ccedil;&atilde;o, pelo governo de SP, do disposto no art. 33 da lei paulista 6.374/89, segundo o qual o montante do ICMS integra sua pr&oacute;pria base de c&aacute;lculo.<br />
<br />
S&uacute;mula - Em 23/9/09, o plen&aacute;rio do STF reconheceu repercuss&atilde;o geral &agrave; mat&eacute;ria suscitada no RExt. Ap&oacute;s a decis&atilde;o do RExt, o presidente da Corte, ministro Cezar Peluso, prop&ocirc;s que fosse editada uma s&uacute;mula vinculante para orientar as demais cortes nas futuras decis&otilde;es de mat&eacute;ria an&aacute;loga. Assim, uma comiss&atilde;o da Corte vai elaborar o texto da s&uacute;mula para ser posteriormente submetido ao plen&aacute;rio.<br />
<br />
O caso - A decis&atilde;o da Justi&ccedil;a paulista afastou a alega&ccedil;&atilde;o da empresa de que o art. 13, par&aacute;grafo 1&ordm;, da LC 87/96 (que prev&ecirc; a inclus&atilde;o do valor do ICMS na sua pr&oacute;pria base de c&aacute;lculo), bem como o art. 33 da lei paulista 6.374/89, no mesmo sentido, conflitariam com a CF/88 no que diz caber a LC definir os fatos geradores, bases de c&aacute;lculo e contribuintes dos impostos.<br />
<br />
Considerou leg&iacute;tima, ainda, a aplica&ccedil;&atilde;o da taxa Selic e da multa de 20% sobre o valor do imposto corrigido. Decis&otilde;es essas tamb&eacute;m ratificadas pela Suprema Corte.<br />
<br />
A empresa alegou, no recurso, que a inclus&atilde;o do montante do imposto na pr&oacute;pria base de c&aacute;lculo configura bis in idem (duplicidade) vedado pela CF/88. Tamb&eacute;m segundo ela seria inconstitucional o emprego da taxa Selic para fins tribut&aacute;rios e a multa morat&oacute;ria fixada em 20% sobre o valor do d&eacute;bito teria natureza confiscat&oacute;ria e afrontaria o princ&iacute;pio da capacidade contributiva.<br />
<br />
Decis&atilde;o - Depois de procuradores do Estado de SP e da Fazenda Nacional, que integram o recurso na qualidade de amicus curiae (amigo da corte), defenderem a legalidade da cobran&ccedil;a nos termos decididos pelo TJ/SP, o relator, ministro Gilmar Mendes, pronunciou-se no mesmo sentido.<br />
<br />
Al&eacute;m da inclus&atilde;o do tributo na base de c&aacute;lculo, prevista na LC 87/96, eles sustentaram que a aplica&ccedil;&atilde;o da Selic n&atilde;o constitui tributo nem corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria, sendo uma mera taxa de juros, cujo montante n&atilde;o excede a 1%. Quanto &agrave; multa de 20%, consideraram que essa n&atilde;o viola o princ&iacute;pio da razoabilidade tampouco &eacute; confiscat&oacute;ria. No dizer do ministro Gilmar Mendes, ela tem o objetivo de desestimular o n&atilde;o cumprimento de obriga&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria, portanto &eacute; justa.<br />
<br />
No caso, conforme esclareceu o ministro, n&atilde;o se trata de multa punitiva, que pode ser muito superior e tem natureza jur&iacute;dica distinta, sendo aplicada em casos de atos il&iacute;citos no descumprimento de obriga&ccedil;&atilde;o fiscal acess&oacute;ria, dependendo seu montante da tipicidade estrita do il&iacute;cito.<br />
<br />
O ministro Gilmar Mendes citou diversos outros precedentes, al&eacute;m do RExt 212209, que teve como redator para o ac&oacute;rd&atilde;o o ministro Nelson Jobim (aposentado) e &eacute; o leading case (caso paradigma) nesse assunto. E, entre os precedentes que consideraram constitucional a aplica&ccedil;&atilde;o de multa de 20%, relacionou os RExt's 239964 e 220284 , relatados, respectivamente, pela ministra Ellen Gracie e pelo ministro Moreira Alves (aposentado).<br />
<br />
Discord&acirc;ncias - Os ministros Marco Aur&eacute;lio e Celso de Mello foram votos vencidos, dando provimento ao recurso extraordin&aacute;rio interposto pela Jaguary Engenharia, Minera&ccedil;&atilde;o e Com&eacute;rcio Ltda. Eles entenderam que a inclus&atilde;o do pr&oacute;prio ICMS em sua base de c&aacute;lculo representa, sim, dupla tributa&ccedil;&atilde;o e contraria o esp&iacute;rito da CF/88, no que estabeleceu os princ&iacute;pios que devem nortear o legislador na fixa&ccedil;&atilde;o dos respectivos tributos.<br />
<br />
O ministro Marco Aur&eacute;lio lembrou que, dos atuais integrantes do STF, ele foi o &uacute;nico que participou do julgamento do RExt 212209, em 1999, e disse que a Corte, em sua atual composi&ccedil;&atilde;o, teria a oportunidade de mudar a jurisprud&ecirc;ncia ent&atilde;o firmada. No entender dele, essa inclus&atilde;o do valor do ICMS em sua base de c&aacute;lculo, via lei complementar, &quot;foi engendrada por uma via indireta&quot; para majorar o tributo. Isto porque o fisco passou a exigir do vendedor, n&atilde;o o valor da al&iacute;quota sobre o neg&oacute;cio, mas o somat&oacute;rio da base de c&aacute;lculo e do valor do pr&oacute;prio tributo.<br />
<br />
Segundo o ministro Marco Aur&eacute;lio, esta exce&ccedil;&atilde;o no caso do ICMS abre um precedente para se aplicar a mesma sistem&aacute;tica tamb&eacute;m a outros impostos, como o de renda, por exemplo. Para o ministro Gilmar Mendes, entretanto, ao incluir o ICMS em sua base de c&aacute;lculo, o legislador visou realmente uma majora&ccedil;&atilde;o do tributo, sendo completamente transparente. Tanto que, segundo ele, essa inclus&atilde;o majora o tributo em 11,11%.<br />
<br />
Tamb&eacute;m voto discordante, o ministro Celso de Mello lembrou que tem decidido em sintonia com a jurisprud&ecirc;ncia da Corte, mas que entende que esta inclus&atilde;o do pr&oacute;prio ICMS em sua base de c&aacute;lculo &eacute; incompat&iacute;vel com o ordenamento constitucional, ao incluir &quot;valores estranhos &agrave; materialidade da incid&ecirc;ncia do ICMS&quot;.<br />
<br />
Segundo o ministro Celso de Mello, a CF n&atilde;o cria tributos. Isto cabe ao legislador comum. Ao estabelecer o sistema tribut&aacute;rio, a Carta Constitucional apenas disp&otilde;e sobre as regras para as pessoas pol&iacute;ticas (os Legislativos) regulamentarem a mat&eacute;ria. E estas, ao incluir o ICMS na sua base de c&aacute;lculo, contrariaram o disposto no art. 155, inciso I da CF/88, que prev&ecirc; a n&atilde;o cumulatividade do tributo. Tanto ele quanto o ministro Marco Aur&eacute;lio entendem, tamb&eacute;m, que a cobran&ccedil;a da multa de 20% constitui confisco, vedado pelo art. 150, inciso IV, da CF/88.<br />
<br />
Fonte: Migalhas - 19.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: STF julga constitucional inclus&atilde;o do ICMS na sua pr&oacute;pria base de c&aacute;lculo
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Thu, 19 May 2011 17:36:24 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[OAB-RO barra lei estadual sobre compras pela web]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2485]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_78b4fa6c4146ef41962d8cc813f10552.jpg' alt='OAB-RO barra lei estadual sobre compras pela web' />				A Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Rond&ocirc;nia obteve liminar contra a cobran&ccedil;a de ICMS (Imposto sobre circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os) nas compras pela internet imposta pelo Governo do Estado por meio do Decreto 15.846, do Poder Executivo do Estado. A Presid&ecirc;ncia do Tribunal de Justi&ccedil;a de Rond&ocirc;nia (TJ-RO) concedeu liminar em a&ccedil;&atilde;o Direta de Inconstitucionalidade (Adin) por meio da qual a OAB-RO contestou a cobran&ccedil;a.<br />
<br />
No entendimento da OAB-RO, a medida beneficia toda sociedade rondoniense, uma vez que, segundo ele, o decreto - que obriga a reten&ccedil;&atilde;o de ICMS entre 7% e 12% nos produtos adquiridos pela internet e telemarketing - almeja a tributa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o apenas na entrada de mercadorias, mas no ingresso de bens, extrapolando as balizas constitucionais acerca do aspecto material da hip&oacute;tese de incid&ecirc;ncia tribut&aacute;ria do imposto estadual. O Conselho Federal da OAB tamb&eacute;m est&aacute; questionado decretos dessa natureza, j&aacute; tendo ingressado com Adins junto ao Supremo Tribunal Federal com rela&ccedil;&atilde;o a decretos do Cear&aacute; e Mato Grosso.<br />
<br />
Fonte: Conselho Federal da OAB - 19.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: OAB-RO ganha liminar contra cobran&ccedil;a de ICMS nas compras pela web
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Thu, 19 May 2011 11:22:25 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Supermercado é condenado a indenizar por feriados]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2484]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_f314822f3d5f727ff8c15492f8f8020f.jpg' alt='Supermercado é condenado a indenizar por feriados' />				Por n&atilde;o respeitar o que foi acordado em conven&ccedil;&atilde;o coletiva da categoria, o Enxuto Supermercados dever&aacute; pagar indeniza&ccedil;&atilde;o por feriados trabalhados. A empresa foi condenada por dano moral coletivo no valor de R$ 50 mil, mais multa de R$ 800 por empregado. No &uacute;ltimo julgamento do processo, os ministros da 8&ordf; Turma do Tribunal Superior do Trabalho n&atilde;o conheceram do recurso da empresa e mantiveram decis&otilde;es de primeiro e segundo graus que condenaram o supermercado.<br />
<br />
Ao analisar o recurso, o ministro Carlos Alberto Reis de Paula, relator na 8&ordf; Turma do TST, n&atilde;o concordou com os argumentos de que o dano moral tem natureza &ldquo;personal&iacute;ssima&rdquo; e, por isso, n&atilde;o poderia ser coletivo, como no caso da condena&ccedil;&atilde;o do processo. &ldquo;A repara&ccedil;&atilde;o civil pleiteada pelo Sindicato-autor demanda ofensa a direitos coletivos, o que, de fato, ocorreu no caso em tela&rdquo;, ressaltou o ministro.<br />
<br />
A A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica foi ajuizada pelo Sindicato dos Empregados do Com&eacute;rcio de Campinas, Paul&iacute;nia e Valinhos (munic&iacute;pios de S&atilde;o Paulo) contra o trabalho nos feriados impostos pelo supermercado fora da norma coletiva. O juiz de primeiro grau determinou o pagamento da indeniza&ccedil;&atilde;o, destinada ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), e da multa individual para cada trabalhador.<br />
<br />
O supermercado recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho de Campinas. A segunda inst&acirc;ncia confirmou a condena&ccedil;&atilde;o anterior. Para o Regional, a exist&ecirc;ncia do dano moral estava configurada. A empresa &ldquo;n&atilde;o demonstrou somente o desrespeito aos direitos trabalhistas de um determinado empregado, mas sim &agrave; coletividade dos que lhe prestam servi&ccedil;os, bem como o seu desapre&ccedil;o com a sua categoria&rdquo;, registrou o ac&oacute;rd&atilde;o regional.<br />
<br />
A condena&ccedil;&atilde;o, para o TRT-15, estaria de acordo com princ&iacute;pios como o da dignidade da pessoa humana e do valor social do trabalho, previstos no artigo 1&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, e dos artigos 170, que disp&otilde;e que a ordem econ&ocirc;mica encontra apoio na valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho, e 193, &ldquo;que consagra que a ordem social est&aacute; fundada no primado do trabalho&rdquo;.<br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 17.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Tue, 17 May 2011 22:46:25 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Vitórias do fisco geram R$ 567 bilhões ao erário]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2483]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_47a843bf354c82e36bbce8723ff7fdad.jpg' alt='Vitórias do fisco geram R$ 567 bilhões ao erário' />				A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, respons&aacute;vel pela cobran&ccedil;a de devedores do fisco federal, divulgou nesta semana o balan&ccedil;o de suas atividades em 2010. De acordo com relat&oacute;rio publicado nesta ter&ccedil;a-feira (3/5) em seu site, o &oacute;rg&atilde;o garantiu, na Justi&ccedil;a e em discuss&otilde;es administrativas, R$ 567,6 bilh&otilde;es em processos contra contribuintes. O estoque total da d&iacute;vida ativa &eacute; de R$ 881 bilh&otilde;es. Segundo o fisco, para cada R$ 1 gasto na PGFN, o governo recebeu em troca R$ 34,47.<br />
<br />
A maior parte do valor se deve a grandes discuss&otilde;es tribut&aacute;rias no Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justi&ccedil;a. A batalha pela incid&ecirc;ncia do cr&eacute;dito-pr&ecirc;mio de IPI, que terminou com vit&oacute;ria do fisco, significou, nas contas da PGFN, uma economia de R$ 250 bilh&otilde;es ao er&aacute;rio. Isso porque a 1&ordf; Se&ccedil;&atilde;o do STJ, ao julgar recurso repetitivo, definiu que o prazo prescricional para ajuizamento de a&ccedil;&otilde;es para pedir o pagamento do cr&eacute;dito &eacute; de cinco anos.<br />
<br />
Em 2009, o Supremo definiu que o direito ao cr&eacute;dito acabou em 1990, dois anos ap&oacute;s a promulga&ccedil;&atilde;o da Constitui&ccedil;&atilde;o, que extinguiu benef&iacute;cios setoriais. Os contribuintes pleiteavam a devolu&ccedil;&atilde;o de valores recolhidos desde 1979, quando o fisco acabou com o benef&iacute;cio fiscal por meio de um decreto. A tese do fisco era de que o direito expirou no fim da d&eacute;cada de 1970.<br />
<br />
Outra decis&atilde;o da 1&ordf; Se&ccedil;&atilde;o poupou mais R$ 114,1 bilh&otilde;es aos cofres, segundo o relat&oacute;rio. Em sede de recurso repetitivo, a corte entendeu que os ju&iacute;zes de primeiro grau n&atilde;o podem extinguir execu&ccedil;&otilde;es fiscais de of&iacute;cio, sem manifesta&ccedil;&atilde;o do devedor, com base apenas no argumento de que o tributo foi declarado inconstitucional durante o curso do processo. Assim, para extinguir as execu&ccedil;&otilde;es, os contribuintes precisam entrar com pedidos espec&iacute;ficos.<br />
<br />
A defini&ccedil;&atilde;o do STF de que os contribuintes n&atilde;o t&ecirc;m direito a se creditar do IPI incidente sobre insumos adquiridos sob regime de isen&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o tributados ou tributados sob al&iacute;quota zero salvaram outros R$ 150 bilh&otilde;es do Tesouro, de acordo com a PGFN. A incid&ecirc;ncia da CSLL e da CPMF sobre receitas de exporta&ccedil;&atilde;o, discutida no STF e reafirmada pela corte em favor do fisco, significou ainda vit&oacute;ria de R$ 36 bilh&otilde;es, relativos ao per&iacute;odo de 1996 a 2008, segundo levantamento da Receita Federal.<br />
<br />
Sozinhas, as procuradorias regionais da Fazenda Nacional, que fazem a defesa do fisco na primeira inst&acirc;ncia e nos Tribunais Regionais Federais, foram respons&aacute;veis por vit&oacute;rias no valor de R$ 2,2 bilh&otilde;es no ano passado.<br />
<br />
Al&eacute;m dos resultados no Judici&aacute;rio, a PGFN tamb&eacute;m comemora sucessos equivalentes a R$ 15 bilh&otilde;es em cr&eacute;ditos discutidos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, tribunal parit&aacute;rio do Minist&eacute;rio da Fazenda que julga contesta&ccedil;&otilde;es de contribuintes a autua&ccedil;&otilde;es lavradas por auditores fiscais da Receita.<br />
<br />
O fisco tamb&eacute;m comemora a arrecada&ccedil;&atilde;o com a cobran&ccedil;a de d&eacute;bitos inscritos na d&iacute;vida ativa da Uni&atilde;o. Ao todo, foram R$ 16,2 bilh&otilde;es recuperados, R$ 10,8 bilh&otilde;es em dep&oacute;sitos judiciais, que aumentaram 7% no ano passado. Do total, R$ 4,25 bilh&otilde;es se devem a parcelamentos firmados em acordos com devedores. Quase R$ 265 milh&otilde;es foram de cr&eacute;ditos previdenci&aacute;rios, e outros R$ 432 milh&otilde;es se referem a d&iacute;vidas para com autarquias federais, como contribui&ccedil;&otilde;es a entidades de classe.<br />
<br />
&quot;Considerando-se que a PGFN, ao fim de 2010, contava em seu quadro com 2.043 procuradores da Fazenda Nacional, verifica-se que cada procurador arrecadou, em m&eacute;dia, R$ 7.939.799,56&quot;, diz o relat&oacute;rio. Dos R$ 881 bilh&otilde;es inscritos em d&iacute;vida ativa, R$ 633 bilh&otilde;es referem-se a cr&eacute;ditos n&atilde;o previdenci&aacute;rios, R$ 188,1 bilh&otilde;es a cobran&ccedil;as da Previd&ecirc;ncia Social e R$ 59,2 bilh&otilde;es a cr&eacute;ditos n&atilde;o tribut&aacute;rios.<br />
<br />
Fonte: Alessandro Cristo - Consultor Jur&iacute;dico - 07.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Mon, 16 May 2011 23:24:02 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Mudança tributária do CE vai a julgamento no STF]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2482]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_98b3dde3ece1df3de9ff376c0b79686a.jpg' alt='Mudança tributária do CE vai a julgamento no STF' />				O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, decidiu levar diretamente para o julgamento de m&eacute;rito a A&ccedil;&atilde;o Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4596 em que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil questiona mudan&ccedil;as na legisla&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria relativa ao ICMS no estado do Cear&aacute;.<br />
<br />
&ldquo;Entendo que deva ser aplicado o procedimento abreviado do art. 12 da Lei n&ordm; 9.868/99, a fim de que a decis&atilde;o seja tomada em car&aacute;ter definitivo&rdquo;, disse o ministro em sua decis&atilde;o, antes de solicitar informa&ccedil;&otilde;es &agrave; Assembleia Legislativa do Cear&aacute; e ao governo daquele estado que, respectivamente, aprovou e sancionou a Lei Estadual 14.237/2008.<br />
<br />
A norma est&aacute; sendo questionada pela OAB porque, segundo a entidade, o artigo 11 da lei estadual, bem como os artigos 6-A, 6-B e 6-C do Decreto Estadual 29.560/2008 estariam em desacordo com a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal.<br />
<br />
A lei em quest&atilde;o disp&otilde;e sobre o regime de substitui&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria nas opera&ccedil;&otilde;es realizadas por contribuintes do ICMS e em seu artigo 11 est&aacute; prevista a exig&ecirc;ncia de um adicional do imposto sobre a entrada de mercadorias ou bens de outras unidades da federa&ccedil;&atilde;o para pessoas f&iacute;sicas ou jur&iacute;dicas n&atilde;o inscritas no Cadastro Geral da Fazenda do Cear&aacute;.<br />
O adicional, segundo os artigos do decreto tamb&eacute;m questionado pela OAB, ser&aacute; de 10% sobre o valor da opera&ccedil;&atilde;o realizada com produtos sujeitos &agrave; al&iacute;quota de 25% do ICMS, enquanto que o adicional para as demais opera&ccedil;&otilde;es ser&aacute; de 7,5%.<br />
<br />
Na a&ccedil;&atilde;o, o Conselho Federal da OAB argumenta que a legisla&ccedil;&atilde;o cearense ofende princ&iacute;pios previstos na Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, como o da legalidade e o do pacto federativo. Para a entidade, o artigo 11 da lei estadual &ldquo;&eacute; uma tentativa deliberada de impedir ou dificultar o ingresso, no Estado do Cear&aacute;, de mercadorias e bens provenientes de outros estados da federa&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br />
<br />
Assim, a OAB pede a inconstitucionalidade do &ldquo;sistema institu&iacute;do pelo art. 11 da Lei Estadual n&ordm; 14.237/2008, regulamentado pelo art. 6-A do Decreto Estadual n&ordm; 29.560/2008 (com a reda&ccedil;&atilde;o dada pelo Decreto Estadual n&ordm; 30.115/2010), na medida em que arbitra o valor da base de c&aacute;lculo que se sabe n&atilde;o vir&aacute; a existir, desvirtuando, pois, o sistema, e desvinculando totalmente a obriga&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria da indispens&aacute;vel ocorr&ecirc;ncia f&aacute;tica do seu pressuposto de fato&rdquo;.<br />
<br />
A OAB havia pedido a concess&atilde;o de liminar para suspender os dispositivos contestados da legisla&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria do Cear&aacute;, contudo, ao analisar a a&ccedil;&atilde;o, o ministro Dias Toffoli decidiu levar o caso ao Plen&aacute;rio, que dever&aacute; julgar diretamente o m&eacute;rito do pedido.<br />
<br />
Fonte: Not&iacute;cias STF - 16.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: A&ccedil;&atilde;o sobre adicional de ICMS no Cear&aacute; ser&aacute; julgada no m&eacute;rito
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Mon, 16 May 2011 16:51:25 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Redução do ICMS sobre tarifas ainda vai demorar]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2481]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_01a504d1ba92bdc77c36d2fbb7d786db.jpg' alt='Redução do ICMS sobre tarifas ainda vai demorar' />				O governo federal quer reduzir o Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os (ICMS) sobre eletricidade, combust&iacute;veis e telefonia, mas n&atilde;o conta com essas medidas para combater o surto inflacion&aacute;rio. &ldquo;&Eacute; uma discuss&atilde;o de longo prazo, que estamos apenas come&ccedil;ando&rdquo;, diz o secret&aacute;rio executivo do Minist&eacute;rio da Fazenda, Nelson Barbosa.<br />
<br />
Por outro lado, a redu&ccedil;&atilde;o do tributo sobre os pre&ccedil;os dos alimentos b&aacute;sicos e dos rem&eacute;dios n&atilde;o dever&aacute; demorar. &ldquo;Muitos Estados j&aacute; d&atilde;o redu&ccedil;&atilde;o, e o impacto na conta dos Estados n&atilde;o &eacute; muito grande&rdquo;, comenta. A medida teria o benef&iacute;cio de permitir &agrave; popula&ccedil;&atilde;o, principalmente a de baixa renda, adquirir outros bens o que teria efeito ben&eacute;fico sobre a economia local.<br />
<br />
J&aacute; o ICMS sobre a eletricidade, a telefonia e os combust&iacute;veis respondem por 52% da arrecada&ccedil;&atilde;o estadual. &ldquo;Sabemos que os Estados dependem dessa tributa&ccedil;&atilde;o, por isso a discuss&atilde;o tem de ser feita com muita calma&rdquo;, diz o secret&aacute;rio. Segundo ele, a discuss&atilde;o no Conselho de Pol&iacute;tica Fazend&aacute;ria (Confaz), que re&uacute;ne os secret&aacute;rios estaduais de Fazenda, provocou grande susto.<br />
<br />
Fonte: NE10 - 16.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Mon, 16 May 2011 16:38:36 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Grêmio deve indenizar produtora por pirataria]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2480]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_ca240a331b0c01a89e830365677576ea.jpg' alt='Grêmio deve indenizar produtora por pirataria' />				O Gr&ecirc;mio Foot-Ball Porto Alegrense, a empresa Nova Forma Ind&uacute;stria e Distribui&ccedil;&atilde;o e a Multisom foram condenadas, solidariamente, a indenizar a produtora do DVD A Batalha dos Aflitos. Motivo: viola&ccedil;&atilde;o dos direitos autorais e&nbsp; pirataria da obra. A senten&ccedil;a foi imposta na &uacute;ltima quarta-feira (11/5) pelo juiz da 15&ordf; Vara C&iacute;vel da Comarca de Porto Alegre, Giovanni Conti. Ele fixou em R$ 150 mil a repara&ccedil;&atilde;o por dano moral. Determinou, tamb&eacute;m, o pagamento de dano material &mdash; cujo valor ser&aacute; apurado em liquida&ccedil;&atilde;o de senten&ccedil;a. Cabe recurso.<br />
<br />
A autora da a&ccedil;&atilde;o, Iniciativa Produ&ccedil;&otilde;es Cinema e V&iacute;deo, narrou que a disputa entre Gr&ecirc;mio e o N&aacute;utico de Recife, pela ascens&atilde;o &agrave; primeira divis&atilde;o do futebol brasileiro, conhecida como A Batalha dos Aflitos, foi uma das mais dram&aacute;ticas e emocionantes da hist&oacute;ria do clube. A partir deste fato, a dire&ccedil;&atilde;o do Gr&ecirc;mio decidiu produzir um filme, contando a hist&oacute;ria desta partida de futebol. Alegou que foi firmado contrato para a produ&ccedil;&atilde;o de v&iacute;deo institucional, gravado em arquivo m&aacute;ster, e acertado um valor simb&oacute;lico de R$ 25 mil para a produ&ccedil;&atilde;o de toda a obra audiovisual. No entanto, ap&oacute;s a finaliza&ccedil;&atilde;o do trabalho, o clube repassou o material a uma terceira empresa, a Nova Forma, que licenciou c&oacute;pias piratas do v&iacute;deo, a fim de p&ocirc;r &agrave; venda nas Lojas Multisom.<br />
<br />
Em sua defesa, o Gr&ecirc;mio garantiu que o objeto do neg&oacute;cio era a matriz da obra, sendo que o clube poderia decidir sobre a reprodu&ccedil;&atilde;o do arquivo-matriz da forma que achasse conveniente. J&aacute; a Nova Forma defendeu ter recebido autoriza&ccedil;&atilde;o do representante de marketing do Gr&ecirc;mio para produzir e prensar o v&iacute;deo. Ressaltou que atribuiu os cr&eacute;ditos da produ&ccedil;&atilde;o &agrave; autora. A Multisom, por sua vez, sustentou que os direitos patrimoniais da obra pertencem ao clube, revendendo os DVDs mediante sua autoriza&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
O juiz Giovanni Conti salientou que, conforme a Lei do Direito Autoral, mesmo que o Gr&ecirc;mio tivesse adquirido o arquivo master, fita na qual s&atilde;o gravadas e editadas todas as imagens, &lsquo;&lsquo;em hip&oacute;tese alguma estaria adquirindo os direitos patrimoniais sobre a obra em quest&atilde;o&rsquo;&rsquo;. De acordo com o contrato, ressaltou, trata-se de uma obra institucional e, portanto, somente poderia ser utilizada na esfera privada. O magistrado citou depoimento do gerente de marketing do clube &agrave; &eacute;poca, afirmando que o DVD inicialmente era destinado aos s&oacute;cios e n&atilde;o tinha fins lucrativos.<br />
<br />
O julgador observou que n&atilde;o h&aacute; cl&aacute;usula contratual estabelecendo a explora&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica do v&iacute;deo sem autoriza&ccedil;&atilde;o do autor, &lsquo;&lsquo;o que caracteriza viola&ccedil;&atilde;o dos direitos autorais e configura pirataria&rsquo;&rsquo;. Sobre a responsabilidade da Nova Forma, o juiz entendeu estar configurada, pois, apesar de possuir autoriza&ccedil;&atilde;o do clube, n&atilde;o tinha licen&ccedil;a do autor da obra (a empresa Iniciativa) para a reprodu&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
A Multisom tamb&eacute;m foi condenada, uma vez que caberia a loja verificar a autoria da obra antes de contratar. &lsquo;&lsquo;Ademais, a loja requerida n&atilde;o pode beneficiar-se dos lucros resultantes de venda de produto fraudulento&rsquo;&rsquo;, observou. O juiz considerou estar evidente o dever dos tr&ecirc;s r&eacute;us de indenizar a empresa Iniciativa Produ&ccedil;&otilde;es Cinema e V&iacute;deo Ltda, &lsquo;&lsquo;que teve seus direitos, como autora da obra, violados e n&atilde;o recebeu qualquer quantia pela venda do produto&rsquo;&rsquo;, concluiu.<br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 13.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Gr&ecirc;mio deve indenizar produtora por pirataria de DVD
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Sat, 14 May 2011 00:19:02 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Novo remédio tem fórmula protegida por 10 anos]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2479]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				O juiz federal substituto da 7&ordf; Vara da Se&ccedil;&atilde;o Judici&aacute;ria do Distrito Federal, Jos&eacute; M&aacute;rcio da Silveira e Silva, decidiu que as pesquisas e testes apresentados &agrave; Anvisa (Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria) para aprova&ccedil;&atilde;o de novos medicamentos devem ser mantidos em sigilo por 10 anos. Assim, no per&iacute;odo n&atilde;o poder&atilde;o ser fabricados medicamentos gen&eacute;ricos ou similares.<br />
<br />
O juiz considerou que para concluir pela seguran&ccedil;a, efic&aacute;cia e qualidade dos medicamentos gen&eacute;ricos e similares, a Anvisa usa os resultados dos testes apresentados pelo laborat&oacute;rio dono do medicamento de refer&ecirc;ncia.<br />
<br />
Ele explicou que a legisla&ccedil;&atilde;o protege o sigilo das pesquisas e testes para aprova&ccedil;&atilde;o dos novos medicamentos, mas n&atilde;o fixa um prazo para exerc&iacute;cio do direito de exclusividade sobre esses dados. Assim, adotou, por analogia, o prazo assegurado aos fabricantes de medicamentos de uso veterin&aacute;rio, fertilizantes e agrot&oacute;xicos.<br />
<br />
O caso - Na a&ccedil;&atilde;o ajuizada por uma empresa farmac&ecirc;utica respons&aacute;vel por registro de medicamento a base de oxalato de escitalopram, um antidepressivo, o juiz proibiu a Anvisa de autorizar, at&eacute; 2012, qualquer medicamento gen&eacute;rico ou similar que tenha como refer&ecirc;ncia os estudos feitos por ela.<br />
<br />
Ao julgar procedente o pedido da empresa, ele verificou concorr&ecirc;ncia desleal de outras empresas que obtiveram registro para vender medicamentos com base nos estudos exclusivos dela, o que fere o direito de exclusividade do dossi&ecirc; que apresentou &agrave; Anvisa para obter o registro.<br />
<br />
Ele tamb&eacute;m determinou que os registros j&aacute; concedidos a outros dois laborat&oacute;rios para comercializa&ccedil;&atilde;o de produtos gen&eacute;ricos e assemelhados sejam anulados. <br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 13.05.2011
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Sat, 14 May 2011 00:14:47 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[LimeWire paga US$ 105 milhões para gravadoras]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2478]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_86d0843f94f14461f24948f437a12ca6.jpg' alt='LimeWire paga US$ 105 milhões para gravadoras' />				Os operadores da rede LimeWire concordaram em pagar &agrave;s gravadoras&nbsp; US$ 105 milh&otilde;es para encerrar um processo federal nos Estados Unidos que acusava o servi&ccedil;o de troca de arquivos de infra&ccedil;&atilde;o de direito autoral.<br />
<br />
O acordo acertado com 13 gravadoras, incluindo Sony, Vivendi, Warner Music Group e EMI, encerra quase cinco anos de lit&iacute;gio.<br />
<br />
A ju&iacute;za Kimba Wood tinha decidido em maio que os controladores da LimeWire, Lime Group e Lime Wire LLC, tinham contribu&iacute;do para que usu&aacute;rios copiassem material protegido por direito autoral.<br />
<br />
Ela decidiu pelo fechamento da LimeWire em outubro, deixando em aberto a quest&atilde;o sobre o pagamento de indeniza&ccedil;&otilde;es que poderiam ter superado US$ 1 bilh&atilde;o com base em 10 mil m&uacute;sicas lan&ccedil;adas desde 1972.<br />
<br />
Fonte: G1 - 13.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: LimeWire entra em acordo e paga US$ 105 milh&otilde;es para gravadoras
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Sat, 14 May 2011 00:12:14 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[STJ impede indústria de utilizar marca Visa]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2477]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_15f0c3314390c17615848d75e2ae7d57.jpg' alt='STJ impede indústria de utilizar marca Visa' />				A Visa do Brasil venceu no Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) uma disputa com uma ind&uacute;stria de latic&iacute;nios do munic&iacute;pio de Formiga (MG), que adotou a marca Visa em seus produtos. A 4&ordf; Turma, em agravo regimental, reconsiderou decis&atilde;o anterior e reconheceu o status de alto renome &agrave; marca, impedindo outras empresas de utiliz&aacute;-la, mesmo em produtos e servi&ccedil;os n&atilde;o relacionados &agrave; &aacute;rea financeira.<br />
<br />
No primeiro julgamento, a turma entendeu que a Visa n&atilde;o conseguiu comprovar que a marca era de alto renome. Em novo recurso, a companhia esclareceu aos ministros que a atual Lei da Propriedade Industrial - n&ordm; 9.279, de 1996 - n&atilde;o prev&ecirc; mais a possibilidade de emiss&atilde;o de um certificado para essa situa&ccedil;&atilde;o. Foram apresentados, no entanto, documentos que demonstram que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), com respaldo na prote&ccedil;&atilde;o especial prevista no artigo 125 da norma, indeferiu diversos pedidos de registros de outras marcas iguais ou semelhantes.<br />
<br />
&quot;Antes, havia um certificado. Hoje, s&oacute; se consegue o reconhecimento por meio de impugna&ccedil;&atilde;o administrativa&quot;, diz o advogado Luiz Edgard Montaury Pimenta, do escrit&oacute;rio Montaury Pimenta Machado &amp; Vieira de Mello, que defende a Visa. Com a decis&atilde;o favor&aacute;vel, a companhia quer tentar reverter - por meio de a&ccedil;&atilde;o rescis&oacute;ria - outro entendimento desfavor&aacute;vel do STJ em disputa similar contra o mesmo grupo mineiro. A 3&ordf; Turma negou, em recurso especial e embargos declarat&oacute;rios, a prote&ccedil;&atilde;o especial &agrave; marca.<br />
<br />
Os ministros consideraram que n&atilde;o houve renova&ccedil;&atilde;o do registro como marca not&oacute;ria, nos termos do artigo 67 da Lei n&ordm; 5.772, de 1971, ou aquisi&ccedil;&atilde;o de registro de alto renome, de acordo com o artigo 125 da Lei 9.279. &quot;Verifica-se que &eacute; necess&aacute;rio, para o reconhecimento do alto renome da marca, procedimento administrativo junto ao INPI, que, ali&aacute;s, editou a Resolu&ccedil;&atilde;o n&ordm; 121, de 2005 para tal finalidade&quot;, afirma a relatora, ministra Nancy Andrighi.<br />
<br />
No processo que corria na 4&ordf; Turma, no entanto, a Visa conseguiu comprovar a prote&ccedil;&atilde;o especial &agrave; marca. O ministro Jo&atilde;o Ot&aacute;vio de Noronha, relator do caso, acatou a documenta&ccedil;&atilde;o apresentada pela companhia e reviu sua decis&atilde;o. Os demais ministros seguiram o entendimento do relator. Para ele, &quot;desde que devidamente registrada no INPI, tem prote&ccedil;&atilde;o especial em todos os ramos de atividade a marca de alto renome se plenamente comprovado que &eacute; poss&iacute;vel a sua confus&atilde;o com outra marca, ainda que as &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o das empresas sejam distintas, tenham elas clientela espec&iacute;fica e os respectivos produtos n&atilde;o se identifiquem&quot;. A defesa da ind&uacute;stria mineira informou que estuda como recorrer da decis&atilde;o.<br />
<br />
Para refor&ccedil;ar seu entendimento, o relator do caso citou precedente envolvendo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos ex-Distribuidores Ford (Abedif). A 2&ordf; Se&ccedil;&atilde;o impediu a entidade de usar o nome da Ford em sua designa&ccedil;&atilde;o. A maioria acompanhou a posi&ccedil;&atilde;o do ministro Beneti e n&atilde;o acolheu embargos de diverg&ecirc;ncia apresentados pela Abedif. Para ele, mesmo que no caso n&atilde;o haja inten&ccedil;&atilde;o de concorr&ecirc;ncia com produtos, h&aacute; a &quot;indisfar&ccedil;&aacute;vel tentativa de apropria&ccedil;&atilde;o da identidade da marca, criada pela autora e por ela feita conhecida em todo o mundo&quot;.<br />
<br />
Fonte: Arthur Rosa - Valor Econ&ocirc;mico - 12.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Sat, 14 May 2011 00:07:41 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Pirataria de software atinge recorde]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2476]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_358d5ddf56c74df95115474b29d2b069.JPG' alt='Pirataria de software atinge recorde' />				O mercado dos softwares piratas atingiu o recorde de US$ 58,8 bilh&otilde;es em 2010, valor 14% maior que um ano antes, revela estudo feito pela consultoria IDC para a organiza&ccedil;&atilde;o Business Software Alliance. Impulsionado pelo boom do uso de computadores em pa&iacute;ses em desenvolvimento, o percentual de programas piratas utilizados nas 116 na&ccedil;&otilde;es pesquisadas foi de 42%, um ponto abaixo que o registrado em 2009.<br />
<br />
O estudo mostrou que pa&iacute;ses pobres e em desenvolvimento pirateiam muito mais que os ricos. Os que mais fazem c&oacute;pias ilegais s&atilde;o Ge&oacute;rgia (93% dos softwares utilizados), Zimb&aacute;bue (91%), Bangladesh e Mold&aacute;via (ambos com 90%). A China registrou 78%.<br />
<br />
O Brasil apresentou queda pelo quinto ano consecutivo e, em 2010, pirateou 54% dos programas, um dos menores &iacute;ndices na Am&eacute;rica Latina. O &iacute;ndice da regi&atilde;o foi de 64%, puxado pela Venezuela (88%) e Argentina (70%). O valor de mercado dos softwares piratas no Brasil, segundo a pesquisa, foi de US$ 2,6 bilh&otilde;es.<br />
<br />
Os pa&iacute;ses que menos utilizam software pirata s&atilde;o os ricos Estados Unidos, Jap&atilde;o e Luxemburgo (cujos &iacute;ndices ficaram em torno de 20%), Nova Zel&acirc;ndia (22%), Austr&aacute;lia (24%), Alemanha e Reino Unido (os dois com 27%).<br />
<br />
- O mercado de software agora est&aacute; sendo movido pelos pa&iacute;ses emergentes, que tamb&eacute;m s&atilde;o os que possuem as taxas mais altas de pirataria - disse Julian Swan, diretor de marketing da BSA.<br />
<br />
Fonte: O Globo - 12.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Pirataria de software atinge recorde impulsionada por uso maior de PCs em pa&iacute;ses em desenvolvimento
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Fri, 13 May 2011 23:59:39 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Senado investigará denúncias contra o Ecad ]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2475]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_2dd99d7bb226b1a98414d9d6b6c7f3d6.jpg' alt='Senado investigará denúncias contra o Ecad ' />				Com 28 assinaturas, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) encaminhou nesta quarta-feira (11) &agrave; Secretaria-Geral da Mesa do Senado pedido de cria&ccedil;&atilde;o de comiss&atilde;o parlamentar de inqu&eacute;rito (CPI) para investigar den&uacute;ncias contra o Escrit&oacute;rio Central de Arrecada&ccedil;&atilde;o e Distribui&ccedil;&atilde;o (Ecad).<br />
<br />
No requerimento, Randolfe Rodrigues afirmou que o objetivo da CPI &eacute; apurar supostas irregularidades na arrecada&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de recursos provenientes de direito autoral, abuso de ordem econ&ocirc;mica e pr&aacute;tica de cartel no arbitramento de valores. A Folha de S. Paulo denunciou, em 3 de maio, o pagamento de direitos autorais a compositores-laranja.<br />
<br />
O senador disse que den&uacute;ncias de irregularidades envolvendo o Ecad n&atilde;o s&atilde;o recentes: uma CPI da C&acirc;mara dos Deputados apurou, em 1995, ind&iacute;cios de il&iacute;citos penais como falsidade ideol&oacute;gica, sonega&ccedil;&atilde;o fiscal, apropria&ccedil;&atilde;o ind&eacute;bita, enriquecimento il&iacute;cito, forma&ccedil;&atilde;o de quadrilha e de cartel e abuso de poder econ&ocirc;mico.<br />
<br />
Pre&ccedil;os - Passados 16 anos, de acordo com o parlamentar, as mesmas pr&aacute;ticas irregulares atribu&iacute;das ao Ecad voltam a ser denunciadas. Segundo Randolfe Rodrigues, a sociedade brasileira ainda n&atilde;o foi totalmente informada das provid&ecirc;ncias tomadas pelas autoridades p&uacute;blicas que receberam c&oacute;pia do relat&oacute;rio da CPI do Ecad.<br />
<br />
O senador observou que a situa&ccedil;&atilde;o dos autores e usu&aacute;rios do direito autoral continua praticamente a mesma.<br />
<br />
- Os usu&aacute;rios pagam pre&ccedil;os exorbitantes, sem qualquer crit&eacute;rio racional. Os autores recebem import&acirc;ncias diminutas, sem qualquer possibilidade de fiscaliza&ccedil;&atilde;o e aferi&ccedil;&atilde;o dos valores que lhes s&atilde;o devidos - acrescentou.<br />
<br />
Apura&ccedil;&atilde;o - O parlamentar ressaltou que, diante das recorrentes den&uacute;ncias de irregularidades praticadas pelo Ecad e do descontentamento dos diversos agentes envolvidos - poder p&uacute;blico, sociedade, compositores, m&uacute;sicos e associa&ccedil;&otilde;es de classe -, cabe ao Senado contribuir para apura&ccedil;&atilde;o dos desvios apurados.<br />
<br />
Randolfe Rodrigues disse acreditar que, ap&oacute;s as conclus&otilde;es da CPI, o Senado poder&aacute; aprovar novas regras que assegurem a correta arrecada&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o dos direitos autorais.<br />
<br />
Assinaturas - Ap&oacute;s a confer&ecirc;ncia das assinaturas no requerimento, pela Secretaria-Geral da Mesa, o pedido de CPI ser&aacute; lido em Plen&aacute;rio. Os passos seguintes ser&atilde;o a indica&ccedil;&atilde;o dos 11 senadores titulares e seis suplentes e a instala&ccedil;&atilde;o da comiss&atilde;o. Com uma previs&atilde;o de despesas de R$ 100 mil, conforme o requerimento de Randolfe Rodrigues, a CPI ter&aacute; 180 dias para realizar seus trabalhos.<br />
<br />
O Ecad &eacute; uma sociedade civil, de natureza privada, institu&iacute;da pela Lei 5.988/73 e mantida pela atual Lei de Direitos Autorais - 9.610/98. Com sede na cidade do Rio de Janeiro, tem 25 unidades arrecadadoras e 130 ag&ecirc;ncias aut&ocirc;nomas instaladas em todos os estados.<br />
<br />
Fonte: Djalba Lima - Ag&ecirc;ncia Senado - 11.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Senado ter&aacute; CPI para investigar den&uacute;ncias contra o Ecad
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Fri, 13 May 2011 23:52:21 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Empresa não pode usar nome "Creme de Rosas"]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2474]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_c3b29905e870871702789d8a55235a41.jpg' alt='Empresa não pode usar nome "Creme de Rosas"' />				A empresa Ind&uacute;stria de Cosm&eacute;ticos Naturais Calantari est&aacute; proibida de usar a marca &ldquo;Creme de Rosas&rdquo;. Motivo: h&aacute; risco de confus&atilde;o entre consumidores com o tradicional desodorante &ldquo;Leite de Rosas&rdquo;, de propriedade da LR Cia Brasileira de Produtos de Higiene e Toucador. A decis&atilde;o &eacute; da 3&ordf;Turma do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a em processo relatado pelo ministro Sidnei Beneti. A Turma acompanhou integralmente o voto do relator.<br />
<br />
A LR ajuizou a&ccedil;&atilde;o contra a Calantari para que este interrompesse a fabrica&ccedil;&atilde;o do produto para beb&ecirc;s &ldquo;Creme de Rosas&rdquo;. Alegou viola&ccedil;&atilde;o de marca e concorr&ecirc;ncia desleal. Na primeira inst&acirc;ncia, a empresa foi proibida de produzir, estocar, divulgar e comercializar o produto, sob pena de multa de R$ 10 mil por dia. O juiz tamb&eacute;m afastou o pedido de indeniza&ccedil;&atilde;o. Ambas as partes apelaram. O Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo permitiu o uso da marca &ldquo;Creme de Rosas&rdquo;, por&eacute;m, determinou que a empresa n&atilde;o usasse mais embalagem semelhante &agrave; do &ldquo;Leite de Rosas&rdquo; e reconheceu o direito da LR a indeniza&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
No recurso ao STJ, a defesa da LR afirmou que, como houve admiss&atilde;o da contrafa&ccedil;&atilde;o (uso da propriedade intelectual sem autoriza&ccedil;&atilde;o de seu dono) pelo TJ-SP, a Calantari deveria ser impedida de usar a marca. Em seu voto, o ministro Sidnei Beneti apontou que o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) j&aacute; havia vedado o registro da marca &ldquo;&Aacute;gua de Rosas&rdquo; para proteger a marca &ldquo;Leite de Rosas&rdquo;.<br />
<br />
&ldquo;A semelhan&ccedil;a das express&otilde;es leva a crer que s&atilde;o meras varia&ccedil;&otilde;es do mesmo produto&rdquo;, explicou. Para o ministro, a marca poderia causar confus&atilde;o entre os consumidores, mesmo com uma embalagem diferenciada. &ldquo;Leite, creme e rosas s&atilde;o designativos comuns, mas a marca &lsquo;Leite de Rosas&rsquo; adquiriu notoriedade e h&aacute; muito se consolidou no mercado brasileiro&rdquo;, observou. O produto est&aacute; &agrave; venda h&aacute; mais de 70 anos.<br />
<br />
O ministro Beneti reconheceu que a exclusividade do uso da marca n&atilde;o deve impedir o uso de marcas semelhantes para produtos de classes diferentes. Entretanto, a legisla&ccedil;&atilde;o faz exce&ccedil;&atilde;o para marcas not&oacute;rias ou de alto renome e caso de evidente m&aacute;-f&eacute;. &ldquo;A m&aacute;-f&eacute; da Clantari ficou evidente, pois foi comprovado que fazia embalagens muito semelhantes &agrave;quelas utilizadas pela LR&rdquo;, concluiu. Para ele, ficou provada a inten&ccedil;&atilde;o de imitar a marca &ldquo;Leite de Rosas&rdquo;. Por isso, o recurso foi atendido. <br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 12.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Thu, 12 May 2011 23:32:17 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Nome de condomínio não gera violação de marca]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2473]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_08314efd5580d52633982713ed8ac9df.jpg' alt='Nome de condomínio não gera violação de marca' />				A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) negou recurso da Baer Empreendimentos S/C Ltda., que buscava o reconhecimento de usurpa&ccedil;&atilde;o da marca &ldquo;Acquamarine&rdquo; pela Compax Constru&ccedil;&otilde;es, Participa&ccedil;&otilde;es e Administra&ccedil;&atilde;o Ltda., que construiu condom&iacute;nio fechado e o batizou de &ldquo;Acquamarina Sernambetiba 3.360&rdquo;. Os ministros entenderam que o nome do empreendimento n&atilde;o viola os direitos de propriedade industrial inerentes a uma marca registrada e protegida, ainda que sejam do mesmo ramo.<br />
<br />
Em a&ccedil;&atilde;o ordin&aacute;ria de indeniza&ccedil;&atilde;o, a Baer Empreendimentos alegou que o condom&iacute;nio Acquamarina Sernambetiba 3.360, composto por tr&ecirc;s pr&eacute;dios e localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, estaria usurpando, por imita&ccedil;&atilde;o, a marca nominativa &ldquo;Acquamarine&rdquo;, registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) na mesma categoria de atividade &ndash; comercializa&ccedil;&atilde;o de im&oacute;veis &ndash; e de uso exclusivo em territ&oacute;rio nacional.<br />
<br />
O juiz de primeiro grau julgou o pedido parcialmente procedente, condenando a Compax a indenizar o valor remunerat&oacute;rio correspondente ao uso da marca caso fosse permitida a faz&ecirc;-lo. A empresa apelou e o Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio de Janeiro (TJRJ) reformou a senten&ccedil;a, pois considerou que n&atilde;o houve qualquer ilicitude e que os danos deveriam ter sido comprovados na fase cognitiva. Para o TJRJ, a r&eacute; utilizou marca semelhante em empreendimento imobili&aacute;rio, tendo feito o seu registro em outra classe ligada &agrave; constru&ccedil;&atilde;o civil.<br />
<br />
A Baer Empreendimentos interp&ocirc;s recurso especial, sustentando ser inadmiss&iacute;vel a conviv&ecirc;ncia de ambas as marcas no mercado; ser irrelevante a obten&ccedil;&atilde;o, no curso do processo, do registro da marca &ldquo;acquamarina&rdquo; pela Compax, em classe diferente; e ser desnecess&aacute;ria a prova do preju&iacute;zo se restar caracterizada a viola&ccedil;&atilde;o do direito de marca.<br />
<br />
O relator, desembargador convocado Vasco Della Giustina, conceituou que &ldquo;marca &eacute; um sinal distintivo, visualmente percept&iacute;vel, que visa a identificar um produto ou servi&ccedil;o do mercado consumidor&rdquo; e ressaltou que produtos ou servi&ccedil;os diferentes podem apresentar marcas semelhantes, incidindo, em regra, o princ&iacute;pio da especialidade. Ou seja, a prote&ccedil;&atilde;o da marca &eacute; assegurada somente no &acirc;mbito das atividades de registro, ressalvada a hip&oacute;tese de marca not&oacute;ria.<br />
<br />
Para o desembargador convocado, os nomes de edif&iacute;cios ou de condom&iacute;nios n&atilde;o s&atilde;o marcas nem atos da vida comercial, mas atos da vida civil, n&atilde;o podendo ser enquadrados como servi&ccedil;os ou produtos. &ldquo;O fato de uma empresa construir um edif&iacute;cio ou um condom&iacute;nio fechado, ao particularizar o empreendimento colocando-lhe um nome (que se mant&eacute;m, havendo ou comercializa&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o de unidades habitacionais) n&atilde;o torna o ato civil em comercial&rdquo;, explicou. &ldquo;O signo protegido &eacute; restrito ao campo de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os (uma atividade), n&atilde;o repercutindo na nomea&ccedil;&atilde;o de coisas&rdquo;, prosseguiu.<br />
<br />
Vasco Della Giustina considerou n&atilde;o existir qualquer impossibilidade de conviv&ecirc;ncia com a marca nominativa &ldquo;Acquamarine&rdquo; e o nome do condom&iacute;nio fechado. &ldquo;De mais a mais, o tribunal estadual, examinando os elementos de fato e de prova dos autos, concluiu pela aus&ecirc;ncia de risco de erro, engano ou confus&atilde;o entre as marcas, pois se destinariam a consumidores de classes econ&ocirc;micas distintas, n&atilde;o havendo qualquer ato de concorr&ecirc;ncia desleal praticado pela recorrida [Compax], sendo inexistente a m&aacute;-f&eacute;&rdquo;, reiterou.<br />
<br />
Por n&atilde;o existir viola&ccedil;&atilde;o do direito de propriedade industrial, o relator entendeu estarem prejudicadas as demais quest&otilde;es contestadas no recurso especial. A decis&atilde;o foi un&acirc;nime. <br />
<br />
Fonte: Not&iacute;cias STJ - 12.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Nome de condom&iacute;nio fechado n&atilde;o viola direitos de marca registrada no mesmo ramo de atividade
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Thu, 12 May 2011 23:23:04 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Governo pretende alterar Lei de Informática]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2472]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_8eaad2fcbd76a33b5bdd6f2176d80a83.jpg' alt='Governo pretende alterar Lei de Informática' />				O governo vai alterar a Lei de Inform&aacute;tica para atrair investimentos para a produ&ccedil;&atilde;o de componentes e softwares no Brasil. O ministro da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, Aloizio Mercadante, informou ontem que ser&aacute; feita uma &quot;revis&atilde;o abrangente&quot; da lei, que do ponto de vista do governo, &eacute; insuficiente perante os desafios que o Pa&iacute;s tem nessa &aacute;rea.<br />
<br />
A Lei de Inform&aacute;tica concede redu&ccedil;&atilde;o de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as empresas que invistam um porcentual de seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento. No entanto, a lei traz incentivos apenas para empresas de hardware. Mercadante disse que o setor de software &eacute; importante porque gera muito valor agregado, competitividade e exporta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os.<br />
<br />
Segundo o ministro, a Lei de Inform&aacute;tica atualmente &eacute; muito mais um fator de isonomia entre o polo industrial de Manaus, que tamb&eacute;m recebe incentivos tribut&aacute;rios, e o resto da ind&uacute;stria espalhada pelo Pa&iacute;s do que propriamente uma lei de fomento aos investimentos. &quot;N&oacute;s queremos mais ousadia nessa &aacute;rea, porque h&aacute; uma grande expectativa em rela&ccedil;&atilde;o ao Brasil&quot;, afirmou.<br />
<br />
Segundo ele, o governo pode direcionar as pol&iacute;ticas de incentivos fiscais para quem produzir e investir no Brasil. Conforme publicou ontem o Estado, o governo tamb&eacute;m prepara altera&ccedil;&otilde;es na chamada Lei do Bem para incentivar a inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica e possibilitar o acesso aos benef&iacute;cios da lei por mais empresas.<br />
<br />
Foxconn. O ministro informou ainda que haver&aacute; uma pol&iacute;tica de desenvolvimento produtivo espec&iacute;fica para novos produtos, como os tablets. Segundo ele, est&atilde;o bastante avan&ccedil;adas as negocia&ccedil;&otilde;es com a empresa taiwanesa Foxconn para a produ&ccedil;&atilde;o de iPads e iPhones no Brasil a partir de julho deste ano.<br />
<br />
A empresa negocia com o governo incentivos fiscais e a facilita&ccedil;&atilde;o de importa&ccedil;&otilde;es. Mercadante afirmou que ser&atilde;o necess&aacute;rios investimentos muito pesados para a produ&ccedil;&atilde;o dos componentes no Brasil.<br />
<br />
Inicialmente, a f&aacute;brica far&aacute; apenas a montagem dos produtos da Apple, mas h&aacute; o compromisso de passar a produzir componentes. &quot;A proposta &eacute; uma integra&ccedil;&atilde;o vertical dessa ind&uacute;stria. Essa ser&aacute; a primeira planta no Ocidente&quot;, declarou. <br />
<br />
Fonte: Renata Ver&iacute;ssimo - O Estado de S.Paulo - 12.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Thu, 12 May 2011 23:13:42 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Lei do Bem será ampliada para pequenas empresas]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2471]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_01caf84d5bad64b593d40da0866daafb.jpg' alt='Lei do Bem será ampliada para pequenas empresas' />				O governo decidiu alterar a chamada Lei do Bem para permitir que mais empresas tenham direito aos incentivos fiscais previstos na legisla&ccedil;&atilde;o. Uma das mudan&ccedil;as em estudo permitir&aacute; que companhias menores recebam redu&ccedil;&atilde;o de tributos para investir em inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica. Outro ponto prev&ecirc; a antecipa&ccedil;&atilde;o dos benef&iacute;cios fiscais para empresas que iniciarem processo de registro de patentes no exterior. A revis&atilde;o da Lei do Bem, em vigor h&aacute; cinco anos, faz parte do conjunto de medidas que ser&aacute; anunciado com o lan&ccedil;amento da Pol&iacute;tica de Desenvolvimento da Competitividade (PDC), em substitui&ccedil;&atilde;o &agrave; Pol&iacute;tica de Desenvolvimento da Produ&ccedil;&atilde;o (PDP).<br />
<br />
&quot;A Lei do Bem j&aacute; tem alguns anos de vida. Tanto o governo quanto as empresas j&aacute; conseguiram ver os pontos onde h&aacute; necessidade e possibilidade de fazer ajustes&quot;, afirmou a secret&aacute;ria do Desenvolvimento da Produ&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio Exterior (MDIC), Heloisa Menezes.<br />
<br />
A vis&atilde;o do governo &eacute; de que a Lei do Bem beneficia s&oacute; as grandes companhias ao restringir a redu&ccedil;&atilde;o de tributos &agrave;s empresas que declaram Imposto de Renda pelo lucro real. Para estimular os investimentos em inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica pelas empresas de menor porte, o governo deve estender o benef&iacute;cio para as que tamb&eacute;m declaram IR por outro regime, como o do lucro presumido.<br />
<br />
&quot;Uma das principais demandas &eacute; ampliar o leque de empresas que podem se enquadrar na Lei do Bem&quot;, disse a secret&aacute;ria. O regime de tributa&ccedil;&atilde;o pelo lucro real representa cerca de 80% da arrecada&ccedil;&atilde;o da Receita Federal, mas &eacute; utilizado somente por 10% das empresas brasileiras.<br />
<br />
Patentes - Heloisa antecipou que as empresas podem receber benef&iacute;cios fiscais antes de concluir o registro de uma patente no exterior. &quot;Com o cumprimento de algumas etapas do processo de patenteamento, a empresa poderia usufruir dos incentivos fiscais. N&atilde;o &eacute; s&oacute; a etapa do pedido da patente&quot;, explicou. &quot;S&atilde;o etapas onde o especialista do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual) j&aacute; consegue configurar o car&aacute;ter inovador do produto&quot;.<br />
<br />
Ela disse que a cria&ccedil;&atilde;o de um banco s&oacute; para operar no com&eacute;rcio exterior, nos moldes de um Eximbank, n&atilde;o deve fazer parte do pacote inicial da PDC. Segundo a secret&aacute;ria, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) est&aacute; se ajustando para &quot;dar conta&quot; dessa atividade com maior for&ccedil;a.<br />
<br />
H&aacute; um ano, o governo anunciou a cria&ccedil;&atilde;o de um Eximbank como subsidi&aacute;ria do BNDES, mas n&atilde;o colocou o projeto em pr&aacute;tica. Helo&iacute;sa disse que o atual governo est&aacute; revisando propostas anunciadas na gest&atilde;o anterior e ainda n&atilde;o viabilizadas e tamb&eacute;m criando outras. &quot;Vamos ver o que &eacute; poss&iacute;vel no primeiro momento e o que n&atilde;o for vamos buscando o atendimento ao longo do tempo.&quot;<br />
<br />
O impacto fiscal nas contas do governo &eacute; um dos crit&eacute;rios que est&atilde;o sendo considerados. Ela disse que a PDC est&aacute; praticamente pronta, dependendo apenas de alguns ajustes para ser anunciada. O Minist&eacute;rio do Desenvolvimento trabalhava com o dia 26 de maio para o an&uacute;ncio, mas interlocutores do governo j&aacute; n&atilde;o consideram essa data. Alguns pontos da nova pol&iacute;tica industrial e de com&eacute;rcio exterior est&atilde;o emperrados, porque dependem da an&aacute;lise do impacto fiscal para irem adiante.<br />
<br />
Fonte: Estad&atilde;o - 11.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Thu, 12 May 2011 23:09:02 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Azaleia não consegue reverter multa no TST]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2470]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_9789321d5dd474d4a74277991a192dd0.jpg' alt='Azaleia não consegue reverter multa no TST' />				&ldquo;O mandado de seguran&ccedil;a n&atilde;o serve como nova inst&acirc;ncia a possibilitar a reaprecia&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria submetida a julgamento&rdquo;. O entendimento &eacute; do ministro Pedro Paulo Manus, relator de um ac&oacute;rd&atilde;o na Subse&ccedil;&atilde;o 2 Especializada em Diss&iacute;dios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho, que manteve multa imposta &agrave; empresa de cal&ccedil;ados Azaleia Nordeste S.A. por n&atilde;o adotar medidas de seguran&ccedil;a aos seus empregados.<br />
<br />
A penalidade foi imposta &agrave; Azaleia em decorr&ecirc;ncia de uma A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica movida pelo Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho. Obrigada a adotar 19 medidas para melhoria do ambiente do trabalho, a empresa foi multada por descumprir 15 delas. Na vis&atilde;o do colegiado, em sess&atilde;o feita nesta ter&ccedil;a-feira (10/5), n&atilde;o houve qualquer viola&ccedil;&atilde;o a direito l&iacute;quido e certo que justificasse a concess&atilde;o do pedido a favor da empresa.<br />
<br />
Ainda de acordo com o relator, por se tratar de um procedimento execut&oacute;rio, o Agravo de Peti&ccedil;&atilde;o seria a via recursal correta para reanalisar o decidido, e n&atilde;o o Mandado de Seguran&ccedil;a. A previs&atilde;o est&aacute; presente na Orienta&ccedil;&atilde;o Jurisprudencial 92 do TST.<br />
<br />
A obriga&ccedil;&atilde;o de instituir as 19 medidas de prote&ccedil;&atilde;o ao trabalhador surgiu em 2003. Na &eacute;poca, o Tribunal Regional do Trabalho da Bahia, ao julgar A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica proposta pelo MPT, determinou que a Azaleia adotasse medidas como sinaliza&ccedil;&atilde;o dos locais de uso obrigat&oacute;rio de equipamentos de prote&ccedil;&atilde;o individual (EPIs) e realiza&ccedil;&atilde;o de campanhas educativas e treinamentos espec&iacute;ficos para evitar acidentes.<br />
<br />
Com o transito em julgado da decis&atilde;o, o MPT apresentou pedido de execu&ccedil;&atilde;o de senten&ccedil;a por descumprimento de 15 das determina&ccedil;&otilde;es. A ju&iacute;za de primeiro grau condenou a empresa ao pagamento de multa no valor de R$ 1,5 mil.<br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 11.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Wed, 11 May 2011 23:02:53 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Governo não cogita a volta da CPMF, diz secretário]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2469]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_56b1ea76b70159795e940729f8c17690.jpg' alt='Governo não cogita a volta da CPMF, diz secretário' />				O governo n&atilde;o recriar&aacute; a Contribui&ccedil;&atilde;o Provis&oacute;ria sobre Movimenta&ccedil;&atilde;o Financeira (CPMF) para compensar a desonera&ccedil;&atilde;o da folha de pagamento. A informa&ccedil;&atilde;o foi dada nessa ter&ccedil;a-feira (10/5) pelo o secret&aacute;rio executivo do Minist&eacute;rio da Fazenda, Nelson Barbosa. Sobre a reforma tribut&aacute;ria, ele assegurou que a redu&ccedil;&atilde;o da tributa&ccedil;&atilde;o valer&aacute; para todos os setores da economia e n&atilde;o ser&aacute; aplicada s&oacute; a alguns tipos de empresa. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Brasil.<br />
<br />
Em semin&aacute;rio na C&acirc;mara dos Deputados para discutir a reforma, o secret&aacute;rio disse que o governo buscar&aacute; uma forma de compensar a desonera&ccedil;&atilde;o da folha de pagamentos com o aumento de outros impostos, para n&atilde;o prejudicar o financiamento da Previd&ecirc;ncia Social.<br />
<br />
De acordo com Barbosa, o governo n&atilde;o tem uma proposta organizada para desonerar a folha de pagamento e ainda est&aacute; discutindo o assunto com empres&aacute;rios e centrais sindicais para enviar uma proposta ao Congresso ainda neste ano. &ldquo;Se tivermos sucesso na constru&ccedil;&atilde;o da proposta e mandarmos logo [para o Congresso], a desonera&ccedil;&atilde;o poder&aacute; entrar em vigor em 2012&rdquo;, afirmou.<br />
<br />
O secret&aacute;rio destacou que os pr&oacute;prios empres&aacute;rios ainda divergem sobre a forma de compensar a desonera&ccedil;&atilde;o. &ldquo;A constru&ccedil;&atilde;o civil prop&ocirc;s a tributa&ccedil;&atilde;o sobre o faturamento [cumulativa, que incide sobre v&aacute;rias etapas da produ&ccedil;&atilde;o]. J&aacute; a ind&uacute;stria sugeriu que a tributa&ccedil;&atilde;o se d&ecirc; sobre o valor adicionado [n&atilde;o cumulativa, que incide apenas em uma etapa da produ&ccedil;&atilde;o]&rdquo;, contou.<br />
<br />
Segundo Barbosa, at&eacute; agora, o governo s&oacute; definiu que a desonera&ccedil;&atilde;o valer&aacute; para toda a economia e que a al&iacute;quota da folha de pagamento n&atilde;o ser&aacute; zerada para preservar a fiscaliza&ccedil;&atilde;o e diminuir as chances de empres&aacute;rios sonegarem o pagamento das contribui&ccedil;&otilde;es para a Previd&ecirc;ncia.<br />
<br />
Ainda n&atilde;o foi decidido se a transi&ccedil;&atilde;o para as novas regras ser&aacute; r&aacute;pida ou demorada, nem se haver&aacute; al&iacute;quotas diferenciadas por setores, como no Simples Nacional, cuja al&iacute;quota (inclusive para a Previd&ecirc;ncia Social) varia conforme o setor de atua&ccedil;&atilde;o da micro e pequena empresas.<br />
<br />
Atualmente, as empresas pagam 20% da folha de pagamento para a Previd&ecirc;ncia Social. Somada a outras contribui&ccedil;&otilde;es, como os 2,5% para o Sistema S, os 2,5% para sal&aacute;rio educa&ccedil;&atilde;o e os 8% do Fundo de Garantia do Tempo de Servi&ccedil;o (FGTS), a tributa&ccedil;&atilde;o no Brasil varia de 34,30% a 39,80%.<br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 11.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Wed, 11 May 2011 23:00:23 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Trabalhador será ressarcido por gasto com lavagens]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2468]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_c7019cdbd739b76c5f82fd9bd7d866b8.JPG' alt='Trabalhador será ressarcido por gasto com lavagens' />				O frigor&iacute;fico JBS pagar&aacute; indeniza&ccedil;&atilde;o a ex-empregado como forma de ressarcimento pelas despesas que ele teve com a compra de produtos de limpeza para lavar o uniforme diariamente. O trabalhador receber&aacute; o equivalente a R$30 por m&ecirc;s nos &uacute;ltimos cinco anos em que prestou servi&ccedil;os para a empresa.<br />
<br />
A decis&atilde;o un&acirc;nime &eacute; da 5&ordf; turma do TST ao dar provimento a recurso de revista do empregado nesse ponto e restabelecer a senten&ccedil;a da vara do Trabalho de Cacoal /RO. Como observou o relator do processo, ministro Emmanoel Pereira, a empresa &eacute; respons&aacute;vel pela higieniza&ccedil;&atilde;o do uniforme que o empregado &eacute; obrigado a utilizar em servi&ccedil;o.<br />
<br />
Na a&ccedil;&atilde;o trabalhista, o empregado alegou que precisava de uma hora di&aacute;ria para fazer a lavagem do uniforme, que era de cor branca e ficava bastante sujo devido ao contato com produtos de origem animal. Pediu para receber como hora extra o tempo consumido na lavagem, pois essa tarefa era obriga&ccedil;&atilde;o do empregador, e para ser indenizado pelos gastos com sab&atilde;o em p&oacute;, &aacute;gua sanit&aacute;ria e amaciante para executar a limpeza.<br />
<br />
A ju&iacute;za da vara de Cacoal condenou a empresa ao ressarcimento e ainda deferiu o pagamento como hora extra de trinta minutos di&aacute;rios gastos para realizar a lavagem. A magistrada observou que o &uacute;ltimo sal&aacute;rio do empregado foi R$ 636,87 e, portanto, os gastos com produtos de limpeza pesavam no or&ccedil;amento familiar.<br />
<br />
J&aacute; o TRT da 14&ordf; regi&atilde;o isentou o frigor&iacute;fico do pagamento dessas parcelas. O TRT considerou imposs&iacute;vel remunerar o tempo despendido pela esposa do trabalhador na lavagem do uniforme, muito menos reembols&aacute;-lo pelas despesas com os produtos.<br />
<br />
No recurso ao TST, o trabalhador n&atilde;o apresentou exemplo de decis&atilde;o divergente relativa ao pagamento de horas extras pela lavagem do uniforme, um dos requisitos para a an&aacute;lise do m&eacute;rito da revista nesse ponto (o TRT concluiu que a esposa do trabalhador lavava o uniforme). Com rela&ccedil;&atilde;o ao reembolso dos gastos, a defesa do empregado juntou ac&oacute;rd&atilde;o do TRT ga&uacute;cho no sentido de que n&atilde;o era poss&iacute;vel atribuir ao empregado a despesa pela lavagem do uniforme. Assim, o ministro Emmanoel Pereira examinou apenas o m&eacute;rito do recurso quanto &agrave; indeniza&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
De acordo com o relator, os riscos do empreendimento devem ser assumidos pelo empregador (art. 2&ordm; da CLT - clique aqui) e, por consequ&ecirc;ncia, os custos da higieniza&ccedil;&atilde;o do uniforme que os empregados s&atilde;o obrigados a utilizar. Isso significa que n&atilde;o se pode impor ao trabalhador o custo decorrente da obriga&ccedil;&atilde;o do empregador de cuidar da higiene do estabelecimento. Nessas situa&ccedil;&otilde;es, a empresa deve arcar com o pagamento ou reembolso de eventuais despesas com a limpeza de uniformes de seus empregados.<br />
<br />
No caso, o empregado trabalhou nos setores de desossa, bucharia e mi&uacute;dos do frigor&iacute;fico, em que era exigido pela vigil&acirc;ncia sanit&aacute;ria o uso de uniforme limpo. O fato de a vestimenta ser de cor clara implicava a necessidade de lavagem praticamente todos os dias. Desse modo, o acr&eacute;scimo de despesas para o trabalhador a fim de realizar a lavagem &eacute; presumido, afirmou o relator.<br />
<br />
Tendo em vista que o ministro Emmanoel achou razo&aacute;vel o valor da indeniza&ccedil;&atilde;o concedido pela vara de Cacoal (R$30 por m&ecirc;s nos &uacute;ltimos cinco anos de servi&ccedil;o efetivo), n&atilde;o houve altera&ccedil;&atilde;o da quantia fixada. Por fim, a 5&ordf; Turma adotou o mesmo entendimento.<br />
<br />
Fonte: Migalhas - 11.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Trabalhador ser&aacute; ressarcido por gastos com lavagem de uniforme
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Wed, 11 May 2011 22:52:54 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Venda das férias é uma decisão do trabalhador]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2467]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				A 1&ordf; Turma do Tribunal Regional do Trabalho do Maranh&atilde;o condenou o Banco Santander a indenizar por dano moral ex-funcion&aacute;ria que foi obrigada a vender 10 dias de suas f&eacute;rias anuais. Segundo os desembargadores, a convers&atilde;o de 1/3 das f&eacute;rias em abono pecuni&aacute;rio &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o do trabalhador, e n&atilde;o uma ordem indireta imposta pelo empregador.<br />
<br />
O relator do caso, desembargador Jos&eacute; Evandro de Souza, considerou que a venda das f&eacute;rias &eacute; um direito disponibilizado ao funcion&aacute;rio, que pode usufru&iacute;-lo ou n&atilde;o, e que age com excesso aquele que o obriga a converter em dinheiro 10 dias de suas f&eacute;rias anuais, &quot;configurando-se ato il&iacute;cito causador de dano e ensejando a correspondente repara&ccedil;&atilde;o&quot;.<br />
<br />
Souza entendeu que &quot;a pr&aacute;tica &eacute; il&iacute;cita e apta a causar dano ao empregado (artigo 186 do C&oacute;digo Civil), levando-se em considera&ccedil;&atilde;o que as f&eacute;rias constituem um direito social, constitucionalmente assegurado (CF, art. 7&ordm;, XVII), que lhe abre in&uacute;meras possibilidades, tais como, renovar as energias, despender tempo maior para a fam&iacute;lia e interagir com aqueles que integram seu c&iacute;rculo social, al&eacute;m de retornar ao posto de servi&ccedil;o em melhores condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas e mentais&quot;.<br />
<br />
Apesar de manter a senten&ccedil;a de primeiro grau quanto ao dano moral, o tribunal reduziu o valor para R$ 4.235,00, o que representa, para o desembargador, a m&eacute;dia aproximada do valor dos abonos pecuni&aacute;rios recebidos durante o contrato de trabalho.<br />
<br />
Caso - Os desembargadores julgaram recursos ordin&aacute;rio e adesivo interpostos pelo banco e pela ex-funcion&aacute;ria, contra a senten&ccedil;a da 1&ordf; Vara do Trabalho de S&atilde;o Lu&iacute;s, que condenou o banco a pagar &agrave; reclamante horas extras trabalhadas al&eacute;m da jornada legal de 8 horas di&aacute;rias, e indeniza&ccedil;&atilde;o por dano moral no valor de R$ 20 mil.<br />
<br />
O banco alegava que sua funcion&aacute;ria n&atilde;o fazia horas extras, que n&atilde;o havia provas conclusivas de dano moral, nem coa&ccedil;&atilde;o na compra de parte das f&eacute;rias dela, que sempre vendia 10 dias por vontade pr&oacute;pria.<br />
<br />
A funcion&aacute;ria, por sua vez, pedia o pagamento de 30 minutos extras na jornada di&aacute;ria de trabalho, diferen&ccedil;as salariais por ac&uacute;mulo de fun&ccedil;&otilde;es e equipara&ccedil;&atilde;o salarial com o ocupante do cargo de gerente de relacionamento pessoa jur&iacute;dica, ou seja, que exercia o mesmo cargo que ela.<br />
<br />
O desembargador indeferiu, por aus&ecirc;ncia de provas, os pedidos referentes a diferen&ccedil;as salariais e equipara&ccedil;&atilde;o salarial. Segundo ele, o ac&uacute;mulo de fun&ccedil;&otilde;es ocorre quando o empregado desenvolve atividades inerentes a mais de um cargo e de forma substancial, oque n&atilde;o foi provado no caso j&aacute; que o exerc&iacute;cio da fun&ccedil;&atilde;o de gerente de relacionamento n&atilde;o era estanque, nem constitu&iacute;do de uma &uacute;nica tarefa.<br />
<br />
Quanto &agrave; equipara&ccedil;&atilde;o salarial, o relator afirmou que cabia &agrave; empregada provar que desenvolvia as mesmas fun&ccedil;&otilde;es de outro empregado que tamb&eacute;m era gerente de relacionamento pessoa jur&iacute;dica, o que ela n&atilde;o fez. <br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 10.05.2011
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Tue, 10 May 2011 22:14:49 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Músicos querem órgão para fiscalizar Ecad]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2466]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				Shows, cinema, TV, r&aacute;dio, restaurantes e at&eacute; festa de casamento. Onde houver utiliza&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica de m&uacute;sica, o Ecad est&aacute; l&aacute; para cobrar direitos autorais para compositores, cantores, m&uacute;sicos e gravadoras.<br />
<br />
H&aacute; uma tabela fixa para cada situa&ccedil;&atilde;o. Por exemplo: um consult&oacute;rio no Rio, com uma sala de espera de 30 metros quadrados, se quiser m&uacute;sica ambiente paga R$ 63 por m&ecirc;s.<br />
<br />
O Escrit&oacute;rio Central de Arrecada&ccedil;&atilde;o e Distribui&ccedil;&atilde;o (Ecad) &eacute; uma entidade privada, institu&iacute;da por uma lei federal de 1973.<br />
<br />
No ano passado, o Ecad arrecadou quase R$ 433 milh&otilde;es e distribuiu R$ 346,5 milh&otilde;es para artistas e produtores.<br />
<br />
Segundo o escrit&oacute;rio, R$ 87 milh&otilde;es s&atilde;o referentes a taxas de administra&ccedil;&atilde;o e direitos que ficaram para ser pagos este ano.<br />
<br />
Tamb&eacute;m em 2010, dos R$ 342 mil artistas associados, 254 mil n&atilde;o receberam nada. De acordo com o Ecad, porque simplesmente suas m&uacute;sicas n&atilde;o tocaram em lugar algum.<br />
<br />
O m&eacute;todo usado pelo Ecad para arrecadar e distribuir direitos autorais &eacute; justo? Muitos artistas dizem que n&atilde;o e sugerem mudan&ccedil;as na lei que beneficiem quem cria e quem paga pela m&uacute;sica.<br />
<br />
O advogado Daniel Queiroz participa de um grupo, formado por cantores e compositores, que defende a cria&ccedil;&atilde;o de um &oacute;rg&atilde;o para fiscalizar o Ecad.<br />
<br />
&ldquo;Essa entidade tem um monop&oacute;lio legal para cobrar. Ent&atilde;o ela pode entrar na justi&ccedil;a para cobrar de usu&aacute;rios pela utiliza&ccedil;&atilde;o de obras musicais. S&oacute; que apesar de ter o monop&oacute;lio, ela n&atilde;o &eacute; fiscalizada pelo estado&rdquo;, explica o advogado Daniel Queiroz.<br />
<br />
O advogado diz ainda que a fiscaliza&ccedil;&atilde;o externa poderia evitar fraudes como a denunciada pelo Jornal O Globo.<br />
<br />
A reportagem revela que o Ecad pagou a um motorista ga&uacute;cho, quase R$ 130 mil pela composi&ccedil;&atilde;o de trilhas de filmes como Deus e o Diabo na Terra do Sol, o Pagador de Promessas e Macuna&iacute;ma. Ao jornal, ele disse nunca ter recebido o dinheiro.<br />
<br />
O cantor e compositor Ivan Lins lembra que em pa&iacute;ses como Fran&ccedil;a, Portugal e Estados Unidos, a distribui&ccedil;&atilde;o dos direitos &eacute; fiscalizada pelo governo.<br />
<br />
&ldquo;O Ecad arrecada bem e pela tecnologia que j&aacute; existe hoje essa distribui&ccedil;&atilde;o deveria estar muito mais avan&ccedil;ada e muito mais justa e transparente&rdquo;, fala o cantor.<br />
<br />
A superintendente do Ecad, Gl&oacute;ria Braga, diz que a cria&ccedil;&atilde;o de um &oacute;rg&atilde;o de fiscaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; desnecess&aacute;ria. &ldquo;N&atilde;o sabemos o que esse &oacute;rg&atilde;o iria fazer. O Ecad j&aacute; &eacute; fiscalizado normalmente, corriqueiramente pela Receita Federal e &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos das mais variadas origens&rdquo;.<br />
<br />
&ldquo;Essa supervis&atilde;o do Minist&eacute;rio vai ser necess&aacute;ria, vai ser de alguma acompanhar o que est&aacute; sendo feito, o que est&aacute; se produzindo e qual o resultado do trabalho que eles desenvolvem&rdquo;, afirma a ministra da Cultura, Ana de Hollanda.<br />
<br />
Fonte: H&eacute;lter Duarte - Jornal da Globo - 09.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Cantores e compositores defendem cria&ccedil;&atilde;o de &oacute;rg&atilde;o para fiscalizar Ecad
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Tue, 10 May 2011 22:09:26 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Empregada deve devolver remuneração paga a mais]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2465]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_371e3e32ffa9c0d86b3513011a397b2d.jpg' alt='Empregada deve devolver remuneração paga a mais' />				As diferen&ccedil;as salariais oriundas dos planos econ&ocirc;micos pagas indevidamente devem ser devolvidas. Foi o que decidiu a 8&ordf; Turma do Tribunal Superior do Trabalho ao obrigar uma empregada da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa a devolver o dinheiro recebido da institui&ccedil;&atilde;o. O TST reformou o entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 3&ordf; Regi&atilde;o (MG), que havia desobrigado a funcion&aacute;ria de devolver os valores.<br />
<br />
A relatora que analisou o recurso na Turma, ministra Dora Maria da Costa, avaliou que a decis&atilde;o do TRT violou o artigo 876 do C&oacute;digo Civil de 2002 (correspondente ao artigo 964 do C&oacute;digo Civil de 1916) e deu provimento ao recurso da UFV. Ela afirmou que a universidade tem o direito de &ldquo;ver desfeitos os atos executivos j&aacute; consumados, n&atilde;o constituindo &oacute;bices &agrave; devolu&ccedil;&atilde;o dos valores individualmente recebidos os princ&iacute;pios norteadores do Direito do Trabalho, a natureza alimentar dos valores a restituir ou a boa-f&eacute; da parte que os auferiu&rdquo;.<br />
<br />
Segundo a Maria da Costa, a responsabilidade do credor em restituir o valor recebido indevidamente, estabelecida no C&oacute;digo Civil, tamb&eacute;m ocorre na a&ccedil;&atilde;o rescis&oacute;ria que, considerada procedente, &ldquo;retira do mundo jur&iacute;dico o t&iacute;tulo executivo rescindido&rdquo;.<br />
<br />
A ministra reformou o ac&oacute;rd&atilde;o regional. Ela julgou improcedentes os pedidos formulados na a&ccedil;&atilde;o ordin&aacute;ria declarat&oacute;ria negativa de exist&ecirc;ncia de rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica tribut&aacute;ria e/ou de cr&eacute;dito decorrente do valor recebido pela empregada, em decorr&ecirc;ncia de decis&atilde;o judicial desconstitu&iacute;da por a&ccedil;&atilde;o rescis&oacute;ria, cassando, inclusive, a antecipa&ccedil;&atilde;o dos efeitos da tutela deferida. Seu voto foi seguido por unanimidade.<br />
<br />
De acordo com os autos, a quest&atilde;o come&ccedil;ou em 1980, quando empregados da UFV ajuizaram reclama&ccedil;&atilde;o trabalhista pedindo diferen&ccedil;as salariais relativas a planos econ&ocirc;micos. Eles obtiveram senten&ccedil;a favor&aacute;vel, confirmada pelo TRT. A universidade conseguiu reverter a decis&atilde;o, inicialmente, mediante a&ccedil;&atilde;o rescis&oacute;ria, mas acabou n&atilde;o tendo &ecirc;xito em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; devolu&ccedil;&atilde;o dos valores pagos.<br />
<br />
Segundo o ju&iacute;zo, a rescis&oacute;ria n&atilde;o assegurava t&iacute;tulo executivo em favor dela, nem determinava o cumprimento de ordem judicial de devolu&ccedil;&atilde;o das parcelas anteriormente pagas. Os valores j&aacute; quitados somente poderiam ser devolvidos por meio de a&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria &mdash; no caso, repeti&ccedil;&atilde;o de ind&eacute;bito.<br />
<br />
A universidade insistiu na cobran&ccedil;a e intimou os empregados administrativamente a devolverem as verbas recebidas. Inconformada, a empregada recorreu e conseguiu que seu nome n&atilde;o fosse inscrito na d&iacute;vida ativa, como havia alertado a empregadora. O ju&iacute;zo declarou, ainda, que n&atilde;o existia rela&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica de cr&eacute;dito decorrente dos valores recebidos. Com isso, a universidade ficou impedida de exigir a devolu&ccedil;&atilde;o dos valores pretendidos.<br />
<br />
A decis&atilde;o foi confirmada pelo TRT, com o entendimento de que a empregada n&atilde;o tinha mesmo a obriga&ccedil;&atilde;o de devolver a verba indevidamente recebida. A universidade recorreu ao TST e, finalmente, obteve a reforma da decis&atilde;o. <br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 09.05.2011
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 09 May 2011 21:38:57 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Apple se torna a marca mais valiosa do mundo]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2464]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_d75f2868cda940d8ecea461a06155160.jpg' alt='Apple se torna a marca mais valiosa do mundo' />				A Apple j&aacute; surpreendeu o mercado em 2010 ao ultrapassar a Microsoft no ranking da Millward Brown das marcas mais valiosas do mundo. Agora a empresa de Steve Jobs chama aten&ccedil;&atilde;o mais uma vez ao deixar o Google para tr&aacute;s e assumir o topo da lista.<br />
Leia Mais<br />
<br />
Os lan&ccedil;amentos do iPad e do iPhone 4 deram um incremento de 84% &agrave; companhia entre 2010 e 2011, com o valor de sua marca tendo chegado a US$ 153,3 bilh&otilde;es. A do Google, por outro lado, caiu 2%, para US$ 111,5 bilh&otilde;es.<br />
<br />
IBM, com crescimento de 17%, para US$ 100,8 bilh&otilde;es, McDonald&rsquo;s (23%, para US$ 81 bi) e Microsoft (2%, para US$ 78,2 bi) completam o top 5.<br />
<br />
A marca que mais cresceu no per&iacute;odo foi a do Facebook: 246%. Isso fez com que a cria&ccedil;&atilde;o de Mark Zuckerberg alcan&ccedil;asse a 35&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, com avalia&ccedil;&atilde;o de US$ 19,1 bi. Curiosamente, a segunda que mais cresceu foi a do buscador chin&ecirc;s Baidu (141%, para US$ 22,5 bi, na 29&ordf; posi&ccedil;&atilde;o), que estaria em conversa com o Facebook para levar a rede social ao pa&iacute;s.<br />
<br />
A Millward Brown leva v&aacute;rios aspectos em considera&ccedil;&atilde;o para chegar ao valor das marcas, entre eles a proje&ccedil;&atilde;o de ganhos futuros e o engajamento dos consumidores.<br />
<br />
Fonte: Exame.com - 09.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Apple passa Google e se torna marca mais valiosa do mundo
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Mon, 09 May 2011 21:34:23 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Receita aumenta apreensões na Tríplice Fronteira]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2463]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_32d7d8cd4ba4e40c38162101c569479c.jpg' alt='Receita aumenta apreensões na Tríplice Fronteira' />				Depois de intensificar as opera&ccedil;&otilde;es de fiscaliza&ccedil;&atilde;o na Tr&iacute;plice Fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai), a Receita Federal apreendeu nada menos que R$ 436,4 milh&otilde;es em produtos de contrabando ou piratas em 2010, em 2.223 a&ccedil;&otilde;es. Trata-se de um volume 80,78% maior que o registrado no ano anterior. Al&eacute;m de mercadorias, agentes alfandeg&aacute;rios confiscaram milhares de ve&iacute;culos, inclusive modelos de luxo usados por golpistas para tentar n&atilde;o despertar suspeitas ao longo da Ponte da Amizade. Outros, de t&atilde;o velhos - os contrabandistas sabem do risco de perd&ecirc;-los - acabam empilhados no dep&oacute;sito do Fisco em Foz do Igua&ccedil;u.<br />
<br />
Foram 7.245 autom&oacute;veis tirados de circula&ccedil;&atilde;o somente em 2010. Nos tr&ecirc;s primeiros meses deste ano, o n&uacute;mero de ve&iacute;culos recolhidos j&aacute; ultrapassa 2.500, sinal de que pode ser batido um novo recorde. As opera&ccedil;&otilde;es de apreens&atilde;o s&atilde;o verdadeiros thrillers de a&ccedil;&atilde;o, com direito a persegui&ccedil;&atilde;o noturna com lanchas, equipes em terra e dois helic&oacute;pteros. As aeronaves monitoram as embarca&ccedil;&otilde;es que recebem produtos no lado paraguaio do Rio Paran&aacute; e se dirigem para a margem brasileira, onde seus ocupantes tentam descarregar mercadorias em carros que s&atilde;o escondidos em dep&oacute;sitos.<br />
<br />
- Nesses casos, n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio termos um mandado de busca e apreens&atilde;o porque os contrabandistas s&atilde;o presos em flagrante - revelou o coordenador especial de Vigil&acirc;ncia e Repress&atilde;o da Receita Federal, Osmar Madeira.<br />
<br />
Imagens gravadas pela Receita durante as opera&ccedil;&otilde;es, &agrave;s quais O GLOBO teve acesso, mostram n&atilde;o s&oacute; embarques e desembarques de produtos (numa cena, um grupo enche o porta-malas de um ve&iacute;culo com mercadorias retiradas de um barco rec&eacute;m-chegado do Paraguai), mas tamb&eacute;m o momento em que um grupo de contrabandistas a bordo de uma lancha percebe que est&aacute; sendo monitorado e passa do ponto de recepta&ccedil;&atilde;o das mercadorias, buscando esconderijo em um canal pr&oacute;ximo, no lado brasileiro da fronteira.<br />
<br />
Eletroeletr&ocirc;nicos e cigarros s&atilde;o os mais contrabandeados - Os produtos contrabandeados mais recolhidos pelas autoridades no ano passado foram eletroeletr&ocirc;nicos (16%) e cigarros (13,01%, ou 120 milh&otilde;es de ma&ccedil;os), de acordo com um levantamento. Em terceiro lugar na lista, um grande motivo de preocupa&ccedil;&atilde;o: &oacute;culos de sol. Foram 6,5 milh&otilde;es de pares trazidos ilegalmente para o pa&iacute;s, em sua maioria piratas. &Oacute;culos de grau tamb&eacute;m t&ecirc;m sido importados de maneira ilegal, por conta das altas taxas de antidumping aplicadas sobre o produto, segundo Madeira.<br />
<br />
O escrit&oacute;rio da Luxottica em Roma, representante de marcas como a Ray-Ban, informou que a empresa tem agido contra a falsifica&ccedil;&atilde;o de seus produtos e que prepara uma a&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica para o Brasil a partir de junho. A empresa destacou que as c&oacute;pias de seus &oacute;culos podem fazer mal &agrave; vista e &agrave; pele.<br />
<br />
O contrabando de medicamentos tamb&eacute;m preocupa as autoridades brasileiras. Em 2010, cerca de 2 milh&otilde;es de rem&eacute;dios foram trazidos para o pa&iacute;s ilegalmente. Na lista dos preferidos dos criminosos est&atilde;o o Viagra e anabolizantes. Antes da quebra da patente do Viagra, quatro comprimidos custavam cerca de R$ 80, ou seja, R$ 20 por p&iacute;lula. Hoje, o pre&ccedil;o caiu para R$ 5 cada. O problema &eacute; que, no Paraguai, um comprimido sai por apenas R$ 0,80.<br />
<br />
Medicamentos falsos preocupam autoridades - Segundo o coordenador especial de Vigil&acirc;ncia e Repress&atilde;o da Receita, a maior parte dos medicamentos contrabandeados t&ecirc;m quantidade insuficiente do princ&iacute;pio ativo original em suas f&oacute;rmulas. A Receita chegou a apreender algumas cartelas de rem&eacute;dios contra o c&acirc;ncer que nada tinham para combater a doen&ccedil;a.<br />
<br />
Fabricante do Viagra, a Pfizer informou que toma v&aacute;rias medidas para evitar a falsifica&ccedil;&atilde;o de seus medicamentos, como lacres de seguran&ccedil;a. Como o medicamente &eacute; muito visado por falsificadores, adicionou um selo nas embalagens. &quot;A compra de medicamentos s&oacute; deve ser feita em estabelecimentos credenciados e id&ocirc;neos. Al&eacute;m disso, o paciente deve exigir sua nota fiscal. Essas s&atilde;o formas de garantir a proced&ecirc;ncia do que est&aacute; comprando&quot;, frisou o laborat&oacute;rio em uma nota.<br />
<br />
Os Estados Unidos divulgar&atilde;o nos pr&oacute;ximos dias a lista suja dos pa&iacute;ses que n&atilde;o t&ecirc;m feito o dever de casa contra a pirataria. O Brasil, que saiu da rela&ccedil;&atilde;o no ano passado, deve se manter assim, de acordo om Madeira. O pa&iacute;s &eacute; o &uacute;nico integrante do Brics (grupo que re&uacute;ne Brasil, R&uacute;ssia, &Iacute;ndia, China e &Aacute;frica do Sul) que dever&aacute; ficar fora da lista.<br />
<br />
Por&eacute;m, a Receita reconhece que seus agentes ainda est&atilde;o longe de ter acesso a todos os produtos que entram ilegalmente no pa&iacute;s. Para o presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI), Robson Andrade, em um momento no qual o real valorizado facilita as importa&ccedil;&otilde;es, o c&acirc;mbio tamb&eacute;m favorece o contrabando.<br />
<br />
- A ind&uacute;stria j&aacute; tem muita dificuldade para competir com o importado legal. Concorrer contra o pirata ou o contrabandeado &eacute; imposs&iacute;vel. Medidas duras devem ser adotadas para coibir as pr&aacute;ticas ilegais. &Eacute; um absurdo existir feiras de importados em Bras&iacute;lia e Belo Horizonte, onde todos sabem o que h&aacute; ali - disse Andrade.<br />
<br />
Segundo Andrade, essas feiras t&ecirc;m comerciantes que n&atilde;o pagam impostos nem encargos trabalhistas, e ainda competem com lojas cujos donos seguem a lei:<br />
<br />
- Se a ideia &eacute; gerar emprego e renda, seria melhor criar um shopping de produtos nacionais com isen&ccedil;&atilde;o de impostos. O que se faz hoje &eacute; cultivar o importado sem impostos.<br />
<br />
Fonte: O Globo - 08.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Receita aumenta apreens&otilde;es na Tr&iacute;plice Fronteira: produtos confiscados chegam a 80,78%
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Mon, 09 May 2011 21:30:06 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Mais de 5 mil produtos falsos são apreendidos]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2462]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				Mais de cinco mil produtos falsificados entre, &oacute;culos, celulares, roupas, bolsas e produtos eletr&ocirc;nicos foram apreendidos, nesta sexta-feira (6). Quatro comerciantes, todos de nacionalidade chinesa, foram levados para a Delegacia do Consumidor. <br />
<br />
Eles ir&atilde;o responder pelo crime de fraude ao com&eacute;rcio, que &eacute; vender mercadoria falsa como verdadeira. A pena varia de 6 meses a 2 anos de deten&ccedil;&atilde;o. O processo poder&aacute; ser respondido em liberdade. <br />
<br />
As mercadorias falsificadas estavam em oito estabelecimentos, sendo seis no Recife e dois em Caruaru, no Agreste do Estado.<br />
<br />
Fonte: PE360graus - 06.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Mais de 5 mil produtos falsificados s&atilde;o apreendidos no Recife e em Caruaru
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Sat, 07 May 2011 11:07:44 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Incidência de PIS e Cofins tem repercussão geral]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2461]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_b041bd2a14aff9440ce44a927c45a845.jpg' alt='Incidência de PIS e Cofins tem repercussão geral' />				A incid&ecirc;ncia do PIS (Programa de Integra&ccedil;&atilde;o Social) e da Cofins (Contribui&ccedil;&atilde;o para o Financiamento da Seguridade Social) em importa&ccedil;&atilde;o feita no contexto do Fundo de Desenvolvimento de Atividades Portu&aacute;rias (Fundap) vai ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal com Repercuss&atilde;o Geral. <br />
<br />
O relator do recurso, ministro Dias Toffoli, considerou que &quot;a mat&eacute;ria transcende o interesse subjetivo das partes e possui grande densidade constitucional&quot; ao discutir a incid&ecirc;ncia e se ela &quot;deve-se dar sobre o valor da presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os &mdash; na esteira das normas insertas na MP 2.158-35/2001 &mdash; ou sobre o valor da importa&ccedil;&atilde;o, que representar&aacute; o faturamento do adquirente&quot;.<br />
<br />
O Recurso Extraordin&aacute;rio que ser&aacute; julgado com a repercuss&atilde;o geral foi interposto por empresa vinculada ao Fundap contra ac&oacute;rd&atilde;o do Tribunal Regional Federal da 2&ordf; Regi&atilde;o, que entendeu que se ela recolhe ICMS (Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os) em seu nome, &eacute; destinat&aacute;ria do bem, e n&atilde;o simples consignat&aacute;ria.<br />
<br />
O TRF-2 concluiu que o caso n&atilde;o &eacute; de importa&ccedil;&atilde;o por conta e ordem de terceiros, e afastou a aplica&ccedil;&atilde;o das normas relacionadas &agrave; quest&atilde;o. Nelas s&atilde;o diferenciadas a situa&ccedil;&atilde;o do importador, que opera por conta e ordem de terceiros, daquele que importa em nome pr&oacute;prio, para fins de incid&ecirc;ncia do PIS e da Cofins na opera&ccedil;&atilde;o de importa&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
No RE, a autora sustenta que, apesar da aus&ecirc;ncia de percep&ccedil;&atilde;o de receita ou faturamento pela empresa, o tribunal manteve autua&ccedil;&otilde;es fiscais de PIS e Cofins sobre o valor de mercadorias importadas por conta e ordem de terceiros no &acirc;mbito do sistema Fundap. Para ela, esse ato violou regras constitucionais &quot;que confinam as cobran&ccedil;as de tais exa&ccedil;&otilde;es &agrave;s suas respectivas materialidades (art. 15, I, e 195, I, e sua al&iacute;nea &quot;b&quot;), a disposi&ccedil;&atilde;o da Lei Maior que estabelece os limites da atua&ccedil;&atilde;o da Justi&ccedil;a Federal (art. 109), al&eacute;m de conferir interpreta&ccedil;&atilde;o incompat&iacute;vel com a prescri&ccedil;&atilde;o inscrita no artigo 155, par&aacute;grafo 2&ordm;, IX, a, CF&quot;.<br />
<br />
Quanto &agrave; repercuss&atilde;o geral da mat&eacute;ria, a empresa argumenta que a solu&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria tem proje&ccedil;&atilde;o sobre todo o com&eacute;rcio exterior centrado na utiliza&ccedil;&atilde;o do sistema portu&aacute;rio do Esp&iacute;rito Santo, j&aacute; que as importa&ccedil;&otilde;es por conta e ordem de terceiros, al&eacute;m de representarem a quase totalidade de tais neg&oacute;cios, ainda movimentam cifras consider&aacute;veis.<br />
<br />
Com rela&ccedil;&atilde;o aos aspectos sociais e pol&iacute;ticos da hip&oacute;tese, alega que a continuidade das importa&ccedil;&otilde;es &mdash; por conta e ordem de terceiros e suas confirma&ccedil;&otilde;es dentro de carga tribut&aacute;ria adequada que delas afasta a ideia de PIS e de Cofins antes do advento da Lei 10.865/04 &mdash; resguarda a integridade de v&aacute;rias empresas.<br />
<br />
Do prisma jur&iacute;dico, considera que &quot;as investidas tributantes devem ser repelidas por n&atilde;o se mostrarem afinadas com c&acirc;nones constitucionais, tidos por violados&quot;. <br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 04.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Wed, 04 May 2011 20:05:46 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Apple e Samsung brigam na Justiça por patentes]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2460]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_5f7fd164bf5106962c592b9ece7c0bc2.jpg' alt='Apple e Samsung brigam na Justiça por patentes' />				&quot;Em vez de adotar um desenvolvimento de produto independente, a Samsung escolheu copiar servilmente a tecnologia inovadora da Apple, as distintas interfaces de usu&aacute;rio e o design elegante e diferenciado de produtos e embalagens, numa viola&ccedil;&atilde;o dos valiosos direitos de propriedade da Apple.&quot;<br />
<br />
Foi com essas palavras duras que a Apple anunciou, no fim do m&ecirc;s passado, o processo que move na Justi&ccedil;a dos EUA contra a Samsung. A a&ccedil;&atilde;o surpreendeu pelo fato de a empresa coreana ser uma das principais fornecedoras de componentes, como processadores e unidades de armazenamento, para os produtos da companhia fundada por Steve Jobs.<br />
<br />
Poucos dias depois, a Samsung contra-atacou a Apple processando-a ao mesmo tempo na Alemanha, na Coreia do Sul e no Jap&atilde;o, alegando viola&ccedil;&atilde;o de dez patentes, a maioria delas relacionadas a comunica&ccedil;&atilde;o sem fio.<br />
<br />
H&aacute; outras alega&ccedil;&otilde;es menos t&eacute;cnicas, como a de que a Apple teria violado a patente de &quot;um sistema de teclado de software que usa uma stylus [caneta] numa tela sens&iacute;vel ao toque&quot;.<br />
<br />
Na semana passada, a Samsung estendeu o processo &agrave; Justi&ccedil;a dos EUA.<br />
<br />
MIN&Uacute;CIAS - No longo documento da Apple, s&atilde;o listadas minuciosamente dezenas de ocasi&otilde;es em que a Samsung teria violado suas patentes.<br />
As acusa&ccedil;&otilde;es incluem at&eacute; detalhes da embalagem dos produtos envolvidos.<br />
<br />
Segundo a Apple, a Samsung copiou dela &quot;a caixa retangular com uma grande fotografia frontal do produto proeminentemente na superf&iacute;cie superior&quot;.<br />
<br />
E ainda: a Samsung teria usado um &quot;design que acomoda os produtos para fazer com que eles fiquem imediatamente vis&iacute;veis quando se abre a caixa&quot;.<br />
Um dos principais alvos da Apple &eacute; a interface propriet&aacute;ria TouchWiz, que a Samsung acrescenta a seus celulares com Android.<br />
<br />
No processo, a empresa de Jobs coloca, lado a lado, &iacute;cones semelhantes do iPhone e da TouchWiz.<br />
&quot;A c&oacute;pia &eacute; t&atilde;o clara que [os dispositivos da Samsung] parecem ser produtos reais da Apple&quot;, diz o documento.<br />
<br />
LIMITES - No an&uacute;ncio dos resultados financeiros da Apple, poucos dias depois da abertura do processo, Tim Cook, atual executivo-chefe da empresa durante a licen&ccedil;a de Jobs, afirmou n&atilde;o esperar que o processo abale a rela&ccedil;&atilde;o entre as duas empresas.<br />
<br />
&quot;Somos o maior cliente da Samsung e a Samsung &eacute; uma fornecedora de componentes muito valiosa para n&oacute;s. Esperamos que essa rela&ccedil;&atilde;o forte continue&quot;, afirmou.<br />
<br />
E finalizou: &quot;&Agrave; parte disso, sentimos que a divis&atilde;o de comunica&ccedil;&otilde;es m&oacute;veis da Samsung passou dos limites.&quot;<br />
<br />
Fonte: Folha de S. Paulo - 04.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Parceiras, Apple e Samsung brigam na Justi&ccedil;a por patentes
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Wed, 04 May 2011 19:47:24 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Com 68 anos, CLT ainda deve passar por mudanças]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2459]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_08ecfd3b3c9f20e33a8db8e98905eef0.jpg' alt='Com 68 anos, CLT ainda deve passar por mudanças' />				Como boa norma que acompanha o desenvolvimento da realidade em que atua, nos seus 68 anos, completados no domingo (1&deg;/5), a Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT) j&aacute; mudou muito. Mais de 200 vezes. E para n&atilde;o perder o ritmo, especialistas acreditam que ela deve continuar mudando. Eles s&atilde;o un&acirc;nimes: a ordem do dia &eacute; a reforma sindical.<br />
<br />
A pluralidade sindical, que permite a representa&ccedil;&atilde;o de uma mesma categoria por mais de um sindicato, &eacute; defendida pelo advogado e professor da FGV e PUC-SP, Paulo S&eacute;rgio Jo&atilde;o. Para ele, o atual modelo de organiza&ccedil;&atilde;o sindical &eacute; t&atilde;o apegado &agrave; lei e ao &ldquo;conforto&rdquo; da representa&ccedil;&atilde;o por categoria, que s&oacute; alterar a CLT &ldquo;n&atilde;o elimina problemas nem moderniza a rela&ccedil;&atilde;o de trabalho&rdquo;. Ele defende que seja mudada a pr&oacute;pria Constitui&ccedil;&atilde;o Federal no que diz respeito &agrave; estrutura sindical e a alguns direitos individuais que &ldquo;criam um engessamento na din&acirc;mica trabalhista&rdquo;.<br />
<br />
Segundo o presidente da ANDT (Academia Nacional de Direito do Trabalho), e professor da USP e do Mackenzie, Nelson Mannrich, a reforma n&atilde;o interessa a muitos dirigentes sindicais e empres&aacute;rios porque, com ela, os trabalhadores produziriam as normas que os regem (salvo as de ordem p&uacute;blica absoluta) junto com o Estado, por meio de contrato coletivo, e isso aumentaria a efetividade das leis.<br />
<br />
Vanguarda - A Comiss&atilde;o que redigiu a CLT foi montada em 1942 pelo ministro do Trabalho, Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio, Alexandre Marcondes Filho, e dela fizeram parte Arnaldo S&uuml;ssekind, Rego Monteiro, Segada Viana, Dorval Lacerda e Oscar Saraiva. O trabalho foi publicado no Decreto-Lei 5.452, de 1&ordm; de maio de 1943 e entrou em vigor em novembro do mesmo ano, protegendo os trabalhadores urbanos. Os rurais e dom&eacute;sticos s&oacute; foram regulamentados h&aacute; pouco mais de 30 anos, respectivamente nas leis 5.889/1973 e 5.859/1972.<br />
<br />
Segundo o advogado Roberto Caldas Alvim de Oliveira, da Advocacia Maciel, quando a CLT foi criada, o ordenamento jur&iacute;dico nacional recebeu pr&aacute;ticas modernas para a &eacute;poca, como a oralidade, invers&atilde;o do &ocirc;nus da prova, e jus postulandi. Para o estudioso, a cr&iacute;tica de que ela seria uma poss&iacute;vel c&oacute;pia da Carta del Lavoro italiana n&atilde;o se sustenta, j&aacute; que foi devidamente adaptada ao nosso ambiente jur&iacute;dico e &agrave;s caracter&iacute;sticas brasileiras.<br />
<br />
Falta de di&aacute;logo - Segundo Mannrich, &ldquo;nossa legisla&ccedil;&atilde;o &eacute; monop&oacute;lio exclusivo do Estado, sem espa&ccedil;o adequado para negocia&ccedil;&atilde;o coletiva, &eacute; minuciosa ao extremo, formalista e distante da realidade que deve regular, quando n&atilde;o muitas vezes irracional&rdquo;. Por conta disso, &ldquo;falta efetividade ao nosso sistema de rela&ccedil;&otilde;es trabalhistas, extremamente conflituoso&rdquo;.<br />
<br />
Para ele, com a legisla&ccedil;&atilde;o como est&aacute;, sem um sistema eficiente de negocia&ccedil;&atilde;o coletiva nem mecanismos de solu&ccedil;&atilde;o de conflitos nos pr&oacute;prios locais de trabalho, n&atilde;o adianta aumentar o n&uacute;mero de varas, ju&iacute;zes ou desembargadores para acelerar os tr&acirc;mites. O n&uacute;mero de reclama&ccedil;&otilde;es trabalhistas continuar&aacute; a crescer.<br />
<br />
Direitos sociais - Sobre a cr&iacute;tica de que a CLT seria anacr&ocirc;nica e excessivamente protecionista do trabalhador, Luciano Athayde Chaves, presidente da Anamatra (Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Magistrados da Justi&ccedil;a do Trabalho),explica que o Brasil ainda descumpre muitas das normas trabalhistas, e, nesse sentido, &ldquo;em um pa&iacute;s com trabalhadores sem registro e sem exercer seus direitos, n&atilde;o se pode afirmar anacronismo&rdquo;.<br />
<br />
Para ele, a norma &ldquo;faz parte de um contexto de inclus&atilde;o progressivo, na medida em que o problema que existe &eacute; de exclus&atilde;o social, do qual ela n&atilde;o &eacute; nem culpada nem a solu&ccedil;&atilde;o total&rdquo;. O juiz explica que a CLT &ldquo;traz direitos sociais que hoje podem ser considerados como de natureza universal, como os de prote&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de do trabalhador, &agrave; irredutibilidade e equipara&ccedil;&atilde;o salarial&rdquo;. Ele observa que sociedades com alta inclus&atilde;o social observam direitos como estes.<br />
<br />
Chaves tamb&eacute;m defende a lei das cr&iacute;ticas de que o sal&aacute;rio seria muito protegido, porque o Brasil compete com outros mercados. Ele explica que o sal&aacute;rio m&eacute;dio no pa&iacute;s &eacute; menor do que o na Europa e nos Estados Unidos, mas maior do que na China. &ldquo;Vamos nos comparar com pa&iacute;ses com pouca aplica&ccedil;&atilde;o de direitos sociais? O Brasil tem que se espalhar em exemplos de padr&atilde;o de vida melhor, e n&atilde;o em culturas que permitem explora&ccedil;&atilde;o&rdquo;, questiona.<br />
<br />
Jo&atilde;o concorda com Chaves ao dizer que &ldquo;a rela&ccedil;&atilde;o capital e trabalho sempre ter&aacute; uma tend&ecirc;ncia de protecionismo para equil&iacute;brio da desigualdade existente&rdquo;. No Brasil, ele diz, este aspecto &eacute; mais valorizado porque a CLT foi feita nesse sentido de equilibrar as rela&ccedil;&otilde;es, &ldquo;ao lado de sindicatos acomodados e sem express&atilde;o de representatividade&rdquo;.<br />
<br />
Reconhecendo que a lei n&atilde;o &eacute; capaz de resolver o desequil&iacute;brio, o advogado entende que a interpreta&ccedil;&atilde;o dela, feita pela Justi&ccedil;a do Trabalho, tem criado uma jurisprud&ecirc;ncia extremamente rica, sempre adaptando a situa&ccedil;&atilde;o de fato aos princ&iacute;pios.<br />
<br />
Caminho das mudan&ccedil;as - Segundo Jo&atilde;o, o grande n&uacute;mero de mudan&ccedil;as (de cada cinco dos 922 artigos, um j&aacute; foi alterado) da CLT &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia de seu formato, que &eacute; mais din&acirc;mico do que um c&oacute;digo, e permitiu adapta&ccedil;&otilde;es peri&oacute;dicas e por cap&iacute;tulo. <br />
<br />
O professor cita, como exemplo, o cap&iacute;tulo de f&eacute;rias anuais remuneradas Decreto Legislativo 47/1981) e, mais recentemente, o contrato de aprendizagem (Lei 10.097/2000). Tamb&eacute;m foi inserida a compensa&ccedil;&atilde;o anual (Lei 9.601/1998), que permitiu a cria&ccedil;&atilde;o do banco de horas, e, por medida provis&oacute;ria, o contrato de trabalho a tempo parcial e a suspens&atilde;o do contrato de trabalho (MP 2.164-41/2001).<br />
<br />
Para ele, as mudan&ccedil;as, tanto materiais quanto processuais da lei, foram impulsionadas pelas altera&ccedil;&otilde;es nas Constitui&ccedil;&otilde;es Federais, que, com o passar dos anos, extinguiram a representa&ccedil;&atilde;o classista e ampliaram o campo de compet&ecirc;ncia da Justi&ccedil;a do Trabalho, que passou a cuidar n&atilde;o s&oacute; de rela&ccedil;&atilde;o entre empregado e empregador, mas tamb&eacute;m de rela&ccedil;&otilde;es de trabalho em geral, inclusive em quest&otilde;es sindicais, antigamente decididas pela Justi&ccedil;a comum.<br />
<br />
As sugest&otilde;es - A &uacute;ltima mudan&ccedil;a da CLT aconteceu com a Lei 12.347 de 10 de dezembro de 2010, que revogou o artigo 508 da Consolida&ccedil;&atilde;o, que considerava justa causa, &ldquo;para efeito de rescis&atilde;o de contrato de trabalho de empregado banc&aacute;rio, a falta contumaz de pagamento de d&iacute;vidas legalmente exig&iacute;veis&rdquo;.<br />
<br />
Apesar de acreditar que a CLT &eacute; o &ldquo;melhor instrumento material e processual do ordenamento jur&iacute;dico nacional&rdquo;, Oliveira sugere que, al&eacute;m da reforma sindical, ela precisa ser constantemente revista para acompanhar as novas situa&ccedil;&otilde;es entre empregador e empregado. Esse seria o caso da cria&ccedil;&atilde;o de uma previs&atilde;o legal para a terceiriza&ccedil;&atilde;o, para um procedimento de execu&ccedil;&atilde;o mais &aacute;gil e efetivo, e para prever um melhor aparelhamento dos sindicatos profissionais.<br />
<br />
Da mesma forma, Chaves entende que a parte processual do diploma legal deve ser melhorada. Para ele, devem ser aproveitados avan&ccedil;os na teoria do processo, para permitir, por exemplo, que no cumprimento da decis&atilde;o a cita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja feita por oficial de Justi&ccedil;a. Segundo ele, esta &ldquo;&eacute; uma forma de cita&ccedil;&atilde;o que podia ser melhorada&rdquo;.<br />
<br />
O juiz tamb&eacute;m lembra que o leil&atilde;o judicial previsto na legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista &eacute; ineficiente hoje em dia, e que o C&oacute;digo de Processo Civil prev&ecirc; o leil&atilde;o eletr&ocirc;nico. Al&eacute;m disso, lembra de que novas tecnologias poderiam ser melhor aproveitadas pela lei, quanto ao sistema de registro dos trabalhadores e &agrave; forma f&iacute;sica da CTPS (Carteira de Trabalho e Previd&ecirc;ncia Social).<br />
<br />
Mannrich, por sua vez, acrescenta que h&aacute; valores que, apesar de n&atilde;o terem sido apreendidos na &eacute;poca em que foi criada, ainda n&atilde;o foram introduzidos pela CLT, como &eacute; o caso dos direitos de personalidade, trazidos pela Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988. A intimidade e privacidade do empregado tem sido defendida por meio de a&ccedil;&otilde;es por danos morais.<br />
<br />
Fonte: Gabriela Rocha - Consultor Jur&iacute;dico - 03.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Tue, 03 May 2011 20:38:56 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Erro no IR de empresa gera indenização]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2458]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				<br />
A empresa Sulcargas Transportes ter&aacute; que pagar R$ 7,1 mil por danos morais e materiais a um caminhoneiro porque declarou &agrave; Receita Federal ter pago a ele o valor de R$ 8,5 mil no ano de 2004, sem ele jamais ter trabalhado para ela. A decis&atilde;o &eacute; da 2&ordf; C&acirc;mara de Direito Civil do Tribunal de Justi&ccedil;a de Santa Catarina.<br />
<br />
O relator, desembargador Luiz Carlos Freyesleben, considerou que o transtorno aconteceu &quot;pois o autor precisou justificar-se no &oacute;rg&atilde;o fiscal, de reconhecida rigidez, e, ainda que os fatos n&atilde;o se tenham tornado p&uacute;blicos a n&atilde;o ser pela boca do pr&oacute;prio autor, o dano moral brotou, diretamente, do ato ofensivo da r&eacute;, ao equivocar-se quanto &agrave; declara&ccedil;&atilde;o feita &agrave; Receita Federal&quot;.<br />
<br />
No cruzamento de informa&ccedil;&otilde;es, a Receita concluiu que o caminhoneiro sonegou Imposto de Renda e lan&ccedil;ou o d&eacute;bito tribut&aacute;rio, o que o obrigou a pagar R$ 2,1 mil para continuar a fazer fretes. Ele n&atilde;o pode trabalhar com essa atividade se tiver inscri&ccedil;&atilde;o no Cadin (Cadastro de Inadimplentes).<br />
<br />
A Sulcargas admitiu o equ&iacute;voco, que teria sido cometido pelo contador, e afirmou ter corrigido o erro com declara&ccedil;&atilde;o retificadora para solucionar o problema.<br />
<br />
Na senten&ccedil;a, foi determinado o pagamento de R$ 2 mil pelos danos morais e de R$ 2,1 mil correspondentes aos impostos pagos pelo caminhoneiro. Tanto o autor como a empresa recorreram da decis&atilde;o.<br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 03.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Erro no IR de empresa gera indeniza&ccedil;&atilde;o a trabalhador
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  			</description>
			<pubDate>Tue, 03 May 2011 20:33:45 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Os malefícios dos produtos falsificados]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2457]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_1e0e69083874db7f14beff0f9c9695cc.jpg' alt='Os malefícios dos produtos falsificados' />				Os preju&iacute;zos que a falsifica&ccedil;&atilde;o causa &agrave; ind&uacute;stria e aos cofres p&uacute;blicos n&atilde;o s&atilde;o novidade, entretanto, existem produtos em que o impacto financeiro &eacute; o menor dos problemas. A op&ccedil;&atilde;o por um exemplar n&atilde;o original de rem&eacute;dios, bebidas, t&ecirc;nis ou &oacute;culos &ndash; encontrados tanto em camel&ocirc;s quanto em lojas acima de qualquer suspeita &ndash; pode causar s&eacute;rios males &agrave; sa&uacute;de.<br />
<br />
Bebidas alco&oacute;licas piratas, por exemplo, s&atilde;o feitas com subst&acirc;ncias como iodo, &aacute;lcool et&iacute;lico e metanol, fabricadas sem qualquer padr&atilde;o de qualidade e armazenadas em locais impr&oacute;prios. De acordo com o m&eacute;dico gastroenterologista do Hospital Evang&eacute;lico em Curi&shy;tiba, Antonio Rocha Gon&ccedil;alves, a pessoa que consome bebida falsa pode acelerar o processo de degenera&ccedil;&atilde;o de &oacute;rg&atilde;os vitais. &ldquo;Al&eacute;m de intoxica&ccedil;&otilde;es e a possibilidade de desenvolver alergias, as bebidas falsificadas podem causar les&otilde;es no f&iacute;gado e no p&acirc;ncreas mais r&aacute;pido do que a bebida original&rdquo;, diz.<br />
<br />
J&aacute; quem compra um simples par de &oacute;culos de sol est&aacute; sujeito a doen&ccedil;as oculares como fotoalergia, pter&iacute;gio, ceratite, catarata, degenera&ccedil;&atilde;o da vis&atilde;o central e c&acirc;ncer de pele na regi&atilde;o das p&aacute;lpebras. No caso dos &oacute;culos de grau, existem riscos de irrita&ccedil;&atilde;o cut&acirc;nea, rea&ccedil;&otilde;es t&oacute;xicas e danos &agrave;s p&aacute;lpebras. &ldquo;Os &oacute;culos escuros falsos dilatam a pupila, o que aumenta a entrada de raios UVA e UVB, prejudiciais &agrave; sa&uacute;de&rdquo;, explica o oftalmologista Francisco Gru&shy;&shy;penmacher, professor da Ponti&shy;f&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica do Paran&aacute; (PUCPR).<br />
<br />
O t&ecirc;nis falsificado &ndash; produto em que a maioria dos compradores acredita que n&atilde;o oferece qualquer risco &agrave; integridade f&iacute;sica &ndash; tamb&eacute;m pode prejudicar o consumidor. De acordo com Birgit Keller, do Centro de Estudos em Exerc&iacute;cio e Esporte da Universidade Federal do Paran&aacute;, como n&atilde;o t&ecirc;m amortecimento, os exemplares piratas podem prejudicar as articula&ccedil;&otilde;es, principalmente calcanhar, joelhos e coluna. &ldquo;Cada superf&iacute;cie exige um cal&ccedil;ado adequado. E o falsificado n&atilde;o &eacute; adequado para nenhuma superf&iacute;cie&rdquo;, diz.<br />
<br />
A categoria mais perigosa &eacute; a dos medicamentos. Gru&shy;pen&shy;macher afirma que o maior problema dos rem&eacute;dios piratas &eacute; a falta de informa&ccedil;&atilde;o sobre a quantidade de droga ingerida. &ldquo;Voc&ecirc; pode estar ingerindo 500 miligramas, enquanto deveria tomar 250 miligramas. O risco tamb&eacute;m &eacute; a falta de conhecimento sobre os componentes da droga. A pessoa pode estar tomando um rem&eacute;dio que n&atilde;o &eacute; para uma certa doen&ccedil;a, ou melhor, os componentes do rem&eacute;dio podem n&atilde;o ser os necess&aacute;rios para o tratamento&rdquo;, explica.<br />
<br />
Fiscaliza&ccedil;&atilde;o - Segundo a Pol&iacute;cia Federal, as quadrilhas especializadas em piratas usam a mesma log&iacute;stica do contrabando de produtos como eletr&ocirc;nicos, itens de inform&aacute;tica e cigarros para entrar com a mercadoria no pa&iacute;s. A maior parte entra no Brasil de forma clandestina, via Paraguai. J&aacute; em territ&oacute;rio nacional, uma parte &eacute; interceptada em barreiras no Paran&aacute;, principalmente na regi&atilde;o de Foz, e em Santa Catarina, e durante fiscaliza&ccedil;&otilde;es em feiras e estabelecimentos comerciais no estado de S&atilde;o Paulo, considerado o centro de distribui&ccedil;&atilde;o para o restante do pa&iacute;s.<br />
<br />
Em Foz, s&oacute; no primeiro trimestre do ano, a delegacia da Receita Federal apreendeu, en&shy;&shy;tre outros, o equivalente a R$ 769&shy;&shy; mil em &oacute;culos de grau, escuros e de seguran&ccedil;a confiscados; R$ 545 mil em medicamentos &ndash; quase metade de todo o ano passado; R$ 4,3 mil em anabolizantes e outros R$ 27,5 mil em suplementos vitam&iacute;nicos.<br />
<br />
Falsifica&ccedil;&atilde;o &eacute; um mercado lucrativo e bem organizado - Se fosse uma empresa, a pirataria de produtos seria uma das mais bem-sucedidas do mundo. T&atilde;o lucrativa quanto o tr&aacute;fico de drogas ou de armas, a falsifica&ccedil;&atilde;o &eacute; uma institui&ccedil;&atilde;o organizada com presen&ccedil;a garantida em quase todos os mercados populares ao redor do globo. Possui uma rede eficiente de fabricantes, despachantes, atravessadores, vendedores, trabalha com produtos de diversos segmentos e tem um batalh&atilde;o garantido de consumidores.<br />
<br />
Al&eacute;m do impacto sanit&aacute;rio, o contrabando de medicamentos tamb&eacute;m causa um rombo econ&ocirc;mico. De acordo com estat&iacute;sticas da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Combate &agrave; Falsifica&ccedil;&atilde;o (ABCF), s&oacute; no caso da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica, o preju&iacute;zo chega a R$ 1 bilh&atilde;o por ano, apenas no Brasil. Mas como fazer com que as pessoas parem de fabricar, vender e consumir produtos piratas? Essa &eacute; uma pergunta que governo, empresas e organiza&ccedil;&otilde;es de combate &agrave; pirataria tentam responder.<br />
<br />
Por enquanto, paralelamente &agrave;s a&ccedil;&otilde;es de repress&atilde;o, os &oacute;rg&atilde;os tentam atuar na conscientiza&ccedil;&atilde;o. A Receita Federal, por exemplo, desenvolve campanhas de educa&ccedil;&atilde;o fiscal com palestras em escolas e universidades em que s&atilde;o abordadas as quest&otilde;es de sa&uacute;de, seguran&ccedil;a, economia e de meio ambiente direta e indiretamente afetadas pelo contrabando e o descaminho. O Conselho Nacional de Combate &agrave; Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), do Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a, incentiva a atua&ccedil;&atilde;o conjunta entre &oacute;rg&atilde;os especializados e a cria&ccedil;&atilde;o de leis que ajudem a inibir a atua&ccedil;&atilde;o ilegal. &ldquo;O pre&ccedil;o e o acesso sem receita m&eacute;dica ainda s&atilde;o os principais atrativos. As pessoas n&atilde;o pensam nas consequ&ecirc;ncias dessa pr&aacute;tica. Os riscos de uma doen&ccedil;a piorar ou mesmo de se contrair outra s&atilde;o muito grandes&rdquo;, alerta a secret&aacute;ria executiva do CNCP, Ana L&uacute;cia Gomes Medina.<br />
<br />
Na opini&atilde;o do presidente do F&oacute;rum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade, Edson Luiz Vismona, o controle de fronteiras, a mudan&ccedil;a na legisla&ccedil;&atilde;o e a conscientiza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o as principais armas contra a falsifica&ccedil;&atilde;o. &ldquo;A impunidade &eacute; um dos grandes problemas da pirataria. Precisamos urgente de uma nova legisla&ccedil;&atilde;o, mais dura. Tamb&eacute;m defendemos a contrata&ccedil;&atilde;o de mais agentes aduaneiros e a compra de equipamentos de fiscaliza&ccedil;&atilde;o mais modernos&rdquo;, diz.<br />
<br />
Fonte: Gabriel Azevedo e Fabiula Wurmeister - Gazeta do Povo - 03.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Tue, 03 May 2011 20:21:46 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Músicos e Ecad entram em guerra de informações]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2456]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_e22ac932ce1ae501ddd21263bb5fb027.jpg' alt='Músicos e Ecad entram em guerra de informações' />				<br />
As suspeitas de irregularidades no Escrit&oacute;rio Central de Arrecada&ccedil;&atilde;o de Direitos (Ecad) ganharam nova for&ccedil;a, nas duas &uacute;ltimas semanas, depois das den&uacute;ncias trazidas &agrave; tona pela m&iacute;dia.<br />
<br />
Casos como o de Milton Coitinho dos Santos, de Bag&eacute; (RS), e o da fam&iacute;lia Silva, de Belo Horizonte (MG), que receberiam por m&uacute;sicas que n&atilde;o compuseram, t&ecirc;m causado certa perplexidade.<br />
<br />
Uma pergunta, por&eacute;m, parece t&atilde;o relevante quanto aquela que diz respeito ao destino do dinheiro pago aos compositores-laranja.<br />
<br />
Por que, de repente, esses casos, todos antigos, se tornaram p&uacute;blicos?<br />
<br />
Ex-integrantes do Minist&eacute;rio da Cultura (Minc) e m&uacute;sicos ouvidos pela reportagem, em off, atribuem as den&uacute;ncias a uma guerra de informa&ccedil;&otilde;es que tem o objetivo de pressionar os novos integrantes da pasta e o Congresso Nacional a levar adiante a reforma do direito autoral.<br />
<br />
O projeto de lei estava sendo tocado pelo governo Lula e a ministra Ana de Hollanda, logo que assumiu, anunciou ter o desejo de rev&ecirc;-lo.<br />
<br />
Na primeira entrevista concedida &agrave; imprensa, em dezembro passado, Hollanda afirmou que o minist&eacute;rio n&atilde;o podia ser radical.<br />
<br />
&quot;A chamada flexibiliza&ccedil;&atilde;o do direito autoral existe na pr&aacute;tica. Um artista pode liberar suas m&uacute;sicas. Mas n&atilde;o podemos abrir m&atilde;o do direito autoral&quot;, disse Hollanda.<br />
<br />
Quando questionada sobre a proposta de seu antecessor, Juca Ferreira, de criar um &oacute;rg&atilde;o fiscalizador para o Ecad, reagiu: &quot;N&atilde;o vejo a possibilidade de subordinar uma entidade de classe ao Poder Executivo&quot;.<br />
<br />
Procurada pela reportagem para comentar as suspeitas de irregularidade no Ecad e a posi&ccedil;&atilde;o do MinC, a ministra n&atilde;o respondeu at&eacute; o fechamento desta edi&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
A&Ccedil;&Otilde;ES - O Ecad, que re&uacute;ne v&aacute;rias associa&ccedil;&otilde;es de m&uacute;sicos, enfrenta algumas de a&ccedil;&otilde;es na Justi&ccedil;a. Dentre as empresas que questionam os valores pagos &agrave; entidade est&atilde;o alguns grupos de exibidores de cinema e a Rede Globo.<br />
<br />
Na &uacute;ltima sexta-feira, na tentativa de sair na frente na guerra de informa&ccedil;&otilde;es, o pr&oacute;prio Ecad divulgou estar investigando o &quot;caso da fam&iacute;lia Silva&quot;. A atitude foi uma rea&ccedil;&atilde;o aos telefonemas de alguns jornalistas, da Folha, inclusive, que haviam procurado a entidade para apurar a den&uacute;ncia feita por m&uacute;sicos.<br />
<br />
Localizada pelo jornal &quot;O Globo&quot;, a fam&iacute;lia Silva contou que, ao contr&aacute;rio de Coutinho, que disse &agrave; Folha nem gaita tocar, &eacute;, sim, ligada &agrave; m&uacute;sica.<br />
<br />
&quot;Meu marido &eacute; m&uacute;sico h&aacute; anos e tem 35 CDs&quot;, afirmou Laurinda Nascimento Vieira da Silva. <br />
<br />
Fonte: Folha de S. Paulo - 03.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Tue, 03 May 2011 20:10:08 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Centenária, IBM vira fábrica de patentes no Brasil]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2455]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_767d2265b4f50a102a79dbbc9022339c.jpg' alt='Centenária, IBM vira fábrica de patentes no Brasil' />				&quot;Imagine se tiv&eacute;ssemos parado de inovar na &eacute;poca do rel&oacute;gio de ponto?&quot;, pergunta o diretor de tecnologia da subsidi&aacute;ria brasileira da IBM Jos&eacute; Carlos Duarte. O produto usado como exemplo pelo executivo mostra que a americana IBM nunca parou no tempo e soube se reinventar ao longo de seus cem anos de exist&ecirc;ncia. No Brasil, no entanto, a inova&ccedil;&atilde;o nem sempre esteve em pauta. Durante 91 anos, at&eacute; 2008, a filial brasileira havia registrado apenas quatro patentes, fato que mostra que pesquisa e desenvolvimento n&atilde;o era o foco local.<br />
<br />
Hoje, o Brasil tem posi&ccedil;&atilde;o de destaque no cen&aacute;rio global da IBM. No ano passado, o pa&iacute;s foi o terceiro no ranking mundial de patentes registradas na &aacute;rea de servi&ccedil;os, atr&aacute;s apenas de Estados Unidos e Jap&atilde;o. O resultado faz parte de uma mudan&ccedil;a de postura da subsidi&aacute;ria. No in&iacute;cio do ano, foi criado um programa que libera os funcion&aacute;rios de suas fun&ccedil;&otilde;es convencionais durante, no m&iacute;nimo, duas horas por semana, para que se foquem em projetos de inova&ccedil;&atilde;o. Apesar de ser volunt&aacute;rio, o programa est&aacute; dando resultado.<br />
<br />
Hoje, o pa&iacute;s tem 36 patentes registradas ao todo e projetos exportados. Um deles &eacute; um sistema que controla, a partir de Hortol&acirc;ndia (SP), a opera&ccedil;&atilde;o de programas da IBM usados em suas clientes. &quot;Automatizamos a opera&ccedil;&atilde;o e colocamos intelig&ecirc;ncia para evitar paradas&quot;, diz Duarte. O sistema foi patenteado e agora est&aacute; sendo replicado pelo mundo. Atualmente, h&aacute; quatro executivos da companhia no pa&iacute;s que tiveram mais de cinco patentes registradas.<br />
<br />
Um deles &eacute; Lucas Gon&ccedil;alvez, gerente de programas da IBM.<br />
<br />
Jovem, o executivo &eacute; exemplo de um p&uacute;blico do qual a companhia quer estar pr&oacute;xima. &quot;A gera&ccedil;&atilde;o que est&aacute; se formando agora n&atilde;o teve contato com a IBM como consumidor final.<br />
<br />
Eles n&atilde;o sonham em trabalhar aqui&quot;, diz Duarte. Isto acontece porque, em 2004, a companhia vendeu a divis&atilde;o de PCs para a Lenovo, se focando no mercado corporativo, o que fez com que a marca se distanciasse do dia a dia do consumidor final. O executivo afirma que pol&iacute;ticas como a de incentivo &agrave; inova&ccedil;&atilde;o ajudam a empresa centen&aacute;ria a se aproximar de talentos da nova gera&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
O assunto inova&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m ganhou mais for&ccedil;a na IBM h&aacute; cerca de seis meses, quando o Brasil venceu a concorr&ecirc;ncia mundial para abrigar um novo laborat&oacute;rio da empresa no mundo. A escolha n&atilde;o surpreenderia n&atilde;o fosse o fato da matriz ter analisado cerca de 70 pa&iacute;ses at&eacute; fazer sua op&ccedil;&atilde;o. Foi pelo laborat&oacute;rio que deu origem ao projeto da central de gerenciamento de informa&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, no Rio de Janeiro. A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; melhorar a resposta da prefeitura em situa&ccedil;&otilde;es de emerg&ecirc;ncia, como inunda&ccedil;&otilde;es e deslizamentos.<br />
<br />
O conceito de &quot;cidade inteligente&quot;, utilizado no centro de gerenciamento do Rio, &eacute; o maior foco da IBM na &aacute;rea de pesquisa no Brasil. No momento, a empresa est&aacute; trabalhando em um projeto de um estacionamento voltado para os grandes eventos esportivos, sobre o qual n&atilde;o d&aacute; mais detalhes.<br />
<br />
Inventores de fora N&atilde;o &eacute; s&oacute; no Brasil que a empresa est&aacute; intensificando a pol&iacute;tica de inova&ccedil;&atilde;o. Inventores que moram fora dos EUA contribu&iacute;ram com mais de 22% das patentes registradas pela empresa em 2010, aumento de 27% em rela&ccedil;&atilde;o aos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Uma das patentes registradas foi do sistema unificado de reclama&ccedil;&otilde;es de companhias de seguros .<br />
<br />
Outro exemplo &eacute; a tecnologia que permite que chips de PCs se comuniquem por pulsos de luz ao inv&eacute;s de sinais el&eacute;tricos.<br />
<br />
Fonte: Carolina Pereira - Brasil Econ&ocirc;mico - 03.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Tue, 03 May 2011 20:06:57 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Aprovada venda de patentes da Nortel para o Google]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2454]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_9258d8d18e787a7054a92e7a47d792b4.jpg' alt='Aprovada venda de patentes da Nortel para o Google' />				A Nortel Networks afirmou que recebeu a aprova&ccedil;&atilde;o da justi&ccedil;a dos Estados Unidos e do Canad&aacute; para vender suas patentes tecnol&oacute;gicas para o Google, em uma transa&ccedil;&atilde;o envolvendo US$ 900 milh&otilde;es. A informa&ccedil;&atilde;o foi divulgada pela ag&ecirc;ncia de not&iacute;cias Reuters.<br />
<br />
Mesmo com a aprova&ccedil;&atilde;o, a Nortel informou que a justi&ccedil;a permitir&aacute; que outras empresas apresentem propostas para compra das patentes da companhia, com valores mais altos do que os propostos pelo Google, at&eacute; dia 13 de junho.<br />
A transa&ccedil;&atilde;o para compra de patentes faz parte do processo de prote&ccedil;&atilde;o contra fal&ecirc;ncia da Nortel.<br />
<br />
Uma decis&atilde;o final deve ser emitida em 20 de junho<br />
<br />
<br />
Fonte: Olhar Digital - 02.05.2011<br />
T&iacute;tulo original: Justi&ccedil;a aprova venda de patentes da Nortel para o Google, por US$ 900 milh&otilde;es
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Tue, 03 May 2011 09:58:03 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Receita pode exigir selo de controle para vinhos]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2453]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_84399e2ebe4c8fb8408c0e341bf4c6a9.jpg' alt='Receita pode exigir selo de controle para vinhos' />				O selo de controle especial para vinhos importados, institu&iacute;do pela Instru&ccedil;&atilde;o Normativa RFB 1.026/2010, deve ser exigido. A decis&atilde;o &eacute; da presid&ecirc;ncia do Tribunal Regional Federal da 1&ordf; Regi&atilde;o ao suspender uma liminar, obtida em primeira inst&acirc;ncia pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Exportadores e Importadores de Alimentos e Bebidas (ABBA), que dispensava a exig&ecirc;ncia do selo.<br />
<br />
O presidente do TRF-1, desembargador Olindo Menezes, considerou que a liminar interferia na fiscaliza&ccedil;&atilde;o e controle do com&eacute;rcio de vinhos no pa&iacute;s. Segundo o desembargador, a decis&atilde;o liminar permite que ocorram crimes como o de descaminho, j&aacute; que &ldquo;afasta justamente um instrumento auxiliar, por&eacute;m muito eficaz, da atividade fiscalizat&oacute;ria&rdquo;. &ldquo;O resultado, vis&iacute;vel a olho nu, ser&aacute; a grande perda na arrecada&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria, acarretando graves preju&iacute;zos &agrave; ordem econ&ocirc;mica, al&eacute;m de afetar o mercado de vinhos, com preju&iacute;zo da ind&uacute;stria nacional&rdquo;, concluiu.<br />
<br />
Segundo o procurador regional da Fazenda Nacional na 1&ordf; Regi&atilde;o, Luiz Fernando Juc&aacute; Filho, a decis&atilde;o &ldquo;restabelece e normaliza a fiscaliza&ccedil;&atilde;o da RFB em todo o pa&iacute;s, evitando que tenhamos no mercado produtos com selo e sem selo, sem possibilidade de distin&ccedil;&atilde;o dos legais daqueles ilegais, salvo se por rastreamento da cadeia de comercializa&ccedil;&atilde;o do produto e an&aacute;lise documental da introdu&ccedil;&atilde;o destes produtos no pa&iacute;s, o que tornaria a atividade fiscal no segmento lenta e onerosa&rdquo;.<br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 01.05.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Mon, 02 May 2011 19:51:22 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Incentivos à inovação são deixados de lado]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2452]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_2f467743f213e5d23cc861b22e857371.jpg' alt='Incentivos à inovação são deixados de lado' />				e acordo com o Instituto Nacional de Empreendedorismo e Inova&ccedil;&atilde;o (Inei), os empres&aacute;rios locais pouco conhecem e se utilizam das vantagens da chamada Lei do Bem (n&ordm; 11.196/2005). A legisla&ccedil;&atilde;o prev&ecirc; incentivos fiscais a empresas que desenvolvem inova&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas, na concep&ccedil;&atilde;o de produtos ou no processo de fabrica&ccedil;&atilde;o e agrega&ccedil;&atilde;o de novas funcionalidades ou caracter&iacute;sticas ao produto ou processo. Para a consultora da Inventta Intelig&ecirc;ncia e Inova&ccedil;&atilde;o, Manuela Soares, o principal problema para isso &eacute; que os empreendedores se prendem a um detalhe da lei que pode ser suplantado, caso haja um trabalho mais focado nos seus benef&iacute;cios.<br />
<br />
&#147;Para ter acesso aos incentivos previstos na Lei do Bem a empresa tem de ser optante do lucro real, que basicamente &eacute; feito por empresas de grande faturamento. Mas as menores, optantes do lucro presumido, tamb&eacute;m podem se beneficiar&#148;, comenta a especialista. Basicamente para se utilizar da lei, &eacute; necess&aacute;rio instalar na empresa um programa de inova&ccedil;&atilde;o, com projetos eficazes. &#147;Neste caso as pequenas podem vender um produto inovador para uma grande empresa e lembr&aacute;-la que, ao se utilizar de um servi&ccedil;o inovador ela poder&aacute; abater este investimento de seu imposto de renda.&#148;<br />
<br />
Alexandre Paup&eacute;rio, da consultoria Brain, destaca ainda que essa legisla&ccedil;&atilde;o prev&ecirc; que as empresas podem retirar 1/3 do que pagam de Imposto de Renda e contribui&ccedil;&atilde;o social para reverter a verba em projetos internos de inova&ccedil;&atilde;o. &#147;Imagine uma empresa que pagou R$ 1 milh&atilde;o de IR e contribui&ccedil;&otilde;es. Ent&atilde;o, com 30% ela teria R$ 300 mil para investir em inova&ccedil;&atilde;o. &Agrave;s vezes &eacute; at&eacute; melhor do que inscrever projetos em programas de subven&ccedil;&atilde;o e financiamento. &Eacute; um recurso adicional, fruto apenas de contabilidade&#148;, disse.<br />
<br />
Do ponto de vista de programas de apoio &agrave; inova&ccedil;&atilde;o, h&aacute; a expectativa de serem abertos ainda este m&ecirc;s o Primeira Empresa Inovadora (Prime) da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), al&eacute;m de seu edital de subven&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica. O Prime &eacute; para empresas com faturamento de at&eacute; R$ 120 mil e com at&eacute; dois anos de vida. Tem o objetivo de incentivar os planos de neg&oacute;cios e ponto de vista de mercado das empresas. J&aacute; o edital de subven&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica serve para empresas de qualquer porte e visa inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica. S&atilde;o recursos entre R$ 1 milh&atilde;o a R$ 10 milh&otilde;es.<br />
<br />
H&aacute; editais em aberto como o do Sesi/Senai, empresas industriais que tenham interesse em fazer parceria com o companhias do Sistema Ind&uacute;stria e que podem chegar a financiar at&eacute; R$ 400 mil por projeto. Tamb&eacute;m h&aacute; o Programa de Sustenta&ccedil;&atilde;o do Investimento (PSI), com R$ 1,7 bilh&atilde;o em caixa at&eacute; junho, atrav&eacute;s da Finep. No Estado ainda h&aacute; o Pappe Integra&ccedil;&atilde;o direcionado a pequenas empresas e coordenado pela Facepe.<br />
<br />
Fonte: Leonardo Spinelli - Jornal do Commercio - 01.05.2011
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  			</description>
			<pubDate>Sun, 01 May 2011 21:49:26 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Projeto quer criminalizar compra de pirataria]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2451]]></link>

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				<![CDATA[
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<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_2253b02e34a8bc1f78a0e1da588dcfb3.jpg' alt='Projeto quer criminalizar compra de pirataria' />				Cabrina Whitam disse iria a qualquer lugar do bairro de Chinatown atr&aacute;s de bolsas Chanel e Burberry falsas. &quot;Eu venho aqui, vou continuar vindo aqui e seguirei os chineses onde quer que eles me levem&quot;, disse Whitam, que vive em Nova Jersey, em meio a vendedores de bolsa e &oacute;culos de sol na Rua Canal. &quot;Eu n&atilde;o acredito em trabalho infantil e eu n&atilde;o acredito em apoio aos terroristas. Se eu quiser comprar uma imita&ccedil;&atilde;o, isso &eacute; um problema meu&rdquo;.<br />
<br />
Mas a vereadora Margaret S. Chin, respons&aacute;vel pelo distrito de Chinatown, quer um projeto de lei que faria da compra de produtos piratas um problema da cidade tamb&eacute;m. O projeto de lei proposto tornaria crime a compra de mercadorias falsificadas. Se aprovado, infratores como Whitam poderiam ter de pagar uma multa de US$ 1 mil, cumprir um ano de pris&atilde;o, ou ambos.<br />
<br />
&quot;Eu acho essa uma p&eacute;ssima ideia&quot;, disse Whitam, que frequenta o bairro de Chinatown quatro ou cinco vezes por ano. Sua melhor compra? &quot;Seis anos atr&aacute;s, eu comprei um rel&oacute;gio Rolex e ele ainda funciona&quot;, contou. &quot;Nunca sequer precisei trocar a bateria&quot;.<br />
<br />
Chin afirmou que sua proposta busca impedir a procura por mercadorias falsificadas pelas quais o bairro ficou conhecido. &quot;As pessoas podem vir a Chinatown e comprar alguns produtos realmente aut&ecirc;nticos, mas elas s&oacute; querem saber das imita&ccedil;&otilde;es&quot;, disse ela. &quot;N&oacute;s queremos ser conhecidos por nossos museus, lojas e restaurantes&rdquo;.<br />
<br />
As pessoas que querem uma bolsa de grife, Chin acrescentou, devem comprar a original. &quot;O que aconteceu com o tradicional valor de poupar para algo que voc&ecirc; realmente deseja e que &eacute; caro?&quot;, perguntou ela. &quot;Se voc&ecirc; realmente gosta daquilo, economize dinheiro para comprar o verdadeiro&rdquo;.<br />
<br />
Pre&ccedil;os - Muitos em Chinatown, no entanto, insistiram que nem todos podem pagar pelo produto original, e que eles deveriam ter a op&ccedil;&atilde;o de gastar menos em uma bolsa que, &agrave; primeira vista, parece quase de marca.<br />
<br />
&quot;Eu acho que as pessoas deveriam ter a op&ccedil;&atilde;o de comprar o que cabe em seu or&ccedil;amento&quot;, disse Sherise Jackson, 27 anos. &quot;Eu gosto de moda a um pre&ccedil;o acess&iacute;vel e nem todos podem pagar US$ 300 ou US$ 500 em uma bolsa&quot;. Ela tocou um len&ccedil;o com o xadrez que &eacute; marca registrada da marca Burberry e perguntou o pre&ccedil;o. &quot;Dez d&oacute;lares&quot;, foi a resposta.<br />
<br />
Rick e Bev Houston, que vieram de Toronto e estavam visitando o bairro, entraram em uma loja da Rua Canal e perguntaram sobre um rel&oacute;gio pirata da marca Michael Kors que queriam levar de presente para sua filha. &quot;&Eacute; um problema complicado&quot;, disse Rick Houston, apontando para os vendedores ao redor dele ao explicar seu ponto de vista sobre a proposta de Chin. &quot;&Eacute; ilegal porque tira o trabalho das pessoas que fazem o produto verdadeiro, mas quantas pessoas ficar&atilde;o sem trabalho se a lei for aprovada?&quot;<br />
<br />
O prefeito Michael R. Bloomberg, quando questionado sobre a venda de produtos de marca falsificados, disse que esse &eacute; um problema que precisa ser levado &quot;a s&eacute;rio&quot;. &quot;Proteger a marca dos fabricantes &eacute; do interesse da cidade e do interesse do pa&iacute;s, caso contr&aacute;rio as pessoas n&atilde;o vir&atilde;o aqui para vender seus produtos e criar produtos&quot;, disse Bloomberg durante uma visita ao Bronx. &quot;Se esse &eacute; o caminho certo a seguir sobre a quest&atilde;o, eu n&atilde;o sei&quot;.<br />
<br />
Ele disse que isso significaria uma outra lei que a pol&iacute;cia teria de executar. &quot;H&aacute; um n&uacute;mero limitado de coisas que podemos fazer&quot;, disse ele. &quot;Eu n&atilde;o sei se essa lei &eacute; pr&aacute;tica&rdquo;.<br />
<br />
Christine C. Quinn, o presidente do Conselho Municipal, n&atilde;o se pronunciou sobre a proposta, mas disse que ser&aacute; considerada quando for formalmente apresentada.<br />
<br />
Vendedores - Lojistas em Chinatown n&atilde;o quiseram falar com os rep&oacute;rteres &ndash; eles estavam mais interessados em tentar vender uma bolsa Louis Vuitton por apenas US$ 35 &ndash; mas um homem que se identificou apenas como Simon disse temer que a lei poderia prejudicar o com&eacute;rcio do distrito de turismo. &quot;Eles v&ecirc;m aqui para isso&quot;, disse ele, apontando para a fila aparentemente intermin&aacute;vel de vitrines cheias de bolsas. &quot;A atra&ccedil;&atilde;o principal aqui &eacute; esta. Muitas pessoas perder&atilde;o seus empregos&rdquo;.<br />
<br />
Enquanto isso, na mesma rua, a moradora do Bronx Dany Santiago, 28 anos, e duas amigas estavam ocupadas em busca de promo&ccedil;&otilde;es. &quot;Se a economia est&aacute; para baixo, porque impedir as pessoas de gastar dinheiro&quot;, perguntou Santiago, que declarou n&atilde;o concordar com a premissa do projeto.<br />
<br />
Sua amiga Soklyda Tong, 28 anos, parou de experimentar &oacute;culos de sol Dolce &amp; Gabbana falsos e acrescentou: &quot;Em vez de gastar seu dinheiro em algo que n&atilde;o poder&atilde;o pagar, porque n&atilde;o deixar que as pessoas gastem seu dinheiro com o que querem?&rdquo;.<br />
<br />
O terceiro membro do grupo, Rodney Reid, 30 anos, apelou para um consumidor informado e uma postura laissez-faire. &quot;Se eles sabem o que est&atilde;o comprando, entram na loja e percebem que n&atilde;o &eacute; um Gucci ou Prada original, devem ter o direito de comprar o que quiser&rdquo;, disse.<br />
<br />
<br />
Fonte: &Uacute;ltimo Segundo - 29.04.2011<br />
T&iacute;tulo original: Projeto de lei quer tornar crime compra de pirataria em Nova York
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 21:51:35 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[STJ confirma que marca tem proteção]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2450]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_1057e4cb6a68f3de02afcb958c7d64c9.jpg' alt='STJ confirma que marca tem proteção' />				A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) negou o recurso da empresa &Aacute;guas Minerais Pietra Santa Ltda. contra ac&oacute;rd&atilde;o do Tribunal de Justi&ccedil;a do Paran&aacute; (TJ-PR). A empresa foi condenada por contrafa&ccedil;&atilde;o (produ&ccedil;&atilde;o comercial de produto sem autoriza&ccedil;&atilde;o do propriet&aacute;rio intelectual) contra a marca Matte Le&atilde;o, de propriedade da Le&atilde;o J&uacute;nior S/A. A Turma seguiu integralmente o voto do relator do processo, o ministro Aldir Passarinho Junior. O ministro aposentou-se no &uacute;ltimo dia 18.<br />
<br />
O TJ-PR considerou que a Pietra Santa lan&ccedil;ou bebida com o mesmo esquema de cores, grafia semelhante nos r&oacute;tulos e uso da palavra mate com dois &ldquo;Ts&rdquo; igual &agrave; marca da outra empresa. Para o tribunal paranaense, houve uma imita&ccedil;&atilde;o do produto Matte Le&atilde;o, apesar da palavra &ldquo;Matte&rdquo; n&atilde;o ser protegida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). A Le&atilde;o J&uacute;nior j&aacute; utilizaria essa grafia h&aacute; longa data, existindo uma associa&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica desta com o produto. Por isso, o tribunal estadual concluiu haver contrafa&ccedil;&atilde;o por parte da Pietra Santa.<br />
<br />
No recurso ao STJ, a defesa da Pietra Santa alegou haver ofensa aos artigos 122 e 142 da Lei 9.279/1996, que definem, respectivamente, as limita&ccedil;&otilde;es do registro de marcas e a extin&ccedil;&atilde;o de registros.<br />
<br />
Sustentou, mais uma vez, que a marca da Le&atilde;o J&uacute;nior n&atilde;o seria not&oacute;ria.<br />
<br />
REEXAME. No seu voto, o ministro Aldir Passarinho Junior considerou que a an&aacute;lise da quest&atilde;o do uso indevido da marca implicaria em reexame de provas e fatos, o que &eacute; vedado pela S&uacute;mula 7 do tribunal. Ele observou que nas outras inst&acirc;ncias considerou-se que a marca n&atilde;o s&oacute; seria not&oacute;ria, como a marca utilizada pela Pietra Santa seria semelhante o bastante para causar confus&atilde;o aos consumidores.<br />
<br />
O ac&oacute;rd&atilde;o do TJ-PR concluiu que, mesmo que a grafia &ldquo;Matte&rdquo; n&atilde;o fosse not&oacute;ria e registrada no INPI, o seu uso continuo pela Le&atilde;o J&uacute;nior bastaria para sua prote&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Principalmente se uma empresa do mesmo ramo de atividade passa a utiliz&aacute;-la.<br />
<br />
O ministro relator ponderou ainda que, sendo poss&iacute;vel a confus&atilde;o entre as marcas, afasta-se a hip&oacute;tese de conviv&ecirc;ncia de ambas no mercado.<br />
<br />
Com essa fundamenta&ccedil;&atilde;o, a Turma rejeitou o recurso, mantendo o entendimento do tribunal estadual.<br />
<br />
Fonte: Jornal do Comm&eacute;rcio - 29.04.2011
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Fri, 29 Apr 2011 21:25:15 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[STF reconhece imunidade de peças de offset]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2449]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_3df5ed451e8510679abece6d0e3677c8.jpg' alt='STF reconhece imunidade de peças de offset' />				A 1&ordf; Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu que s&atilde;o imunes &agrave; cobran&ccedil;a de ICMS e IPI as pe&ccedil;as sobressalentes para equipamentos de preparo e acabamento de chapas de impress&atilde;o offset para jornais.<br />
<br />
A ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia acompanhou a diverg&ecirc;ncia iniciada, em maio de 2008, pelo ministro Marco Aur&eacute;lio e seguida pelo ministro Ayres Britto, ao considerar que a imunidade de livros, jornais e peri&oacute;dicos alcan&ccedil;a todo e qualquer insumo e ferramenta indispens&aacute;veis &agrave; edi&ccedil;&atilde;o desses ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Ela explicou que a imunidade &eacute; um &ldquo;instrumento de est&iacute;mulo &agrave; circula&ccedil;&atilde;o e de cultura&rdquo; e protege o princ&iacute;pio da liberdade de imprensa.<br />
<br />
Com base em precedentes do Supremo, &agrave; &eacute;poca em que teve in&iacute;cio o julgamento do RE, o ministro Menezes Direito (morto em 2009), relator do caso, afirmou que a imunidade n&atilde;o abrange equipamentos do parque gr&aacute;fico. Para ele, a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal teria restringido essa imunidade a insumos diretos utilizados na publica&ccedil;&atilde;o de livros, jornais e peri&oacute;dicos, materiais assimil&aacute;veis ao papel.<br />
<br />
O voto de Menezes Direito foi seguido pelo ministro Ricardo Lewandowski.<br />
<br />
O recurso interposto pela Uni&atilde;o questionava decis&atilde;o favor&aacute;vel ao Grupo Editorial Sinos S/A, que teve imunidade tribut&aacute;ria reconhecida pelo Tribunal Regional Federal da 4&ordf; Regi&atilde;o, com base no artigo 150, inciso VI, al&iacute;nea &ldquo;d&rdquo;, da Constitui&ccedil;&atilde;o. A empresa impetrou Mandado de Seguran&ccedil;a contra ato do inspetor-chefe da alf&acirc;ndega do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS). <br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 27.04.2011<br />
T&iacute;tulo original: STF reconhece imunidade tribut&aacute;ria de pe&ccedil;as de offset
				<br><br>
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  			</description>
			<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 21:43:52 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Demitido 50 vezes obtém vínculo empregatício]]></title>
            <link><![CDATA[http://www.escobaradvocacia.com.br/blog/comentarios.php?id=2448]]></link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				Admitir funcion&aacute;rio por meio de dezenas de contratos curtos de trabalho por prazo determinado &eacute; ilegal, pois a medida afronta o princ&iacute;pio da continuidade do v&iacute;nculo de emprego. A tese foi aplicada pela 1&ordf; Turma do Tribunal Superior do Trabalho, ao reconhecer a unicidade contratual de um mec&acirc;nico paulista com a Macelpa. Segundo os autos, o empregado foi contratado pela empresa 50 vezes no prazo de cinco anos.<br />
<br />
O relator do caso, ministro Walmir Oliveira da Costa, destacou em seu voto que admitir empregados por meio de v&aacute;rios contratos de trabalho por prazo determinado viola a legisla&ccedil;&atilde;o. Com base nos autos, ele concluiu que as atividades desenvolvidas pelo empregado n&atilde;o eram transit&oacute;rias, mas permanentes.<br />
<br />
O ministro considerou ainda que a conduta da empresa est&aacute; em desarmonia com as leis trabalhistas de &quot;prote&ccedil;&atilde;o ao princ&iacute;pio da continuidade do v&iacute;nculo de emprego&quot;.<br />
<br />
O caso - A Macelpa, empresa que faz manuten&ccedil;&atilde;o em m&aacute;quinas e equipamentos industriais, admitiu o empregado, em v&aacute;rias oportunidades, como mec&acirc;nico de manuten&ccedil;&atilde;o. Em todos os contratos, o funcion&aacute;rio trabalhava por um, dois ou tr&ecirc;s dias. O primeiro contrato teve in&iacute;cio em junho de 2002 e o &uacute;ltimo, em junho de 2007.<br />
<br />
O mec&acirc;nico ajuizou reclama&ccedil;&atilde;o trabalhista na Vara do Trabalho de Mogi Gua&ccedil;u (SP) pedindo o reconhecimento de um &uacute;nico contrato de trabalho entre 4 de junho de 2002 a 4 de junho de 2007. Ele solicitou ainda o pagamento dos direitos inerentes a este tipo de contrato, inclusive as verbas rescis&oacute;rias, FGTS de todo o per&iacute;odo, multa de 40% sobre o total dos dep&oacute;sitos e seguro desemprego.<br />
<br />
O ju&iacute;zo de primeiro grau negou o pedido do empregado, alegando que, se a atividade principal da empresa &eacute; prestar servi&ccedil;os de instala&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o industrial a terceiros, n&atilde;o se justificaria manter em seus quadros, continuamente, profissionais cujos servi&ccedil;os apenas seriam utilizados quando solicitados pelas empresas clientes. O juiz da vara considerou que a natureza e transitoriedade do trabalho realizado pela Macelpa justificam a predetermina&ccedil;&atilde;o do prazo dos contratos.<br />
<br />
O Tribunal do Trabalho da 15&ordf; Regi&atilde;o, em Campinas, negou o recurso do trabalhador, pois considerou que &quot;foram dezenas de contratos sem que nenhum deles, por&eacute;m, ultrapassasse poucos dias (muitos, ali&aacute;s, duraram apenas um dia)&quot;, logo, n&atilde;o houve ilicitude na conduta da empresa.<br />
<br />
Ao recorrer ao TST, o mec&acirc;nico argumentou que os sucessivos contratos por prazo determinado, com dispensas imotivadas, ofendem frontalmente a rela&ccedil;&atilde;o de emprego contra a despedida arbitr&aacute;ria. A turma, seguindo o voto do relator, determinou o retorno dos autos &agrave; vara de origem para novo julgamento.<br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 26.04.2011
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 21:40:52 -0300</pubDate>

          </item>

      </channel>

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