<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1" ?>
<rss version="2.0">

        <channel>

          <title><![CDATA[Líquido & Certo - Escobar Advocacia]]></title>
          <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/</link>
		  <language>pt-br</language>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Telefônicas podem cobrar PIS e Cofins na conta]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1995</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				O repasse econ&ocirc;mico do PIS e da Cofins nas tarifas telef&ocirc;nicas &eacute; leg&iacute;timo. O entendimento foi firmado pelo Superior Tribunal de Justi&ccedil;a, em julgamento de um recurso repetitivo que firma posi&ccedil;&atilde;o para os demais casos analisados em todo o pa&iacute;s. Para a maioria dos ministros da 1&ordf; Se&ccedil;&atilde;o, o valor integra os custos repass&aacute;veis legalmente para o usu&aacute;rio com a finalidade de manter a cl&aacute;usula p&eacute;trea das concess&otilde;es, consistente no equil&iacute;brio econ&ocirc;mico-financeiro do contrato.<br />
<br />
O relator do recurso &eacute; o ministro Luiz Fux. Ele explicou que o direito de informa&ccedil;&atilde;o previsto no C&oacute;digo de Defesa do Consumidor n&atilde;o &eacute; violado pela falta de detalhamento dos custos do servi&ccedil;o. O ministro relator esclareceu que as leis que normatizam as concess&otilde;es (Lei 8.987/1995) e as telecomunica&ccedil;&otilde;es (Lei 9.472/1997) s&atilde;o leis especiais em rela&ccedil;&atilde;o ao CDC e a ele se sobrepujam. De acordo com essas normas, &eacute; juridicamente poss&iacute;vel o repasse de encargos, que pressup&otilde;e altera&ccedil;&atilde;o da tarifa em raz&atilde;o da cria&ccedil;&atilde;o ou extin&ccedil;&atilde;o de tributos.<br />
<br />
&ldquo;Todas as despesas correspondentes a tributos incidentes sobre as atividades necess&aacute;rias &agrave; presta&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de telefonia est&atilde;o necessariamente abrangidas nas tarifas, na medida em que o valor tarif&aacute;rio deve ser suficiente para assegurar o reembolso de despesas, compensado por meio da receita tarif&aacute;ria&rdquo;, afirmou o ministro Fux, em seu voto.<br />
<br />
A Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel) informou que a tarifa l&iacute;quida de tributos a qual homologa n&atilde;o impede que nela incluam-se os tributos, salvo os de repasse vedado em lei, como os incidentes sobre a renda e o lucro (Imposto de Renda).<br />
<br />
A posi&ccedil;&atilde;o do relator foi acompanhada pelos ministros Hamilton Carvalhido, Eliana Calmon, Humberto Martins, Mauro Campbell Marques e Benedito Gon&ccedil;alves. Os ministros Castro Meira, Denise Arruda (j&aacute; aposentada) e Herman Benjamin votaram no sentido de negar provimento ao recurso.<br />
<br />
A discuss&atilde;o<br />
O Programa de Integra&ccedil;&atilde;o Social (PIS) e a Contribui&ccedil;&atilde;o para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) s&atilde;o contribui&ccedil;&otilde;es sociais de natureza tribut&aacute;ria, devidas pelas pessoas jur&iacute;dicas. O PIS tem como objetivo financiar o pagamento do seguro-desemprego e do abono para os trabalhadores que ganham at&eacute; dois sal&aacute;rios-m&iacute;nimos. J&aacute; a Cofins &eacute; destinada a financiar a seguridade social.<br />
<br />
Inicialmente, um consumidor do Rio Grande do Sul ingressou na Justi&ccedil;a com a&ccedil;&atilde;o de repeti&ccedil;&atilde;o de ind&eacute;bito contra a Brasil Telecom. Ele pedia a devolu&ccedil;&atilde;o dos valores referentes ao repasse econ&ocirc;mico das contribui&ccedil;&otilde;es sociais (PIS e Cofins) incidentes sobre a fatura dos servi&ccedil;os de telefonia prestados de 1991 a 2001.<br />
<br />
Em primeira inst&acirc;ncia, o pedido foi negado. Ao julgar o apelo do consumidor, o Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio Grande do Sul julgou a a&ccedil;&atilde;o parcialmente procedente: vedou o acr&eacute;scimo do PIS e da Cofins na conta telef&ocirc;nica e condenou a Brasil Telecom a restituir ao consumidor os valores cobrados indevidamente, relativos &agrave;quelas contribui&ccedil;&otilde;es.<br />
<br />
Para o TJ-RS, as contribui&ccedil;&otilde;es n&atilde;o poderiam ser acrescidas diretamente &agrave; tarifa final (repasse jur&iacute;dico); apenas poderiam ser computadas proporcionalmente como custos para formar a tarifa final (repasse econ&ocirc;mico). No c&aacute;lculo do tribunal ga&uacute;cho, a empresa de telefonia cobraria uma al&iacute;quota de 10,19%, em vez de 9,25% (PIS: 1,65% e Cofins: 7,6%, modalidade n&atilde;o cumulativa), e uma al&iacute;quota de 5,41%, em vez de 3,65% (PIS: 0,65% e Cofins: 3%, modalidade cumulativa). O valor excedente deveria ser restitu&iacute;do (de forma simples, n&atilde;o em dobro) ao consumidor.<br />
<br />
Desta decis&atilde;o, a Brasil Telecom recorreu ao STJ, que modificou o entendimento. O consumidor tamb&eacute;m recorreu ao tribunal para ter garantida a restitui&ccedil;&atilde;o em dobro, pretens&atilde;o que n&atilde;o foi atendida pela 1&ordf; Se&ccedil;&atilde;o. <br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 01.09.2010
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:31:11 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Fundos de inovação buscam projetos no Brasil]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1994</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				Fundos de venture capital, que investem em companhias em est&aacute;gio inicial de opera&ccedil;&atilde;o, e empresas brit&acirc;nicas est&atilde;o em comitiva no Brasil em busca de projetos para investir e de recursos para incrementar seus neg&oacute;cios, especialmente em tecnologia. Querem, por exemplo, levar tecnologia de biocombust&iacute;veis para a Europa e trazer para o mercado brasileiro pesquisas de vacinas para doen&ccedil;as tropicais, que n&atilde;o encontram grande interesse dos investidores europeus.<br />
<br />
Um exemplo &eacute; a pesquisa feita pela inglesa Oxitec, especializada em controle de insetos que espalham doen&ccedil;as, para mortalidade r&aacute;pida das f&ecirc;meas do mosquito<br />
da dengue. &quot;&Eacute; uma tecnologia relevante para a situa&ccedil;&atilde;o brasileira, mas que n&atilde;o encontra espa&ccedil;o de comercializa&ccedil;&atilde;o no Reino Unido.<br />
<br />
Por isso, a ideia &eacute; export&aacute;-la em parceria com fundos de venture capital brasileiros&quot;, explica John Doddrell, c&ocirc;nsul geral do Reino Unido no Brasil. S&atilde;o produtos como esse, algumas vezes dif&iacute;ceis de atrair capital de risco no ambiente de origem, que o Brasil tamb&eacute;m pode colocar no mercado internacional, atrav&eacute;s de investidores ingleses. &quot;O Brasil &eacute; forte no desenvolvimento de biocombust&iacute;veis, que agora come&ccedil;am a despertar interesse de outros pa&iacute;ses. &Eacute; uma transfer&ecirc;ncia de tecnologia nas duas m&atilde;os&quot;, complementa Doddrell.<br />
<br />
Biocombust&iacute;veis, tecnologia de redes sociais e agroneg&oacute;cios est&atilde;o no topo da lista de interesses dos ingleses no mercado brasileiro, segundo Ernie Richardson, s&oacute;cio da gestora MTI Partners e membro da Associa&ccedil;&atilde;o Inglesa de Private Equity e Venture Capital (BVCA, na sigla em ingl&ecirc;s). &quot;Universidades e institutos de pesquisa brasileiros come&ccedil;am a chamar aten&ccedil;&atilde;o no desenvolvimento de produtos e servi&ccedil;os relacionados a esses setores. H&aacute; 10 anos, falar sobre m&iacute;dias sociais s&oacute; se estiv&eacute;ssemos no Vale do Sil&iacute;cio e agora a grande diferen&ccedil;a &eacute; que podem ser desenvolvidas em qualquer lugar&quot;, diz Richardson.<br />
<br />
&quot;N&atilde;o h&aacute; mais geografia. Exemplo &eacute; o Skype.&quot; A BVCA re&uacute;ne 220 empresas de private equity e venture capital, que gerem 32 bilh&otilde;es de libras, e firmou este ano um acordo de coopera&ccedil;&atilde;o com a Abvcap. Segundo Sidney Chameh, presidente da associa&ccedil;&atilde;o brasileira, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; n&atilde;o s&oacute; trocar informa&ccedil;&otilde;es sobre melhores pr&aacute;ticas, mas tamb&eacute;m fazer interc&acirc;mbio de projetos para investimentos conjuntos.<br />
<br />
Richardson destaca que n&atilde;o s&oacute; o avan&ccedil;o de pesquisas brasileiras mas a situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica mais favor&aacute;vel do que o ambiente europeu neste momento e a ascendente classe m&eacute;dia tornam o pa&iacute;s cada vez mais atrativo para os investidores. &quot;Um ponto que &eacute; diferente agora &eacute; que essa atra&ccedil;&atilde;o se deslocou para<br />
companhias em est&aacute;gios bem iniciais&quot;, considera. Ele destaca que faltam recursos para investimento em empresas em est&aacute;gio inicial.<br />
<br />
S&oacute;cio-fundador da Antera Gest&atilde;o de Recursos, especializada em capital semente, Robert Binder d&aacute; uma amostra da demanda de recursos para desenvolvimento<br />
de empresas e ideias no pa&iacute;s. Binder &eacute; gestor do fundo do Criatec, criado pelo BNDES, em cons&oacute;rcio com o mineiro Instituto Inova&ccedil;&atilde;o, e conta<br />
queem dois anos e meio de exist&ecirc;ncia do fundo, j&aacute; receberam 1.350 propostas de investimento no Brasil, quantificados com uma necessidade de capital de R$<br />
1,5 bilh&atilde;o. &quot;Desses, consideramos cerca de 90 projetos vi&aacute;veis, 33 foram para o comit&ecirc; de investimento, 27 foram aprovados e, desses, 21 j&aacute; investidos&quot;, diz.<br />
<br />
Fonte: Brasil Econ&ocirc;mico - 01.09.2010
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:26:55 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Acordo coletivo garante ampliação da jornada]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1993</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				O mesmo dispositivo constitucional que estabelece jornada de seis horas de trabalho para turno de revezamento permite que a jornada seja elastatecida, por meio de negocia&ccedil;&atilde;o coletiva. Foi esse o entendimento da 4&ordf; turma do TST para reformar decis&atilde;o regional que condenou a Concession&aacute;ria Ecovias dos Imigrantes S.A., ao pagamento de horas extraordin&aacute;rias a um empregado que reclamou ter trabalhado al&eacute;m do hor&aacute;rio.<br />
<br />
O empregado era operador de tr&aacute;fego na Rodovia dos Imigrantes e trabalhava na fun&ccedil;&atilde;o de socorro eletro-mec&acirc;nico. O julgamento do primeiro grau lhe negou o pedido das horas extras, reconhecendo a validade da norma coletiva, mas o TRT da 2&ordf; regi&atilde;o, avaliando que o acordo lhe era prejudicial, reformou a senten&ccedil;a e condenou a empresa ao pagamento das 7&ordf; e 8&ordf; horas trabalhadas por ele como extraordin&aacute;rias.<br />
<br />
A empresa recorreu, alegando que a referida jornada estava legalmente amparada por negocia&ccedil;&atilde;o coletiva, referente ao per&iacute;odo de 1999/2001. Ao examinar o recurso de revista, a relatora na 4&ordf; turma, ministra Maria de Assis Calsing, manifestou que o acordo coletivo celebrado entre as partes tem for&ccedil;a de lei e deve ser respeitado, esclarecendo que o artigo 7&ordm;, XIV, da CF/88 (clique aqui), estabelece a referida jornada em seis horas, &quot;mas permite que a empresa fixe jornada superior, mediante negocia&ccedil;&atilde;o coletiva&quot;.<br />
<br />
A relatora informou ainda que a jurisprud&ecirc;ncia sumulada do TST (S&uacute;mula 423 &ndash; clique aqui) destaca a possibilidade de majora&ccedil;&atilde;o da jornada de seis horas para at&eacute; oito horas, prestadas em regime de turnos ininterruptos de revezamento, &quot;afastando do direito a percep&ccedil;&atilde;o de pagamento da 7&ordf; e 8&ordf; horas como extraordin&aacute;rias&quot;. Citou diversos precedentes e retirou a condena&ccedil;&atilde;o da empresa. Seu voto foi aprovado por unanimidade. <br />
<br />
Fonte: Migalhas - 01.09.2010<br />
T&iacute;tulo original: Acordo coletivo tem for&ccedil;a de lei para ampliar jornada de trabalho
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 17:10:38 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[ICMS na importação via leasing será julgado no STF]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1992</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				Relatados pelo ministro Gilmar Mendes, dois Recursos Extraordin&aacute;rios tiveram repercuss&atilde;o geral reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal em vota&ccedil;&atilde;o que ocorreu por meio do Plen&aacute;rio Virtual. Os processos tratam de mat&eacute;ria tribut&aacute;ria, sendo que o primeiro analisa a incid&ecirc;ncia de ICMS nas importa&ccedil;&otilde;es de mercadoria por meio de arrendamento mercantil e o segundo avalia a necessidade de se desconsiderar as limita&ccedil;&otilde;es contidas na Lei 8.200/1991 para fins de apura&ccedil;&atilde;o da base de c&aacute;lculo do Imposto de Renda de Pessoa Jur&iacute;dica.<br />
<br />
O Mandado de Seguran&ccedil;a impetrado pela empresa Hayes Wheels do Brasil Ltda contra ato do chefe do Posto Fiscal de Fronteira II, da Delegacia Regional Tribut&aacute;ria de Santos (SP), deu origem ao recurso que trata do ICMS. O pedido &eacute; pelo reconhecimento da n&atilde;o-incid&ecirc;ncia do imposto na importa&ccedil;&atilde;o de mercadoria por meio de arrendamento mercantil.<br />
<br />
A seguran&ccedil;a foi concedida pelo juiz de primeiro grau e mantida pelo Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo. Contra essa decis&atilde;o, o estado de S&atilde;o Paulo interp&ocirc;s Recurso Extraordin&aacute;rio, no qual alega a constitucionalidade da incid&ecirc;ncia de ICMS sobre opera&ccedil;&otilde;es de importa&ccedil;&atilde;o de mercadorias sob o regime de arrendamento mercantil internacional.<br />
<br />
O relator da mat&eacute;ria, ministro Gilmar Mendes, verificou que a quest&atilde;o constitucional em debate n&atilde;o est&aacute; pacificada. Apesar de a Corte ter v&aacute;rios precedentes, jurisprud&ecirc;ncia quanto ao tema ainda n&atilde;o foi ajustada. O ministro lembrou que, atualmente, est&aacute; pendente de julgamento o RE 226.899 sobre o mesmo assunto.<br />
<br />
&ldquo;&Agrave; luz da repercuss&atilde;o geral, entendo que a quest&atilde;o posta merece pronunciamento do Supremo Tribunal Federal, pois transcende ao direito subjetivo do recorrente&rdquo;, disse o ministro, ao reconhecer a exist&ecirc;ncia de repercuss&atilde;o geral do caso em an&aacute;lise.<br />
<br />
Tamb&eacute;m origin&aacute;rio de um Mandado de Seguran&ccedil;a impetrado contra ato do delegado da Receita Federal do Rio de Janeiro pela empresa Ativa S/A Corretora de T&iacute;tulos e Valores, o recurso que contesta a forma de apura&ccedil;&atilde;o do IRPJ avalia o reconhecimento do direito de desconsiderar as limita&ccedil;&otilde;es contidas na Lei 8.200/91, para fins de apura&ccedil;&atilde;o da base de c&aacute;lculo.<br />
<br />
Apesar de a seguran&ccedil;a ter sido concedida em primeira inst&acirc;ncia, a decis&atilde;o monocr&aacute;tica foi reformada pelo Tribunal Regional Federal da 2&ordf; Regi&atilde;o (TRF-2). Inconformada, a empresa interp&ocirc;s RE em que sustenta a inconstitucionalidade das limita&ccedil;&otilde;es contidas na Lei 8.200/91, bem como nos decretos que a regulamentaram.<br />
<br />
Segundo a recorrente, essas limita&ccedil;&otilde;es configuram hip&oacute;tese de empr&eacute;stimo compuls&oacute;rio sem observ&acirc;ncia dos requisitos constitucionais. A Uni&atilde;o, por sua vez, questiona o recurso sob o fundamento de que a decis&atilde;o atacada est&aacute; em acordo com entendimento pacificado do Supremo.<br />
<br />
Gilmar Mendes verificou que a quest&atilde;o constitucional em debate &mdash; quanto &agrave; distin&ccedil;&atilde;o no tempo promovido pela Lei 8.200/91 para compensa&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria decorrente de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria das demonstra&ccedil;&otilde;es financeiras do ano-base de 1990 &mdash; est&aacute; pendente de julgamento no RE 201.512. Por essas raz&otilde;es, ele reconheceu a exist&ecirc;ncia de repercuss&atilde;o geral. <br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 31.08.2010
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 15:31:43 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Ex-executivo da Vale ganha diferenças na Justiça]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1991</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				O &ocirc;nus da m&aacute; administra&ccedil;&atilde;o da empresa n&atilde;o pode recair sobre empregado. Com base nesse entendimento, a Se&ccedil;&atilde;o I Especializada em Diss&iacute;dios Individuais, do Tribunal Superior do Trabalho, reconheceu o direito de alto executivo da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) &agrave; incorpora&ccedil;&atilde;o ao sal&aacute;rio de uma parcela denominada verba de representa&ccedil;&atilde;o. Essa verba foi criada para ressarcir as despesas de determinados empregados em raz&atilde;o do cargo ocupado.<br />
<br />
Antes da privatiza&ccedil;&atilde;o da CVRD, em maio de 1997, quando a empresa fazia parte da Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica Indireta, o superintendente de RH, com ato ratificado pelo presidente demission&aacute;rio, alterou a natureza da parcela, de indenizat&oacute;ria para salarial, mudando-lhe o nome de verba de representa&ccedil;&atilde;o para gratifica&ccedil;&atilde;o de confian&ccedil;a. Meses depois, em agosto, a altera&ccedil;&atilde;o contratual foi cancelada pela pr&oacute;pria empresa. A alega&ccedil;&atilde;o foi a de nulidade do ato anterior. Isso porque somente o Conselho de Administra&ccedil;&atilde;o poderia deliberar sobre remunera&ccedil;&atilde;o de pessoal.<br />
<br />
De acordo com a Vale, a modifica&ccedil;&atilde;o da denomina&ccedil;&atilde;o e da natureza da parcela foi feita para beneficiar os altos executivos da empresa, que tentaram aproveitar o momento anterior &agrave; sua privatiza&ccedil;&atilde;o para garantir a si mesmos algumas vantagens. Inconformado com a revoga&ccedil;&atilde;o do ato que integrava a parcela ao seu sal&aacute;rio, o executivo, ent&atilde;o, questionou na Justi&ccedil;a do Trabalho a supress&atilde;o do benef&iacute;cio, requerendo as diferen&ccedil;as decorrentes da integra&ccedil;&atilde;o da verba de representa&ccedil;&atilde;o ao seu sal&aacute;rio. Enquanto o Tribunal Regional do Trabalho da 1&ordf; Regi&atilde;o (RJ) entendeu que o trabalhador tinha direito &agrave;s diferen&ccedil;as, a 7&ordf; Turma do TST, ao julgar Recurso de Revista da empresa, julgou improcedente o pedido.<br />
<br />
Segundo a Turma, a verba de representa&ccedil;&atilde;o, na antiga estatal, era paga com car&aacute;ter indenizat&oacute;rio porque tinha que ser observado o teto constitucional quanto &agrave; remunera&ccedil;&atilde;o dos executivos das empresas estatais. &ldquo;A forma de poder contar com bons quadros nas estatais era, at&eacute; a promulga&ccedil;&atilde;o da Emenda Constitucional 19/98, o pagamento da verba de representa&ccedil;&atilde;o, sem repercuss&atilde;o nas demais parcelas de natureza salarial&rdquo;, avaliou o colegiado.<br />
<br />
A Turma considerou inv&aacute;lida a altera&ccedil;&atilde;o da verba de representa&ccedil;&atilde;o efetuada pelo superintendente de RH. Para os ministros, &ldquo;a altera&ccedil;&atilde;o posterior, efetuada logo que constatada a irregularidade, apenas recolocou a rela&ccedil;&atilde;o contratual trabalhista em seus trilhos originais, n&atilde;o alterados a favor dos empregados na forma regular e pelo agente competente para faz&ecirc;-lo&rdquo;.<br />
<br />
A discuss&atilde;o chegou at&eacute; a SDI-1. Para a relatora dos embargos, ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, a revoga&ccedil;&atilde;o do ato com a primeira altera&ccedil;&atilde;o contratual foi motivada pela suposta incompet&ecirc;ncia do superintendente de RH para a pr&aacute;tica do ato. No entanto, explicou a relatora, &ldquo;essa circunst&acirc;ncia diz respeito &uacute;nica e exclusivamente &agrave; administra&ccedil;&atilde;o da empresa, n&atilde;o podendo afetar negativamente o contrato de trabalho&rdquo;.<br />
<br />
Em sua fundamenta&ccedil;&atilde;o, a ministra Peduzzi citou os artigos 2&ordm; e 10 da CLT. O artigo 2&ordm;, para dizer que o empregador assume todos os riscos pr&oacute;prios da atividade econ&ocirc;mica e o artigo 10, para mostrar que o Direito do Trabalho n&atilde;o admite que o empregado suporte nenhuma consequ&ecirc;ncia negativa das altera&ccedil;&otilde;es na estrutura administrativa da empresa. Com base nesses dispositivos legais, a relatora entendeu que &ldquo;os reflexos das decis&otilde;es administrativas da empresa devem ser suportados &uacute;nica e exclusivamente pelo empregador&rdquo;.<br />
<br />
A ministra Maria Cristina concluiu, ent&atilde;o, pela reforma do ac&oacute;rd&atilde;o da 7&ordf; Turma para restabelecer o ac&oacute;rd&atilde;o regional, em que foi determinado o pagamento das diferen&ccedil;as salariais, considerando a incorpora&ccedil;&atilde;o da parcela verba de representa&ccedil;&atilde;o ao sal&aacute;rio do trabalhador. A SDI-1, ent&atilde;o, por maioria de votos, seguiu a relatora, com exce&ccedil;&atilde;o do presidente, ministro Milton de Moura Fran&ccedil;a, que ficou vencido. <br />
<br />
Fonte: Consultor Jur&iacute;dico - 30.08.2010
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 15:29:50 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[TRF autoriza fabricação de genérico para controle]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1990</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				O Tribunal Regional Federal da 2&ordf; Regi&atilde;o autorizou a fabrica&ccedil;&atilde;o e venda do gen&eacute;rico do medicamento L&iacute;pitor, o mais usado no mundo para o controle do colesterol. A Justi&ccedil;a acatou a a&ccedil;&atilde;o movida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e determinou o fim da validade da patente do rem&eacute;dio, pertencente ao laborat&oacute;rio Pfizer.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />
O Inpi argumentou que a vig&ecirc;ncia da patente venceu em 2009, depois de 20 anos do primeiro registro &ndash; per&iacute;odo m&aacute;ximo para a validade de uma patente no Brasil. Em contrapartida, o laborat&oacute;rio sustentou que a validade da patente foi prorrogada nos Estados Unidos e o mesmo deveria ocorrer no Brasil at&eacute; 2014.<br />
<br />
A Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Ind&uacute;strias de Qu&iacute;mica Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina), que tamb&eacute;m fez parte do processo, alegou que a continua&ccedil;&atilde;o da patente iria representar &ldquo;enriquecimento sem causa&rdquo; da empresa.<br />
<br />
O relator do processo, desembargador federal Andr&eacute; Fontes, entendeu que o sistema de prorroga&ccedil;&atilde;o da patente, usado nos Estados Unidos, n&atilde;o se encaixa na legisla&ccedil;&atilde;o de propriedade intelectual brasileira.<br />
<br />
Em nota, a Pfizer informou que discorda do fim da patente e s&oacute; ir&aacute; se manifestar ap&oacute;s tomar conhecimento completo do teor da decis&atilde;o.<br />
<br />
A empresa farmac&ecirc;utica americana anunciou parceria com o laborat&oacute;rio brasileiro Eurofarma para fabricar o gen&eacute;rico do L&iacute;pitor. A Pfizer ir&aacute; produzir e fornecer o gen&eacute;rico, enquanto a Eurofarma ficar&aacute; respons&aacute;vel pela distribui&ccedil;&atilde;o e venda do medicamento em todo o pa&iacute;s. O neg&oacute;cio foi acertado em abril, antes da decis&atilde;o judicial de ontem (26). As duas empresas esperam aprova&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) para lan&ccedil;ar o produto em setembro.<br />
<br />
Por lei, o gen&eacute;rico deve ser, pelo menos, 35% mais barato em compara&ccedil;&atilde;o ao pre&ccedil;o do patenteado. Em abril, o Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) derrubou a patente do Viagra, usado no tratamento contra a disfun&ccedil;&atilde;o er&eacute;til, e que tamb&eacute;m pertencia ao laborat&oacute;rio Pfizer.<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br />
Fonte: Correio do Estado - 29.08.2010
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 16:44:43 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Material escolar terá selo contra pirataria]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1989</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				O ministro da Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio Exterior, Miguel Jorge, aprova a exig&ecirc;ncia de selo de certifica&ccedil;&atilde;o para materiais escolares destinados a crian&ccedil;as de at&eacute; 12 anos da idade, medida adotada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normaliza&ccedil;&atilde;o e Qualidade Industrial (Inmetro).<br />
<br />
&ndash; O Inmetro est&aacute; coberto de raz&atilde;o. N&oacute;s temos que proteger as crian&ccedil;as porque aquelas que estejam usando materiais escolares falsificados, feitos com produtos sem origem, que tenham toxicidade, est&atilde;o correndo riscos &ndash; afirmou o ministro ap&oacute;s participar, esta semana, do 30&ordm; Congresso Internacional de Propriedade Intelectual, evento promovido pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI), na capital paulista.<br />
<br />
Segundo o Inmetro, a regulamenta&ccedil;&atilde;o da medida com a defini&ccedil;&atilde;o de prazos para a adapta&ccedil;&atilde;o dos empres&aacute;rios s&oacute; deve ser publicada agora em setembro.<br />
<br />
O ministro Miguel Jorge informou que os materiais escolares est&atilde;o entre os produtos mais visados por falsificadores e contrabandistas. No ano passado, de acordo com o ministro, as vendas de produtos pirata, incluindo todo tipo de artigo, movimentaram em torno de R$ 1,4 bilh&atilde;o.<br />
<br />
O ministro, no entanto, disse que n&atilde;o h&aacute; um levantamento oficial sobre a evas&atilde;o fiscal.<br />
<br />
O pre&ccedil;o baixo, conforme salientou o ministro da Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio Exterior, &eacute; o que induz &agrave; escolha por esse tipo de produto que, na maioria das vezes, frustra a expectativa do consumidor por causa da m&aacute; qualidade. Citando dados de uma pesquisa da Federa&ccedil;&atilde;o do Com&eacute;rcio do Rio de Janeiro (Fecom&eacute;rcio/RJ), o ministro informou que a maioria dos consumidores de produtos piratas &eacute; formada por jovens entre 16 e 24 anos (65%).<br />
&nbsp;<br />
Fonte: Jornal do Brasil - 29.08.2010
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 16:41:15 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Cofundador da Microsoft processa 11 por patentes]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1988</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				O cofundador da Microsoft Paul Allen abriu um processo contra a Apple, Google, entre outras empresas, sob a den&uacute;ncia de infra&ccedil;&atilde;o de quatro patentes relacionadas a buscas e mercado on-line.<br />
<br />
Allen alega que essas 11 empresas est&atilde;o usando patentes de tecnologias que pertencem a ele. A empresa de Allen, Interval Licensing, entrou com o processo na Justi&ccedil;a dos Estados Unidos nesta sexta-feira (27).<br />
<br />
As 11 empresas acusadas s&atilde;o: AOL, Apple, eBay, Facebook, Google, Netflix, Office Depot, OfficeMax, Staples, Yahoo and Google-owned YouTube.<br />
<br />
Allen afirma que as tecnologias foram desenvolvidas em um laborat&oacute;rio de software, chamado Interval Research, nos anos 1990. Ele teria cofundado e ajudado no investimento.<br />
<br />
&ldquo;A a&ccedil;&atilde;o judicial &eacute; necess&aacute;ria para proteger o nosso investimento em inova&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse um porta-voz de Allen em um comunicado &agrave; imprensa. &ldquo;Essas patentes foram criadas por e para a Interval&rdquo;. Ainda n&atilde;o foi divulgado quanto, especificamente, Allen est&aacute; buscando em dinheiro pelos danos.<br />
<br />
Segundo o site do jornal &ldquo;The New York Times&rdquo;, o Facebook disse que vai lutar contra as acusa&ccedil;&otilde;es.<br />
<br />
&ldquo;N&oacute;s acreditamos que esse processo &eacute; completamente sem m&eacute;rito e vamos lutar intensamente&rdquo;, disse um porta-voz da rede social Andrew Noyes.<br />
<br />
NTP Incorporated - Nos m&ecirc;s passado, as empresas de tecnologia Apple, Google, HTC, LG, Microsoft e Motorola enfrentaram uma a&ccedil;&atilde;o judicial movida pela NTP Incorporated por infra&ccedil;&atilde;o de patentes na transmiss&atilde;o de e-mails em redes sem fio.<br />
<br />
A companhia, criada pelo inventor do e-mail em redes wireless, Tom Campana, entrou com um processo alegando que o grupo quebrou oito patentes da empresa ligadas &agrave; transmiss&atilde;o de mensagens eletr&ocirc;nicas em redes sem fio.<br />
&nbsp;<br />
Fonte: G1 - 28.08.2010<br />
T&iacute;tulo original:&nbsp; Cofundador da Microsoft processa 11 empresas por viola&ccedil;&atilde;o de patentes
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 16:35:41 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Pfizer faz acordo para fabricação de genérico]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1987</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_d3bde3d412b1d7445d9f13ce942c3c69.jpg' alt='Pfizer faz acordo para fabricação de genérico' />				Dez dias depois de a vers&atilde;o gen&eacute;rica do L&iacute;pitor (artovastatina) chegar &agrave;s farm&aacute;cias por for&ccedil;a de liminar obtida pelo laborat&oacute;rio EMS, a multinacional Pfizer, fabricante da droga, anunciou uma parceria com a Eurofarma para lan&ccedil;ar outro gen&eacute;rico do medicamento.<br />
<br />
O rem&eacute;dio &eacute; o redutor de colesterol mais vendido em todo o mundo.<br />
<br />
Ontem, a patente de L&iacute;pitor expirou por decis&atilde;o judicial. Isso vai abrir caminho para que outras empresas nacionais fabriquem gen&eacute;ricos e similares do L&iacute;pitor.<br />
<br />
A vers&atilde;o gen&eacute;rica &eacute;, no m&iacute;nimo, 35% mais barata do que o rem&eacute;dio de marca.<br />
<br />
De acordo com Freddy Guarin, diretor da unidade de neg&oacute;cios de cuidados prim&aacute;rios da Pfizer, a empresa produzir&aacute; e fornecer&aacute; o gen&eacute;rico da atorvastatina para a Eurofarma. A farmac&ecirc;utica brasileira, por sua vez, vai promover, distribuir e comercializar o medicamento em territ&oacute;rio nacional.<br />
<br />
Ele afirma que as companhias aguardam a aprova&ccedil;&atilde;o do gen&eacute;rico pela Anvisa (Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria), mas a previs&atilde;o &eacute; que o produto chegue ao mercado em setembro.<br />
Guarin diz que a parceria com a Eurofarma foi fechada em abril, portanto, antes da expira&ccedil;&atilde;o da patente.<br />
<br />
No in&iacute;cio deste m&ecirc;s, a EMS conseguiu uma liminar (que perde o efeito com a decis&atilde;o judicial de ontem) que a autorizou a fabrica&ccedil;&atilde;o e a comercializa&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o gen&eacute;rica do L&iacute;pitor.<br />
<br />
Com essa mesma liminar, a empresa colocou o rem&eacute;dio nas farm&aacute;cias e venceu duas licita&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas, em Minas e em S&atilde;o Paulo, por oferecer o menor pre&ccedil;o.<br />
<br />
No preg&atilde;o da Secretaria de Estado da Sa&uacute;de de SP, realizado no in&iacute;cio desta semana, a empresa vendeu mais de 7 milh&otilde;es de comprimidos a R$ 0,90 o valor unit&aacute;rio.<br />
<br />
A Pfizer tamb&eacute;m participou da concorr&ecirc;ncia e havia dado pre&ccedil;o inicial de R$ 2,40 a unidade. Durante o preg&atilde;o, reduziu o valor para R$ 0,92.<br />
<br />
PATENTE - Sobre a decis&atilde;o judicial em favor do Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), que p&ocirc;s fim &agrave; patente do L&iacute;pitor, a Pfizer informa que acata, mas discorda da medida e que s&oacute; vai se manifestar sobre o assunto ao tomar conhecimento do inteiro teor da decis&atilde;o.<br />
<br />
A pol&ecirc;mica gira em torno do prazo da patente obtida por &quot;pipeline&quot; -reconhecimento autom&aacute;tico que o governo brasileiro d&aacute; a patentes concedidas no exterior.<br />
<br />
Para o Inpi, deve ser considerada a data do primeiro registro da droga no exterior. J&aacute; as farmac&ecirc;uticas defendem a data mais recente -se um rem&eacute;dio recebeu a primeira patente nos EUA e, um ano depois, teve outra na Europa, passaria a valer essa data.<br />
<br />
Fonte: Folha de S. Paulo - 27.08.2010<br />
T&iacute;tulo original:&nbsp; Pfizer faz acordo com laborat&oacute;rio nacional para fabricar gen&eacute;rico
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:59:16 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Empresas inovadoras cobram aumento em subsídios]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1986</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				Aumento de 150% dos recursos para inova&ccedil;&atilde;o: este &eacute; o foco de sugest&otilde;es encaminhadas pela Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento da Empresas Inovadoras (Anpei) que come&ccedil;am a ser analisadas pelo Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia<br />
<br />
No dia 15 de setembro, a entidade receber&aacute; a visita do ministro da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, S&eacute;rgio Rezende, para discutir a proposta de reestrutura&ccedil;&atilde;o da Lei de Inova&ccedil;&atilde;o, que estabelece medidas de incentivo &agrave;s empresas inovadoras e &agrave; pesquisa cient&iacute;fica e tecnol&oacute;gica voltada para neg&oacute;cios.<br />
<br />
Atualmente a subven&ccedil;&atilde;o do governo destinada &agrave; Lei de Inova&ccedil;&atilde;o &eacute; de 1% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma das riquezas produzidas no Pa&iacute;s. Se a proposta for aceita pelo governo, esse percentual subir&aacute; para 2,5% do PIB, o que colocaria o Pa&iacute;s no mesmo patamar de investimentos nesse setor mantido por pa&iacute;ses desenvolvidos.<br />
<br />
Para o vice-presidente da Anpei, Guilherme Marco Lima, s&atilde;o necess&aacute;rios mais investimentos. &quot;N&atilde;o queremos apenas aumentar a subven&ccedil;&atilde;o do governo, mas termos um programa de inova&ccedil;&atilde;o no lugar de um projeto. Os recursos destinados a subven&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas n&atilde;o s&atilde;o suficientes para atender &agrave; demanda empresarial do Brasil&quot;, disse.<br />
<br />
Lima reconhece que a Lei da Inova&ccedil;&atilde;o e a Lei do Bem ampliaram o potencial das empresas brasileiras. &quot;&Eacute; claro que a lei fez com que avan&ccedil;&aacute;ssemos, mas precisamos dar passos largos para poder competir com os pa&iacute;ses desenvolvidos&quot;, comentou.<br />
<br />
Para ele, a visita do ministro do MCT j&aacute; &eacute; um grande avan&ccedil;o. &quot;Vamos continuar essa reflex&atilde;o. Esperamos que o ministro nos sinalizasse positivamente, que a nossa proposta tem tudo para ser apreciada pelo Congresso.&quot;<br />
<br />
O secret&aacute;rio Nacional de Desenvolvimento Tecnol&oacute;gico e Inova&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, Ronaldo Mota, afirmou que o MCT analisar&aacute; com muita satisfa&ccedil;&atilde;o as propostas da Anpei. &quot;A not&iacute;cia que temos &eacute; de que a associa&ccedil;&atilde;o est&aacute; preparando, em articula&ccedil;&atilde;o com outras entidades, um documento detalhando o processo de desenvolvimento tecnol&oacute;gico e inova&ccedil;&atilde;o nas empresas&quot;, comentou.<br />
<br />
Para ele, os investimentos em Ci&ecirc;ncia e Tecnologia e em Pesquisa e Desenvolvimento v&ecirc;m crescendo e encostam nos de pa&iacute;ses desenvolvidos. &quot;Estimativas oficiais para o Brasil em 2010 apontam um PIB de R$ 3, 465 trilh&otilde;es. Com base nesses dados, os investimentos em P&amp;D dever&atilde;o alcan&ccedil;ar mais de R$ 40 bilh&otilde;es.&quot; A Anpei informou que dados internacionais apontam investimentos menores em rela&ccedil;&atilde;o ao PIB.<br />
<br />
<br />
Fonte: DCI - 27.08.2010<br />
T&iacute;tulo original:&nbsp; Empresas inovadoras cobram aumento de 150% em subs&iacute;dios
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 15:40:34 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Empresa garante compensação de ICMS sobre energia]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1985</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				A 1&ordf; turma do STJ garantiu a uma empresa do Mato Grosso a compensa&ccedil;&atilde;o de valores indevidamente recolhidos a t&iacute;tulo de ICMS sobre a diferen&ccedil;a entre a energia consumida e a &quot;demanda de energia contratada&quot;. A decis&atilde;o se deu no julgamento de um recurso em mandado de seguran&ccedil;a.<br />
<br />
O relator, ministro Luiz Fux, destacou que a base de c&aacute;lculo deve ser o valor da tarifa correspondente &agrave; demanda consumida, aquela que &eacute; entregue ao consumidor, e n&atilde;o sobre a pot&ecirc;ncia contratada (ou reservada). Assim, &eacute; poss&iacute;vel a compensa&ccedil;&atilde;o do ICMS indevidamente recolhido desde a impetra&ccedil;&atilde;o do mandado de seguran&ccedil;a.<br />
<br />
Ele citou precedente da 1&ordf; se&ccedil;&atilde;o sobre o tema, da relatoria do ministro Teori Albino Zavascki, julgado pelo rito da lei dos recursos repetitivos, no ano passado. O entendimento j&aacute; se tornou, inclusive, uma s&uacute;mula do STJ (s&uacute;mula 391).<br />
<br />
No caso, o contribuinte ingressou com mandado de seguran&ccedil;a em mar&ccedil;o de 2006 pedindo duas coisas : o reconhecimento do direito &agrave; compensa&ccedil;&atilde;o pela cobran&ccedil;a indevida de ICMS sobre a diferen&ccedil;a da demanda consumida e a contrata; e o reconhecimento do direito &agrave; compensa&ccedil;&atilde;o dos pagamentos indevidos decorrentes do comprovado recolhimento do ICMS sobre o &quot;seguro apag&atilde;o&quot; entre mar&ccedil;o de 2002 e dezembro de 2005.<br />
<br />
Nesse segundo ponto, o ministro relator n&atilde;o atendeu ao pedido, invocando a s&uacute;mula 271 do STF, segundo a qual &quot;a concess&atilde;o de mandado de seguran&ccedil;a n&atilde;o produz efeitos patrimoniais, em rela&ccedil;&atilde;o a per&iacute;odo pret&eacute;rito, os quais devem ser reclamados administrativamente ou pela via judicial pr&oacute;pria&quot;.<br />
<br />
<br />
Fonte: Migalhas - 20.08.2010<br />
T&iacute;tulo original:&nbsp; Empresa tem garantida compensa&ccedil;&atilde;o de ICMS sobre diferen&ccedil;a entre energia consumida e contratada
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 14:56:40 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Alcoolismo crônico não garante justa causa]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1984</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				Doen&ccedil;a que requer tratamento e n&atilde;o puni&ccedil;&atilde;o. Assim o alcoolismo cr&ocirc;nico tem sido avaliado, desde que a OMS o classificou como s&iacute;ndrome de depend&ecirc;ncia do &aacute;lcool. Atento ao reconhecimento cient&iacute;fico da doen&ccedil;a, o TST vem firmando jurisprud&ecirc;ncia no sentido de n&atilde;o considerar o alcoolismo motivo para demiss&atilde;o por justa causa. Ao julgar recurso do munic&iacute;pio de Guaratinguet&aacute;/SP, a 7&ordf; turma rejeitou o apelo, mantendo a decis&atilde;o regional que determinava a reintegra&ccedil;&atilde;o do trabalhador demitido.<br />
<br />
Trabalhar embriagado, dormir durante o expediente e faltar constantemente ao servi&ccedil;o, foram os fatores alegados pelo empregador que levaram &agrave; demiss&atilde;o do servidor municipal. Mas, se em 1943, quando passou a viger a CLT (clique aqui), isso era motivo para dispensa por justa causa, hoje n&atilde;o &eacute; mais. Segundo o munic&iacute;pio de Guaratinguet&aacute;, o trabalhador sempre teve comportamento inadequado no ambiente de trabalho e n&atilde;o provou ser dependente qu&iacute;mico ou que tenha buscado tratamento. Por essas raz&otilde;es, alegou que deveria ser reconhecida a legalidade da dispensa, pois a CLT prev&ecirc;, no artigo 482, &quot;f&quot;, a possibilidade da justa causa quando se trata de embriaguez habitual.<br />
<br />
Relator do recurso na 7&ordf; turma, o juiz convocado Flavio Portinho Sirangelo esclareceu que s&atilde;o inespec&iacute;ficas as decis&otilde;es apresentadas pelo empregador para demonstrar diverg&ecirc;ncia jurisprudencial, ou seja, conflito de entendimentos quanto ao tema, que poderiam levar ao exame do m&eacute;rito do recurso, nenhuma delas se referindo &quot;&agrave; hip&oacute;tese de embriaguez contumaz, em que o empregado &eacute; v&iacute;tima de alcoolismo, aspecto f&aacute;tico expressamente consignado no ac&oacute;rd&atilde;o do TRT da 15&ordf; regi&atilde;o (SP)&quot;.<br />
<br />
Al&eacute;m disso, o argumento de que n&atilde;o foi provada a depend&ecirc;ncia qu&iacute;mica do trabalhador implicaria em rever as provas, &quot;procedimento vedado nesta esfera recursal pela s&uacute;mula 126 do TST&quot;, afirmou o relator, acrescentando que a jurisprud&ecirc;ncia do tribunal &quot;tem entendido que o alcoolismo cr&ocirc;nico, atualmente reconhecido como doen&ccedil;a pela OMS, n&atilde;o acarreta a rescis&atilde;o contratual por justa causa&quot;.<br />
<br />
Nesse sentido, o relator citou, inclusive, diversos precedentes, entre os quais, dos ministros Lelio Bentes Corr&ecirc;a, Dora Maria da Costa e Rosa Maria Weber. &quot;O alcoolismo cr&ocirc;nico &eacute; visto, atualmente, como uma doen&ccedil;a, o que requer tratamento e n&atilde;o puni&ccedil;&atilde;o&quot;, afirmou a ministra Dora. Por sua vez, a ministra Rosa, ao expressar seu entendimento sobre a quest&atilde;o, esclareceu que a s&iacute;ndrome de depend&ecirc;ncia do &aacute;lcool &quot;&eacute; doen&ccedil;a, e n&atilde;o desvio de conduta justificador da rescis&atilde;o do contrato de trabalho&quot;.<br />
<br />
Com a mesma orienta&ccedil;&atilde;o, o ministro Lelio avaliou que a patologia &quot;gera compuls&atilde;o, impele o alcoolista a consumir descontroladamente a subst&acirc;ncia psicoativa e retira-lhe a capacidade de discernimento sobre seus atos&quot;. O ministro ressaltou a import&acirc;ncia da atitude do empregador, que deveria, segundo ele, antes de qualquer ato de puni&ccedil;&atilde;o, &quot;encaminhar o empregado ao INSS para tratamento, sendo imperativa, naqueles casos em que o &oacute;rg&atilde;o previdenci&aacute;rio detectar a irreversibilidade da situa&ccedil;&atilde;o, a ado&ccedil;&atilde;o das provid&ecirc;ncias necess&aacute;rias &agrave; sua aposentadoria&quot;.<br />
<br />
Ap&oacute;s destacar a relev&acirc;ncia do tema, a 7&ordf; turma acompanhou, por unanimidade, o voto do juiz Flavio Sirangelo, pelo n&atilde;o conhecimento do recurso de revista. <br />
<br />
<br />
Fonte: Migalhas - 23.08.2010<br />
T&iacute;tulo original:&nbsp; Alcoolismo cr&ocirc;nico n&atilde;o motiva demiss&atilde;o por justa causa
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 14:48:51 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Música "Silvio Santos vem aí" gera indenização]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1983</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				O juiz Sidney da Silva Braga, da 18&ordf; vara C&iacute;vel do F&oacute;rum Central da capital, fixou o valor de R$ 1.414.400,00 para indeniza&ccedil;&atilde;o por danos materiais que o SBT dever&aacute; pagar a Archimedes Messina, autor da m&uacute;sica &quot;Silvio Santos vem a&iacute;&quot;.<br />
<br />
A decis&atilde;o foi proferida quarta, 18/8, em fase chamada liquida&ccedil;&atilde;o da senten&ccedil;a. Ela acontece depois que uma a&ccedil;&atilde;o transita em julgado, ou seja, que se esgotam as possibilidades de recurso. &Eacute; a&iacute; que come&ccedil;a a fase de liquida&ccedil;&atilde;o, quando s&atilde;o apurados os valores da indeniza&ccedil;&atilde;o, ainda n&atilde;o especificados na senten&ccedil;a, para o pagamento.<br />
<br />
Por usar indevidamente a m&uacute;sica de Archimedes, o SBT foi condenado a ressarci-lo por danos morais e materiais. Os danos morais foram fixados em 500 sal&aacute;rios m&iacute;nimos. Quanto aos danos materiais, a senten&ccedil;a determinou que o valor fosse apurado na fase de liquida&ccedil;&atilde;o, correspondendo &agrave; quantia que o autor deixou de ganhar nos &uacute;ltimos vinte anos com a utiliza&ccedil;&atilde;o da obra e ao lucro obtido pela emissora com sua utiliza&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Para chegar &agrave; quantia, a justi&ccedil;a levou em conta o custo da publicidade no &quot;Programa Silvio Santos&quot;, que usa o &quot;jingle&quot;. Em sua decis&atilde;o, o juiz afirma que o crit&eacute;rio &eacute; &quot;a tradu&ccedil;&atilde;o mais pr&oacute;xima da realidade daquilo que significa a express&atilde;o econ&ocirc;mica da utiliza&ccedil;&atilde;o de uma obra art&iacute;stica na m&iacute;dia&quot;.<br />
<br />
O valor corresponde a 1% do montante que teria sido arrecadado com 30 segundos de espa&ccedil;o publicit&aacute;rio em todos os domingos que o programa foi exibido nos &uacute;ltimos vinte anos - 1.040 domingos x R$ 136 mil (valor de 30 segundos de publicidade no programa em junho de 2009).<br />
<br />
Al&eacute;m disso, o SBT tamb&eacute;m dever&aacute; pagar R$ 359 mil de multa, uma vez que continuou a veicular a can&ccedil;&atilde;o mesmo depois de decis&atilde;o TJ/SP determinando a n&atilde;o execu&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Da decis&atilde;o, cabe recurso para contesta&ccedil;&atilde;o do valor determinado.<br />
<br />
<br />
Fonte: Migalhas - 20.08.2010<br />
T&iacute;tulo original: M&uacute;sica &quot;Silvio Santos vem a&iacute;&quot; gera R$ 1,4 milh&atilde;o de indeniza&ccedil;&atilde;o para autor
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 14:43:31 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Pedido de patente será estratégico para Embraer]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1982</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_d26afb5d8e78c731e16b646a1cb75903.JPG' alt='Pedido de patente será estratégico para Embraer' />				As empresas brasileiras do setor aeroespacial e de defesa tem aumentado o uso de patentes para a prote&ccedil;&atilde;o de direitos sobre inova&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas, processo que at&eacute; 2006 praticamente n&atilde;o existia. Na Embraer, por exemplo, a maior empresa do setor e a terceira do mundo no segmento de avia&ccedil;&atilde;o comercial, registrou menos de 10 patentes em quase 40 anos de exist&ecirc;ncia. A partir de 2006, no entanto, mudou a sua estrat&eacute;gia ao criar uma &aacute;rea s&oacute; para cuidar do tema da propriedade intelectual e, desde ent&atilde;o, j&aacute; contabiliza um total de 70 patentes pleiteadas e outros 170 pedidos de extens&atilde;o para outros pa&iacute;ses.<br />
<br />
&quot;A empresa precisa proteger o seu patrim&ocirc;nio intang&iacute;vel e a utiliza&ccedil;&atilde;o de patentes &eacute; uma das formas que ela tem para se assegurar de que n&atilde;o est&aacute; infringindo a patente de terceiros ou qualquer outro tipo de regulamento internacional que possa afetar a opera&ccedil;&atilde;o dos seus avi&otilde;es&quot;, disse o gerente de Programa de Desenvolvimento Tecnol&oacute;gico da companhia, Francisco Ferreira Gomes Filho, que participou de um workshop sobre o tema das patentes, semana passada, em S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos (SP).<br />
<br />
Ao disseminar a cultura da prote&ccedil;&atilde;o do conhecimento, segundo Gomes Filho, a empresa tamb&eacute;m est&aacute; valorizando o processo criativo da sua for&ccedil;a de trabalho e estimulando ainda mais a inova&ccedil;&atilde;o dos seus engenheiros, que veem na patente uma forma de reconhecimento do trabalho inovador. &quot;A Embraer avalia a necessidade de uma patente com base em sua estrat&eacute;gia de neg&oacute;cios. &Agrave;s vezes &eacute; mais vantajoso que determinado conhecimento seja mantido em sigilo, principalmente quando a exposi&ccedil;&atilde;o de detalhes do projeto representa um risco para a empresa&quot;, explica.<br />
<br />
Historicamente, as empresas do setor aeroespacial e de defesa no Brasil n&atilde;o privilegiam o uso de patentes para a prote&ccedil;&atilde;o de direitos sobre inova&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas e o segredo industrial sempre foi a principal forma de prote&ccedil;&atilde;o do valor criado. O Instituto Tecnol&oacute;gico de Aeron&aacute;utica (ITA), principal reduto da tecnologia aeroespacial do pa&iacute;s, registrou apenas seis patentes entre os anos de 1984 e 1998, de acordo com dados do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). A partir de 2002 at&eacute; o ano passado, o total de patentes registradas pelo Instituto foi de 16, enquanto que universidades como a Unicamp tem em seu hist&oacute;rico um total de 591 patentes.<br />
<br />
&quot;A origem do problema est&aacute; no desconhecimento e tamb&eacute;m na necessidade de rapidez. As empresas desse setor pensam que o processo de patentear custa muito dinheiro, utiliza uma carga administrativa muito grande e depois n&atilde;o sabem o que fazer com elas&quot;, explica Alejandro Klecker, principal executivo do grupo espanhol Clarke, Modet, uma das l&iacute;deres mundiais na &aacute;rea de propriedade intelectual. O executivo alerta, no entanto, que se a empresa n&atilde;o tem propriedade intelectual, ela n&atilde;o existe no mercado internacional de tecnologia.<br />
<br />
&quot;A prote&ccedil;&atilde;o do conhecimento j&aacute; se tornou um indicador para justificar um investimento. Na Siemens, para cada US$ 500 mil de desenvolvimento tem de haver uma patente. O investidor quer saber para onde est&aacute; indo o dinheiro do acionista&quot;. O governo espanhol, segundo Klecker, s&oacute; subvenciona o desenvolvimento que termina em patente. &quot;N&atilde;o somos nenhuma pot&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica para dedicarmos os poucos recursos que temos em investiga&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica&quot;, comenta.<br />
<br />
A Boeing, segundo levantamento feito pelo Centro para a Competitividade e Inova&ccedil;&atilde;o do Cone Leste Paulista (Cecompi), &eacute; a empresa no mundo com maior n&uacute;mero de patentes depositadas (6.011) e tamb&eacute;m a que apresentou o maior crescimento do setor, com 170%, no per&iacute;odo de 2000 a 2005. A Airbus aparece em segundo lugar, com 2.075 patentes e a Bombardier vem em terceiro, com 935. Durante esse per&iacute;odo, a Embraer era titular de apenas seis patentes. N&uacute;meros mais recentes apurados junto ao INPI mostram que a Embraer registrou um total de 20 patentes no Brasil e mais 18 nos Estados Unidos.<br />
<br />
Fonte: Virg&iacute;nia Silveira - Valor Econ&ocirc;mico - 19.08.2010<br />
T&iacute;tulo original: Pedido de patente passa a ser estrat&eacute;gico para Embraer
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 14:24:54 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[TRF quebra patente de remédio para colesterol]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1981</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				<p><font face="Arial">Uma decis&atilde;o do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2 &ordf;Regi&atilde;o fez a patente do medicamento Lipitor - campe&atilde;o de vendas do laborat&oacute;rio Pfizer - cair em dom&iacute;nio p&uacute;blico quatro meses antes do previsto pela empresa. O entendimento foi proferido em uma a&ccedil;&atilde;o rescis&oacute;ria - que tem a finalidade de modificar decis&otilde;es que transitaram em julgado - proposta pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Nela, o &oacute;rg&atilde;o argumenta que a patente seria v&aacute;lida apenas at&eacute; julho de 2009. A Pfizer havia obtido na Justi&ccedil;a a extens&atilde;o da validade at&eacute; dezembro deste ano. O Lipitor, usado para combater o colesterol, &eacute; o medicamento mais vendido no mundo, e movimenta R$ 300 milh&otilde;es por ano no Brasil.<br />
<br />
</font><font face="Arial">Algumas horas ap&oacute;s a decis&atilde;o do TRF, a Pfizer anunciou parceria com a Eurofarma para lan&ccedil;ar a vers&atilde;o gen&eacute;rica do Lipitor. Na semana passada, uma liminar do TRF da 2&ordf; Regi&atilde;o havia garantido &agrave; EMS o direito de produzir e comercializar a vers&atilde;o gen&eacute;rica do Lipitor, que est&aacute; &agrave; venda, a um custo 35% mais barato que o original, cuja caixa, com 90 comprimidos, custa cerca de R$ 650. <br />
<br />
</font><font face="Arial">A decis&atilde;o do TRF da 2&ordf; Regi&atilde;o n&atilde;o &eacute; uma surpresa. Isso porque o tribunal tem aplicado o entendimento adotado em abril pelo Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) no julgamento sobre a patente do Viagra. A decis&atilde;o da Corte superior fez a patente cair em dom&iacute;nio p&uacute;blico em junho, um ano antes da extens&atilde;o pretendida pela Pfizer, fabricante do medicamento. <br />
<br />
</font><font face="Arial">O foco da discuss&atilde;o nas a&ccedil;&otilde;es que pedem a extens&atilde;o das patentes dos rem&eacute;dios &eacute; o sistema pipeline, que surgiu com a ades&atilde;o do Brasil ao acordo Trips, em 1995. A norma passou a considerar &quot;patente&aacute;veis&quot; os produtos aliment&iacute;cios, qu&iacute;micos-farmac&ecirc;uticos e medicamentos, que at&eacute; aquele momento n&atilde;o eram pass&iacute;veis de prote&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s. O STJ decidiu que est&aacute; correto o entendimento do INPI, de que a contagem do prazo deve ter in&iacute;cio a partir do primeiro dep&oacute;sito da patente no exterior.<br />
<br />
</font><font face="Arial">Ap&oacute;s a decis&atilde;o do STJ, o INPI come&ccedil;ou a propor a&ccedil;&otilde;es rescis&oacute;rias para alterar decis&otilde;es transitadas em julgado que estendiam a vig&ecirc;ncia das patentes. No caso do Lipitor, o INPI conseguiu desconstituir a decis&atilde;o que garantia a vig&ecirc;ncia da patente at&eacute; dezembro. &quot;A decis&atilde;o garante seguran&ccedil;a jur&iacute;dica aos laborat&oacute;rios para que possam lan&ccedil;ar os medicamentos gen&eacute;ricos&quot;, diz o procurador-chefe do INPI Mauro Maia. Segundo ele, outras tr&ecirc;s a&ccedil;&otilde;es similares ajuizadas pelo INPI, sobre outras patentes, tramitam no TRF, e 37 recursos que tentam acabar com o monop&oacute;lio de medicamentos est&atilde;o no STJ. <br />
<br />
</font><font face="Arial">&quot;A fila come&ccedil;a a andar&quot;, diz Odnir Finotti, presidente da Progen&eacute;ricos - que re&uacute;ne oito fabricantes, com 80% do mercado. De acordo com ele, o pr&oacute;ximo julgamento de relev&acirc;ncia no TRF envolve a patente do Seroquel, usado no tratamento da esquizofrenia, que segundo o INPI teria vencido em 2006. A Astra Zeneca, detentora da patente, por&eacute;m, obteve decis&atilde;o judicial que a estende at&eacute; 2012.<br />
<br />
</font><font face="Arial">A Pfizer informou que &quot;acata, mas respeitosamente discorda da decis&atilde;o do TRF&quot;, e diz que s&oacute; poder&aacute; se manifestar sobre poss&iacute;veis medidas ao tomar conhecimento do inteiro teor da decis&atilde;o. (LC)<br />
<br />
<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 27.08.2010</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 18:30:52 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Transferência de produtos é isenta]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1980</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_9f0d4690e5fd176d0c2502a800f3a335.jpeg' alt='Transferência de produtos é isenta' />				<p><font face="Arial"><font face="Arial">Tribut&aacute;rio: STJ considera v&aacute;lida s&uacute;mula publicada antes da entrada em vigor da Lei Kandir<br />
</font><br />
A 1&ordf; Se&ccedil;&atilde;o do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) decidiu que a S&uacute;mula n&ordm; 166, publicada em agosto de 1996, continua v&aacute;lida. O texto garante isen&ccedil;&atilde;o do ICMS no simples deslocamento de mercadorias entre estabelecimentos de uma mesma empresa. Os ministros analisaram um recurso ajuizado pela IBM Brasil contra uma decis&atilde;o do Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo (TJSP) que considerou nulo o enunciado com a edi&ccedil;&atilde;o da Lei Complementar n&ordm; 87, de setembro de 2006, conhecida como Lei Kandir. <br />
</font><font face="Arial"><br />
A companhia havia sido autuada pela Fazenda paulista por n&atilde;o recolher o ICMS na transfer&ecirc;ncia de um estoque de bens entre um de seus estabelecimentos, em Sumar&eacute; (SP), para a cidade do Rio de Janeiro. O imposto, no caso, seria de 18% sobre o valor dos equipamentos. Em primeira inst&acirc;ncia, a IBM conseguiu cancelar o auto de infra&ccedil;&atilde;o, mas o TJSP reformou a decis&atilde;o sob o argumento de que a Lei Complementar n&ordm; 87 estabeleceu que o contribuinte deve recolher ICMS nessas opera&ccedil;&otilde;es. O desembargadores consideraram que a s&uacute;mula editada pelo STJ &eacute; anterior &agrave; norma. A diferen&ccedil;a &eacute; de apenas um m&ecirc;s.<br />
<br />
</font><font face="Arial">Os ministros da 1&ordf; Se&ccedil;&atilde;o, no entanto, entenderam, por unanimidade, que a s&uacute;mula continua em vigor, mesmo com a edi&ccedil;&atilde;o posterior da Lei Kandir. Alguns ministros chegaram a cogitar, inclusive, a publica&ccedil;&atilde;o de um novo texto. Mas prevaleceu o entendimento do relator do caso, ministro Luiz Fux, que achou desnecess&aacute;ria a medida, j&aacute; que a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; a mesma. <br />
<br />
</font><font face="Arial">De acordo com o advogado Il&iacute;dio Benites de Oliveira Alves, do escrit&oacute;rio Oliveira Alves Advogados, que defende a IBM, a transfer&ecirc;ncia de bens entre estabelecimentos da empresa &eacute; bastante comum quando se renova o parque tecnol&oacute;gico, por exemplo. &quot;O ICMS s&oacute; deve ser pago no momento da venda, se o bem se transformar em mercadoria&quot;, diz Alves.<br />
<br />
</font><font face="Arial">Apesar do STJ ter reafirmado o seu entendimento, na pr&aacute;tica as empresas devem continuar a ter que recorrer &agrave; Justi&ccedil;a para cancelar as autua&ccedil;&otilde;es. De acordo com advogados, os Estados dever&atilde;o continuar cobrando o ICMS nessas opera&ccedil;&otilde;es, baseados na Lei Complementar n&ordm; 87. &quot;A situa&ccedil;&atilde;o &eacute; uma prova do desrespeito da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica com as decis&otilde;es judiciais&quot;, diz o advogado Igor Mauler Santiago, do Sacha Calmon Mizabel Derzi Consultores e Advogados. <br />
<br />
</font><font face="Arial">O escrit&oacute;rio obteve v&aacute;rias decis&otilde;es favor&aacute;veis para contribuintes autuados pela fiscaliza&ccedil;&atilde;o, com multas quase sempre bem elevadas. De acordo com Santiago, as empresas costumam recorrer &agrave; Justi&ccedil;a quando os bens transportados n&atilde;o forem comercializados posteriormente. &quot;Se a empresa vender as mercadorias, poder&aacute; abater, nessa opera&ccedil;&atilde;o, o ICMS pago na etapa anterior&quot;, diz Santiago. Procurada pelo Valor, a Procuradoria do Estado de S&atilde;o Paulo (PGE-SP) n&atilde;o quis se manifestar sobre o assunto.&nbsp;<br />
<br />
<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 27.08.2010</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 18:23:05 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Herdeiros da Perdigão]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1979</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_a99724651d663e4a3c9e759223ca229d.' alt='Herdeiros da Perdigão' />				<p><font face="Arial">A 2&ordf; Turma do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) manteve condena&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o de Valores Mobili&aacute;rios (CVM) a ex-dirigentes da Perdig&atilde;o. Os ministros negaram pedido de Fl&aacute;vio Brandalise e Saul J&uacute;nior, herdeiros de Saul Brandalise, fundador da companhia. Acusados de irregularidades financeiras nos anos de 1990 e 1991, os dois ex-administradores e s&oacute;cios controladores da Perdig&atilde;o recorreram ao Judici&aacute;rio. Eles pediram a anula&ccedil;&atilde;o de penalidades impostas no inqu&eacute;rito administrativo da CVM - multas de quase R$ 4,5 milh&otilde;es para cada e a interdi&ccedil;&atilde;o tempor&aacute;ria do exerc&iacute;cio da atividade de administrador. At&eacute; agora, os irm&atilde;os perderam em todas as inst&acirc;ncias da Justi&ccedil;a. Na tentativa mais recente, a 2&ordf; Turma decidiu n&atilde;o alterar o valor da multa aplicada pela CVM, de 30% do valor da opera&ccedil;&atilde;o irregular. Os ministros entenderam ser razo&aacute;vel e dentro do limite legal (artigo 11, par&aacute;grafo 1&ordm; , inciso II, da Lei n&ordm; 6.385, de 1976).&nbsp;<br />
<br />
<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 27.08.2010</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 18:15:19 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Conceito de consumidor]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1978</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				<p><font face="Arial">O Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) admitiu a amplia&ccedil;&atilde;o do conceito de consumidor a uma pessoa que utiliza determinado produto para fins profissionais e n&atilde;o apenas para consumo direto. Com esse entendimento, a 3&ordf; Turma negou provimento ao recurso apresentado pela Marbor M&aacute;quinas, de Goi&aacute;s, que pretendia mudar a decis&atilde;o de primeira inst&acirc;ncia que beneficiou uma consumidora. Ela alegou ter assinado um contrato para aquisi&ccedil;&atilde;o de uma m&aacute;quina, mediante o pagamento em 20 presta&ccedil;&otilde;es mensais, que possu&iacute;a cl&aacute;usulas abusivas. A decis&atilde;o de primeira inst&acirc;ncia aceitou a revis&atilde;o do contrato, aplicando o C&oacute;digo de Defesa do Consumidor (CDC). Mas, ao recorrer ao STJ, a Marbor alegou que n&atilde;o se configura como rela&ccedil;&atilde;o de consumo um caso em que o destinat&aacute;rio final adquire determinado bem para usar no exerc&iacute;cio da profiss&atilde;o, conforme estabelece o CDC. Ao proferir seu voto, a ministra Nancy Andrighi, relatora do caso, considerou que embora o STJ tenha restringido anteriormente o conceito de consumidor &agrave; pessoa que adquire determinado produto com o objetivo espec&iacute;fico de consumo, outros julgamentos realizados depois, voltaram a aplicar a tend&ecirc;ncia maximalista. Dessa forma, agregaram novos argumentos a favor do conceito de consumo, de modo a tornar tal conceito &quot;mais amplo e justo&quot;. Por isso, a relatora entendeu que, no caso julgado, pode sim ser admitida a aplica&ccedil;&atilde;o das normas do CDC.<br />
<br />
<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 27.08.2010</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 18:05:27 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Incidência de IPTU]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1977</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				<p><font face="Arial">O Plen&aacute;rio do Supremo Tribunal Federal (STF) come&ccedil;ou a analisar recurso que discute se uma empresa privada que ocupa &aacute;rea da Uni&atilde;o para desenvolver atividade econ&ocirc;mica com finalidade lucrativa est&aacute; sujeita &agrave; incid&ecirc;ncia do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O julgamento foi interrompido ap&oacute;s o relator do caso, ministro Joaquim Barbosa, ter proferido voto pela incid&ecirc;ncia do IPTU sobre a &aacute;rea ocupada pela empresa, enquanto o ministro Jos&eacute; Antonio Dias Toffoli, abrindo diverg&ecirc;ncia, votou pela n&atilde;o incid&ecirc;ncia do tributo, baseado no princ&iacute;pio da imunidade tribut&aacute;ria entre os entes federados, estabelecido no artigo 150, inciso VI, letra 'a', da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal. Ap&oacute;s os votos, a ministra C&aacute;rmen L&uacute;cia Antunes Rocha pediu vistas. O munic&iacute;pio do Rio de Janeiro apresentou recurso contra ac&oacute;rd&atilde;o da 1&ordf; C&acirc;mara C&iacute;vel do Tribunal de Justi&ccedil;a do estado do Rio de Janeiro (TJRJ), que manteve a isen&ccedil;&atilde;o do IPTU referente ao exerc&iacute;cio de 2002 para empresa cession&aacute;ria, que ocupa im&oacute;vel p&uacute;blico, pertencente &agrave; Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportu&aacute;ria (Infraero) no Aeroporto de Jacarepagu&aacute;, no Rio de Janeiro.<br />
<br />
<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 27.08.2010</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 18:03:38 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Receita multa em 50% pedido indevido de imposto]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1976</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				<p><font face="Arial">A Receita Federal multar&aacute; em 50% empresas que pedirem a devolu&ccedil;&atilde;o de tributo e tiverem o pedido negado, por ser considerado indevido, mesmo se for constatada boa-f&eacute;. O Fisco padronizou dois tipos de penalidades para pedidos de ressarcimento na Instru&ccedil;&atilde;o Normativa n&ordm; 1.067, publicada ontem no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o (DOU). <br />
<br />
</font><font face="Arial">A primeira delas &eacute; a multa de 50% sobre o valor do cr&eacute;dito obtido por compensa&ccedil;&atilde;o, ou seja, que o contribuinte compensa com outros tributos a serem pagos. A segunda, tamb&eacute;m de 50%, incide sobre o pedido de ressarcimento indevido, que o contribuinte recebe em esp&eacute;cie. <br />
<br />
</font><font face="Arial">De acordo com Fernando Mombelli, coordenador-geral de Tributa&ccedil;&atilde;o da Receita Federal, as multas &quot;se justificam tendo em vista o grande n&uacute;mero de pedidos de restitui&ccedil;&atilde;o e ressarcimento indevidos, que representam uma m&eacute;dia de 40% a 50% dos pedidos feitos&quot;. Mombelli afirma que &quot;os cr&eacute;ditos pleiteados somam bilh&otilde;es de reais&quot;. Segundo o coordenador-geral, o percentual foi calculado em levantamento feito pela Receita h&aacute; mais de tr&ecirc;s anos. <br />
<br />
</font><font face="Arial">O contribuinte tem cinco anos para fazer o pedido de ressarcimento ou compensa&ccedil;&atilde;o, e a Receita se d&aacute; o prazo de outros cinco anos para rever o ato do contribuinte. <br />
<br />
</font><font face="Arial">Anteriormente, a declara&ccedil;&atilde;o de compensa&ccedil;&atilde;o sujeitava o contribuinte &agrave; penalidade de 75%. Em caso de fraude, cobrava-se 150%, valor que ser&aacute; mantido para esses casos. Para o ressarcimento indevido em esp&eacute;cie, n&atilde;o havia previs&atilde;o de penalidade. A instru&ccedil;&atilde;o normativa colocou multa de 50% e, se houver fraude, a cobran&ccedil;a sobe para 100%. <br />
<br />
</font><font face="Arial">Caso o contribuinte n&atilde;o atenda intima&ccedil;&atilde;o do Fisco para prestar esclarecimentos no prazo marcado, as penalidades de 50% e 150% ser&atilde;o de 75% e 225%, respectivamente. <br />
<br />
</font><font face="Arial">Em outra instru&ccedil;&atilde;o normativa (n&ordm; 1.068), tamb&eacute;m publicada ontem, a Receita Federal padronizou a cobran&ccedil;a de impostos para empresas exportadoras. Segundo a norma, caber&aacute; d&eacute;bito quando a mercadoria destinada &agrave; exporta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o for imediatamente encaminhada ao destino. <br />
<br />
</font><font face="Arial">As empresas s&atilde;o isentas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integra&ccedil;&atilde;o Social (PIS) e Contribui&ccedil;&atilde;o para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Mas, se a mercadoria ficar no pa&iacute;s e, eventualmente, for vendida no mercado interno ser&atilde;o cobrados os impostos. Apenas cigarros n&atilde;o podem ser revendidos e bebidas alco&oacute;licas s&atilde;o leiloadas.&nbsp;<br />
<br />
<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 26.08.2010</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 18:36:15 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Companhias telefônicas vencem ação da Cofins]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1975</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_5d4be3925d0889f78039c12b7dd087d3.jpeg' alt='Companhias telefônicas vencem ação da Cofins' />				<p><font face="Arial"><font face="Arial">Tribut&aacute;rio: STJ considera legal repasse de impostos ao consumidor<br />
<br />
</font>As concession&aacute;rias de telefonia venceram ontem uma importante disputa tribut&aacute;ria no Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ). Por seis votos a tr&ecirc;s, a 1&ordf; Se&ccedil;&atilde;o considerou legal o repasse do PIS e da Cofins nas contas telef&ocirc;nicas. Os ministros analisaram um recurso da Brasil Telecom que contestava um ac&oacute;rd&atilde;o do Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio Grande do Sul (TJRS). A Corte estadual julgou ilegal a inclus&atilde;o das contribui&ccedil;&otilde;es na tarifa e o consequente repasse para os consumidores. De acordo com c&aacute;lculos apresentados pela defesa da Brasil Telecom, caso a companhia tivesse que devolver os valores dos tributos arrecadados para os clientes, entre os anos de 2006 e 2009, teria que desembolsar R$ 2,1 bilh&otilde;es.<br />
<br />
</font><font face="Arial">O montante, segundo a empresa, seria desproporcional ao seu lucro no mesmo per&iacute;odo, que totalizou R$ 1,3 bilh&atilde;o. A Brasil Telecom alegou no STJ que o repasse j&aacute; ocorre h&aacute; 11 anos e foi autorizado pelo contrato de concess&atilde;o firmado com a Uni&atilde;o. &quot;Al&eacute;m do preju&iacute;zo, o fim do repasse dos tributos tornaria a atividade antiecon&ocirc;mica&quot;, afirma o advogado Gustavo do Amaral Martins, do escrit&oacute;rio Paulo Cezar Pinheiro Carneiro Advogados, que defende a companhia telef&ocirc;nica. A Ag&ecirc;ncia Nacional de Telecomunica&ccedil;&otilde;es (Anatel) se manifestou na a&ccedil;&atilde;o, em favor das concession&aacute;rias. O &oacute;rg&atilde;o regulador alertou para a possibilidade de aumento nas tarifas caso a interpreta&ccedil;&atilde;o do STJ fosse favor&aacute;vel aos consumidores, exigindo a devolu&ccedil;&atilde;o dos valores arrecadados com PIS e Cofins.<br />
<br />
</font><font face="Arial">J&aacute; os consumidores argumentaram que o repasse n&atilde;o poderia ser mantido apenas para assegurar a margem de lucro das concession&aacute;rias. O advogado Cl&aacute;udio Petrini Belmonte, que atua em causa pr&oacute;pria no STJ contra a Brasil Telecom, defende que somente impostos cobrados sobre a opera&ccedil;&atilde;o de venda de bens e mercadorias e presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o - como o ICMS - poderiam ser repassados ao consumidor. De acordo com essa tese, o PIS e a Cofins n&atilde;o podem incidir diretamente na fatura, conta a conta, mas integrar proporcionalmente o custo da tarifa. <br />
<br />
</font><font face="Arial">O ministro Luiz Fux, relator do processo, entendeu que o repasse &eacute; leg&iacute;timo, pois essa possibilidade est&aacute; prevista na Lei de Telecomunica&ccedil;&otilde;es. O julgamento foi suspenso em junho, por um pedido de vista do ministro Benedito Gon&ccedil;alves. Os consumidores estavam vencendo a disputa por quatro votos a dois. Mas ontem o placar se inverteu. O ministro Benedito Gon&ccedil;alves acompanhou o voto do relator. Ele levou em considera&ccedil;&atilde;o a preserva&ccedil;&atilde;o da tarifa que constou na proposta vencedora da licita&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o p&uacute;blico, para que se tenha a justa remunera&ccedil;&atilde;o e a presta&ccedil;&atilde;o adequada do servi&ccedil;o. <br />
<br />
</font><font face="Arial">Em sua &uacute;ltima participa&ccedil;&atilde;o na 1&ordf; Se&ccedil;&atilde;o, a ministra Eliana Calmon, que vai assumir a Corregedoria Nacional de Justi&ccedil;a, entendeu que a sistem&aacute;tica do repasse &eacute; permitida pela lei, e votou a favor das concession&aacute;rias. No entanto, a ministra Eliana Calmon ponderou que h&aacute; falta de clareza na cobran&ccedil;a, pois os contratos que disciplinam o repasse ficam ocultos dos contribuintes. De acordo com a ministra, seu voto foi dado com base no princ&iacute;pio da legalidade, apesar de, no caso, &quot;as cifras serem impressionantes e a veda&ccedil;&atilde;o do repasse condenar a empresa ao fracasso&quot;. O ministro Humberto Martins, que havia votado favoravelmente aos consumidores, decidiu mudar seu voto, o que resultou em um placar de seis votos a tr&ecirc;s para as concession&aacute;rias.<br />
<br />
</font><font face="Arial">A decis&atilde;o do STJ pode influenciar um caso semelhante, que ser&aacute; julgado tamb&eacute;m como recurso repetitivo pela Corte, envolvendo a legalidade do repasse de PIS e Cofins nas tarifas de energia el&eacute;trica. Caso sejam derrotadas, as distribuidoras de energia do pa&iacute;s podem ter que devolver cerca de R$ 27,5 bilh&otilde;es aos consumidores. O STJ vai analisar um recurso proposto por um consumidor contra a Companhia Estadual de Distribui&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica (CEEE) do Rio Grande do Sul. No Estado, h&aacute; mais de dez mil processos propostos por consumidores. A expectativa dos advogados que defendem o setor de energia &eacute; que o caso tenha o mesmo desfecho do recurso julgado ontem, envolvendo as concession&aacute;rias de telefonia.<br />
<br />
<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 26.08.2010</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 18:26:54 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Imóveis. Estrangeiros teriam usado "laranjas".]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1974</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				<p><font face="Arial">O&nbsp;governo n&atilde;o tem a exata dimens&atilde;o do volume de terras brasileiras em m&atilde;os de estrangeiros, mas est&aacute; convencido que a eleva&ccedil;&atilde;o de 95% no registro de im&oacute;veis rurais em nome de pessoas jur&iacute;dicas brasileiras entre 1998 e 2008 revela um caminho adotado por n&atilde;o brasileiros para comprar &aacute;reas no pa&iacute;s. <br />
<br />
</font><font face="Arial">Boa parte desses registros teria sido patrocinada por empresas estrangeiras, via cria&ccedil;&atilde;o de companhia nacionais abertas em nome de terceiros, para &quot;legalizar&quot; sua atua&ccedil;&atilde;o no Brasil, aponta uma fonte graduada do governo. O novo parecer da Advocacia-Geral da Uni&atilde;o (AGU), publicado segunda-feira, obriga os estrangeiros a obter autoriza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via do governo para registrar terras em cart&oacute;rio e coloca limites severos &agrave; compra de glebas com at&eacute; 5 mil hectares por n&atilde;o residentes - cada munic&iacute;pio poder&aacute; ter 25% de seu territ&oacute;rio nas m&atilde;os de estrangeiros.<br />
<br />
</font><font face="Arial">Estat&iacute;sticas cadastrais in&eacute;ditas mantidas pelo Instituto Nacional de Coloniza&ccedil;&atilde;o e Reforma Agr&aacute;ria (Incra) mostram que o n&uacute;mero de im&oacute;veis sob dom&iacute;nio de empresas nacionais passou de 67 mil, em 1998, para 131 mil em 2008. O total da &aacute;rea registrada saltou de 80 milh&otilde;es para 177,2 milh&otilde;es de hectares nesses dez anos - um aumento de 121%.<br />
<br />
</font><font face="Arial">Nos registros oficiais do governo, figuram apenas 34.371 im&oacute;veis rurais em nome de n&atilde;o residentes em 2010, e 4,307 milh&otilde;es de glebas no pa&iacute;s s&atilde;o propriedade de estrangeiros . <br />
<br />
</font><font face="Arial">Desde 1971, quando a ditadura militar baixou uma lei para controlar a propriedade da terra no pa&iacute;s, os registros oficiais t&ecirc;m minguado. Em 1972, ainda sem a regulamenta&ccedil;&atilde;o legal, existiam 43,4 mil im&oacute;veis em m&atilde;os estrangeiras. Em 1978, j&aacute; sob o efeito da nova lei, os registros recuaram para 35 mil im&oacute;veis. Bem mais tarde, o recadastramento geral fundi&aacute;rio de 1992 detectou apenas 24 mil propriedades rurais nessa situa&ccedil;&atilde;o. A explica&ccedil;&atilde;o &eacute; que a base das terras foi &quot;zerada&quot; para o recome&ccedil;o da contagem.<br />
<br />
</font><font face="Arial">At&eacute; 1998, sob efeito de um parecer anterior da AGU, os registros subiram a 27,2 mil. A expans&atilde;o, considerada &quot;residual&quot; pelo governo, ocorreu pela necessidade de obter certid&otilde;es oficiais para transa&ccedil;&otilde;es comerciais das terras. Assim, os registros foram subindo at&eacute; atingir 33,2 mil em 2007. Pequenas &aacute;reas acabaram incorporadas a glebas maiores nesse per&iacute;odo, j&aacute; que a &aacute;rea total em m&atilde;os estrangeiras cresceu menos do que o n&uacute;mero de im&oacute;veis. Em 2008, o registro do governo identificou 34,6 mil propriedades rurais sob titularidade de estrangeiros. Em 2010, o n&uacute;mero de im&oacute;veis caiu a 34,4 mil.<br />
<br />
</font><font face="Arial">O governo avalia que o &quot;arrocho&quot; na titularidade das terras nacionais provocar&aacute; uma avalanche de pedidos de regulariza&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o. O presidente do Incra, Rolf Hackbart, afirma que est&aacute; preparado para atender &agrave; demanda. &quot;Vistoriamos 6 milh&otilde;es de hectares todo ano. N&atilde;o ser&atilde;o muitos processos, mas estamos preparando a equipe e j&aacute; reunimos nossos procuradores para colocar as novas regras em pr&aacute;tica&quot;, diz.<br />
<br />
</font><font face="Arial">O executivo afirma ter sido &quot;correto&quot; o novo parecer da AGU com limita&ccedil;&otilde;es &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o de terras por estrangeiros. O Incra passar&aacute; a ter um alto grau de controle sobre essas transa&ccedil;&otilde;es. &quot;A medida &eacute; correta. Agora, temos regra e isso n&atilde;o inibir&aacute; investimentos, mas vai estancar a hemorragia dessas compras&quot;, afirma o presidente do Incra.<br />
<br />
</font><font face="Arial">Hackbart argumenta que o parecer trar&aacute; estabilidade jur&iacute;dica, permitir&aacute; a regulariza&ccedil;&atilde;o fundi&aacute;ria e ambiental, al&eacute;m de favorecer o combate &agrave; grilagem de terras, sobretudo na regi&atilde;o Norte do pa&iacute;s. O presidente do Incra afirma que um conjunto de medidas adotadas pelo governo ajudar&aacute; na atua&ccedil;&atilde;o da autarquia.<br />
<br />
</font><font face="Arial">Al&eacute;m do novo parecer da AGU, Hackbart lista como essenciais ao processo os controles recomendados pelo Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU) e as decis&otilde;es do Conselho Nacional de Justi&ccedil;a (CNJ) sobre a obriga&ccedil;&atilde;o dos cart&oacute;rios de informar essas transa&ccedil;&otilde;es ao Incra e o cancelamento de t&iacute;tulos de posse irregulares no Par&aacute;. &quot;Os cart&oacute;rios v&atilde;o se preparar. O futuro chegou&quot;, afirma.&nbsp;<br />
<br />
<br />
T&iacute;tulo original: <font face="Arial">Estrangeiros teriam usado &quot;laranjas&quot; para registrar im&oacute;veis rurais no pa&iacute;s<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 26.08.2010</font></font><font face="Arial"></font></p>
<p><font face="Arial">&nbsp; <br />
</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 18:16:04 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Restrição a estrangeiro pode afetar investidor]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1973</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				<p><font face="Arial">O novo parecer da Advocacia Geral da Uni&atilde;o que, na pr&aacute;tica, restabelece restri&ccedil;&otilde;es para a compra de im&oacute;veis rurais por empresas brasileiras de controle estrangeiro, pode impedir a entrada de investimentos produtivos. Essa &eacute; a opini&atilde;o do advogado especialista em direito imobili&aacute;rio, Olivar Vitale, s&oacute;cio do Tubino Veloso, Vitale, Bicalho e Dias Advogados. Ele conta que a lei dificultar&aacute; a transfer&ecirc;ncia de propriedades de im&oacute;veis para fundos estrangeiros que decidirem adquirir empresas no Brasil. &quot;Em nome da prote&ccedil;&atilde;o da soberania nacional esse parecer impede a entrada de dinheiro produtivo e n&atilde;o especulativo.&quot;<br />
<br />
Segundo ele, essa transfer&ecirc;ncia a empresas controladas por estrangeiros j&aacute; estava, na pr&aacute;tica, esbarrando em dificuldades desde julho, quando os cart&oacute;rios passaram a exigir autoriza&ccedil;&atilde;o do Instituto Nacional de Coloniza&ccedil;&atilde;o e Reforma Agr&aacute;ria (Incra). Isso aconteceu porque os cart&oacute;rios passaram a ser obrigados a informar &agrave;s suas corregedorias a compra de im&oacute;veis rurais por empresas de controle estrangeiro. At&eacute; ent&atilde;o, argumenta ele, a exig&ecirc;ncia dos cart&oacute;rios era question&aacute;vel e facilmente derrubada no Judici&aacute;rio. <br />
<br />
Com a san&ccedil;&atilde;o do presidente Lula ao parecer e sua publica&ccedil;&atilde;o no &quot;Di&aacute;rio Oficial&quot;, acredita Vitale, as restri&ccedil;&otilde;es restabelecidas provavelmente prevalecer&atilde;o, mesmo se forem questionadas. Para ele, entre as medidas mais duras est&aacute; a que limita a soma das &aacute;reas rurais pertencentes a pessoas estrangeiras a um quarto da superf&iacute;cie dos munic&iacute;pios. Dentro dessa &aacute;rea j&aacute; delimitada, lembra ele, h&aacute; outra importante restri&ccedil;&atilde;o. As pessoas da mesma nacionalidade n&atilde;o poder&atilde;o ser propriet&aacute;rias de mais de 40% desse territ&oacute;rio.<br />
<br />
Vitale defende que o restabelecimento de restri&ccedil;&otilde;es passou a valer com a publica&ccedil;&atilde;o do parecer. Ou seja, ficam mantidos, por exemplo, os casos em que a soma das &aacute;reas rurais em m&atilde;os de estrangeiros j&aacute; supere 25% da superf&iacute;cie de um munic&iacute;pio.&nbsp;<br />
<br />
<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 24.08.2010</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 21:22:16 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Empresa é condenada por 'dumping social']]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1972</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				<p><font face="Arial">&Eacute; crescente o n&uacute;mero de empresas condenadas por &quot;dumping social&quot;, tema que j&aacute; est&aacute; na pauta do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Em recente julgamento, a ju&iacute;za Beatriz Helena Miguel Jiacomini, da 4&ordf; Vara do Trabalho de S&atilde;o Paulo, obrigou a Chambertain Administradora - adquirida pela BHG - Brazil Hospitality Group - a pagar indeniza&ccedil;&atilde;o de R$ 50 mil. O valor dever&aacute; ser destinado &agrave; Associa&ccedil;&atilde;o de Apoio a Crian&ccedil;a com C&acirc;ncer (AACC). <br />
<br />
O pedido de indeniza&ccedil;&atilde;o foi formulado por uma ex-empregada, que conseguiu o reconhecimento de v&iacute;nculo empregat&iacute;cio e verbas trabalhistas. O dumping social n&atilde;o est&aacute; previsto na legisla&ccedil;&atilde;o brasileira. Mas magistrados de alguns Estados, a partir de um enunciado da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Magistrados da Justi&ccedil;a do Trabalho (Anamatra) de 2007, t&ecirc;m imposto a empresas que reiteradamente desrespeitam normas b&aacute;sicas - como assinatura de carteira e pagamento de horas extras - pesadas multas, que chegam em alguns casos &agrave; casa dos milh&otilde;es. <br />
<br />
A Vale, por exemplo, foi condenada pela 1&ordf; Vara do Trabalho de Parauapebas (PA) em R$ 300 milh&otilde;es - R$ 200 milh&otilde;es de dumping social e R$ 100 milh&otilde;es de danos morais coletivos - por n&atilde;o computar as horas de deslocamento dos trabalhadores &agrave;s minas de Caraj&aacute;s. A senten&ccedil;a levou a companhia a celebrar recentemente um acordo com o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho. E em Minas Gerais, o Posto Avan&ccedil;ado ligado &agrave; Vara do Trabalho de Ituiutaba proferiu senten&ccedil;a contra o Grupo JBS-Friboi, mantida em segunda inst&acirc;ncia. Na decis&atilde;o, o frigor&iacute;fico, que j&aacute; recorreu ao TST, &eacute; obrigado a indenizar um ex-empregado.<br />
<br />
No caso julgado em S&atilde;o Paulo, a ju&iacute;za atendeu o pedido da trabalhadora por considerar a Chambertain &quot;contumaz em contratar empregados sem registrar o contrato de trabalho, submetendo-os a ades&otilde;es a cooperativas, abertura de empresas, mascarando a rela&ccedil;&atilde;o empregat&iacute;cia com o objetivo de fraudar e impedir a aplica&ccedil;&atilde;o do direito social laboral&quot;. Por meio de nota, a BHG informou que o processo &eacute; anterior &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o da Chambertin e que j&aacute; recorreu da decis&atilde;o. Para o advogado da trabalhadora, Wagner Luiz Verquietini, do Bonilha Advogados, as condena&ccedil;&otilde;es por dumping social t&ecirc;m um cunho pedag&oacute;gico e n&atilde;o apenas punitivo. &quot;A Justi&ccedil;a do Trabalho deve coibir o desrespeito &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o, que acaba dando vantagem econ&ocirc;mica ao infrator&quot;, diz.<br />
<br />
<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 24.08.2010</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 21:09:50 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Imposto menor elevam interesse por eólicas]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1971</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_bbb1cd2221fbf0716d6b56d2ab907bbd.jpeg' alt='Imposto menor elevam interesse por eólicas' />				<font face="Arial">
<p>Novatos e tradicionais geradores est&atilde;o entrando pesado nos investimentos em energia e&oacute;lica em busca dos retornos promissores, que chegam a ser quase o dobro do que alguns investimentos em hidrel&eacute;tricas. Mais de 300 projetos de energia e&oacute;lica, que somam cerca de 8,5 mil megawatts, est&atilde;o inscritos para os leil&otilde;es de fontes alternativas que acontecem nesta semana. A disputa deve ser acirrada n&atilde;o s&oacute; entre os empreendedores, mas tamb&eacute;m entre fornecedores internacionais de equipamentos, como a Wobben, que j&aacute; tem unidade no pa&iacute;s, e Alstom, Siemens e GE, que come&ccedil;am a erguer f&aacute;bricas no Brasil e disputam clientes com pol&iacute;ticas agressivas de pre&ccedil;os. <br />
<br />
A competi&ccedil;&atilde;o deste ano contar&aacute; com grandes geradores internacionais que ficaram de fora do leil&atilde;o do ano passado. &Eacute; o caso da Tractebel, empresa do grupo GDF Suez, e da Iberdrola, que fez associa&ccedil;&atilde;o com a Neoenergia para a disputa. Entre os novatos do setor, o apetite &eacute; por conta da Coomex e da Renova Energia, a primeira empresa de energias renov&aacute;veis a ter a&ccedil;&otilde;es cotadas na Bolsa de Valores e a maior vendedora de energia em 2009.<br />
<br />
A Renova vendeu no ano passado 13 parques com capacidade de gerar 270 MW de energia e&oacute;lica, onde vai investir mais de R$ 1 bilh&atilde;o. O retorno sobre o investimento desses parques chega a 16%, segundo estudo feito pela consultoria PSR , que consta do prospecto definitivo da oferta inicial de a&ccedil;&otilde;es que a companhia fez neste ano. &Eacute; quase o dobro do que &eacute; esperado com Belo Monte. E neste ano, os fornecedores baixaram os pre&ccedil;os, segundo o diretor financeiro da Renova, Roberto Honczar. <br />
<br />
A CPFL Energia, que tem ficado de fora dos grandes projetos hidrel&eacute;tricos, vendeu sete parques e&oacute;licos em 2009 e vai investir R$ 780 milh&otilde;es nos projetos que come&ccedil;aram a ser constru&iacute;dos neste ano. O presidente da empresa, Wilson Ferreira Junior, est&aacute; confiante em investir um montante parecido com os parques e&oacute;licos que est&atilde;o na disputa neste ano.<br />
<br />
A Tractebel &eacute; outra que ficou de fora de Belo Monte e est&aacute; em busca desses retornos. O presidente, Manoel Zaroni, conta que n&atilde;o participou no ano passado, porque no dia do leil&atilde;o ainda n&atilde;o tinha sido renovado o conv&ecirc;nio do Conselho Nacional de Pol&iacute;tica Fazend&aacute;ria, que assegurava isen&ccedil;&atilde;o de ICMS para opera&ccedil;&otilde;es com equipamentos destinados ao aproveitamento de energia e&oacute;lica. O conv&ecirc;nio foi renovado at&eacute; 2012 e por isso a Tractebel quer participar.<br />
<br />
Por outro lado, uma das maiores empresas de energias alternativas do mundo, a portuguesa EDP de novo est&aacute; fora do leil&atilde;o. Talvez pelo baixo fator de capacidade de seus projetos. Esse fator mede o percentual da capacidade instalada que de fato produz energia durante todo o ano. Quando esse fator est&aacute; acima de 40%, os projetos e&oacute;licos s&atilde;o considerados excelentes. Belo Monte, por exemplo, tem esses mesmos 40%, mas para hidrel&eacute;trica &eacute; um percentual baixo. Dos projetos cadastrados no leil&atilde;o deste ano, 263 tem fator maior que 40%. Cerca de 40 projetos t&ecirc;m capacidade superior a 50%. <br />
<br />
Como toda ind&uacute;stria novata, os riscos em torno desses investimentos ainda s&atilde;o elevados. Uma fonte de uma assessoria financeira que estrutura projetos para leil&otilde;es de energia conta que a medi&ccedil;&atilde;o dos ventos ainda &eacute; nova, tem apenas tr&ecirc;s anos no caso do Brasil. Isso pode significar que os c&aacute;lculos da energia assegurada, aquela que &eacute; de fato remunerada, podem ser refeitos no futuro. Muitos estrangeiros questionavam justamente este ponto no leil&atilde;o brasileiro, j&aacute; que na Europa e nos Estados Unidos os fatores de capacidade dos melhores projetos de capta&ccedil;&atilde;o de ventos n&atilde;o chegavam a 30%. <br />
<br />
Esse fator de risco pode tamb&eacute;m ser observado nas condi&ccedil;&otilde;es de financiamento do BNDES, que exige muito mais capital pr&oacute;prio dos investidores do que em projetos de hidrel&eacute;tricas. O governo at&eacute; colocou algumas vantagens, como por exemplo, um sistema de bandas que permite que em quatro anos a energia assegurada seja revista, sem multa para os empreendedores, se a produ&ccedil;&atilde;o for at&eacute; 10% menor. Mas essa regra s&oacute; valer&aacute; para o leil&atilde;o de energia de reserva, que acontece amanh&atilde;, explica o diretor executivo da ABEe&oacute;lica, Paulo Perrelli. Para a energia que ser&aacute; vendida no A-3, na quinta-feira - em que a energia &eacute; entregue em tr&ecirc;s anos - essa regra n&atilde;o &eacute; observada. A vantagem &eacute; que os empreendedores podem antecipar a gera&ccedil;&atilde;o e vender livremente o que produzirem a mais. <br />
<br />
Para este leil&atilde;o, a percep&ccedil;&atilde;o do presidente da Wobben, Pedro Vial, &eacute; que os empreendedores est&atilde;o arriscando mais e indo ao leil&atilde;o sem contratos pr&eacute;-fechados com os fornecedores. &quot;V&atilde;o tentar baixar pre&ccedil;o depois do leil&atilde;o&quot;, diz Vial. Isso hoje &eacute; poss&iacute;vel, porque mesmo a Wobben, instalada no Brasil h&aacute; 15 anos, ainda est&aacute; longe de ter capacidade tomada com os dois leil&otilde;es. E outras empresas que est&atilde;o s&oacute; agora se instalando, muito menos. &quot;Mas precisamos que o governo continue realizando leil&otilde;es nos pr&oacute;ximos anos&quot;, diz Vial.<br />
<br />
<br />
T&iacute;tulo original: <font face="Arial">Infraestrutura: Imposto menor e retorno maior elevam interesse por e&oacute;licas<br />
Mais de 300 projetos do setor disputam leil&atilde;o de fontes alternativas marcado para esta semana </font><br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 24.08.2010</p>
</font>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 21:07:20 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Imposto menor elevam interesse por eólicas]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1970</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_1b5b8bdd64da9565d0f062164e4a706b.jpeg' alt='Imposto menor elevam interesse por eólicas' />				<font face="Arial">
<p>Novatos e tradicionais geradores est&atilde;o entrando pesado nos investimentos em energia e&oacute;lica em busca dos retornos promissores, que chegam a ser quase o dobro do que alguns investimentos em hidrel&eacute;tricas. Mais de 300 projetos de energia e&oacute;lica, que somam cerca de 8,5 mil megawatts, est&atilde;o inscritos para os leil&otilde;es de fontes alternativas que acontecem nesta semana. A disputa deve ser acirrada n&atilde;o s&oacute; entre os empreendedores, mas tamb&eacute;m entre fornecedores internacionais de equipamentos, como a Wobben, que j&aacute; tem unidade no pa&iacute;s, e Alstom, Siemens e GE, que come&ccedil;am a erguer f&aacute;bricas no Brasil e disputam clientes com pol&iacute;ticas agressivas de pre&ccedil;os. <br />
<br />
A competi&ccedil;&atilde;o deste ano contar&aacute; com grandes geradores internacionais que ficaram de fora do leil&atilde;o do ano passado. &Eacute; o caso da Tractebel, empresa do grupo GDF Suez, e da Iberdrola, que fez associa&ccedil;&atilde;o com a Neoenergia para a disputa. Entre os novatos do setor, o apetite &eacute; por conta da Coomex e da Renova Energia, a primeira empresa de energias renov&aacute;veis a ter a&ccedil;&otilde;es cotadas na Bolsa de Valores e a maior vendedora de energia em 2009.<br />
<br />
A Renova vendeu no ano passado 13 parques com capacidade de gerar 270 MW de energia e&oacute;lica, onde vai investir mais de R$ 1 bilh&atilde;o. O retorno sobre o investimento desses parques chega a 16%, segundo estudo feito pela consultoria PSR , que consta do prospecto definitivo da oferta inicial de a&ccedil;&otilde;es que a companhia fez neste ano. &Eacute; quase o dobro do que &eacute; esperado com Belo Monte. E neste ano, os fornecedores baixaram os pre&ccedil;os, segundo o diretor financeiro da Renova, Roberto Honczar. <br />
<br />
A CPFL Energia, que tem ficado de fora dos grandes projetos hidrel&eacute;tricos, vendeu sete parques e&oacute;licos em 2009 e vai investir R$ 780 milh&otilde;es nos projetos que come&ccedil;aram a ser constru&iacute;dos ne
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 21:07:14 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Propriedade intelectual pode provocar disputas]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1969</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_2bd7a0929deb9b23ff4fef707c27c9b8.jpg' alt='Propriedade intelectual pode provocar disputas' />				<p><font face="Arial">S&Atilde;O PAULO - As negocia&ccedil;&otilde;es entre Estados Unidos, Uni&atilde;o Europeia, Jap&atilde;o, que acontecem de maneira confidencial e sigilosa, para definir os termos do tratado de propriedade intelectual Anti-Counterfeiting Trade Agreement, conhecido como ACTA, devem afetar a economia e o com&eacute;rcio exterior brasileiro de diversas formas. A afirma&ccedil;&atilde;o &eacute; de Igor Sim&otilde;es, advogado e agente da Propriedade Intelectual do Daniel Advogados.</font></p>
<p>Segundo ele, nenhum dos pa&iacute;ses do BRIC (Brasil, R&uacute;ssia, China e &Iacute;ndia) ou outros emergentes participam das negocia&ccedil;&otilde;es, mas especialistas em propriedade intelectual acreditam que as empresas dessas na&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais afetadas com as implica&ccedil;&otilde;es deste acordo.</p>
<p>&quot;O Brasil n&atilde;o foi chamado a participar desses debates, por isso n&atilde;o reconhece a legitimidade deste pacto. No entanto, isso n&atilde;o impedir&aacute; que os pa&iacute;ses signat&aacute;rios apliquem as regras apresentadas em seu territ&oacute;rio. Por exemplo, se uma empresa nacional importar um determinado produto, que n&atilde;o possua prote&ccedil;&atilde;o patent&aacute;ria no Brasil, mas que possua este privil&eacute;gio nos pa&iacute;ses signat&aacute;rios do acordo, a rota da importa&ccedil;&atilde;o deve ser muito bem avaliada, pois estes pa&iacute;ses ir&atilde;o apreender os produtos em seus portos ou aeroportos por infringirem direitos de terceiros&quot;, argumenta.</p>
<p>De acordo com representantes do governo japon&ecirc;s, a 10 &ordf; Rodada de negocia&ccedil;&otilde;es sobre o ACTA come&ccedil;a hoje e vai at&eacute; a pr&oacute;xima sexta-feira (20), nos Estados Unidos. Os participantes nas negocia&ccedil;&otilde;es incluem Austr&aacute;lia, Canad&aacute;, UE, Jap&atilde;o, Rep&uacute;blica da Coreia, M&eacute;xico, Nova Zel&acirc;ndia, Cingapura, Su&iacute;&ccedil;a e EUA.</p>
<p>&quot;O governo japon&ecirc;s quer conduzir as discuss&otilde;es com os pa&iacute;ses de forma mais ativa: temos o objetivo de concretizar o ato o quanto antes&quot;, afirmou uma fonte do governo, em entrevista ao jornal The Japan Times.</p>
<p>&quot;Esse acordo foi tratado at&eacute; 20 de abril como segredo de seguran&ccedil;a nacional. At&eacute; que a primeira minuta foi divulgada e o que se deduz dos vazamentos mostra que os acordo &eacute; muito mais impositivo, que prev&ecirc; uma s&eacute;rie de san&ccedil;&otilde;es aos produtos com prote&ccedil;&atilde;o de propriedade intelectual&quot;, frisa Sim&otilde;es.</p>
<p>Ainda de acordo com o representante da Daniel Advogados, o Brasil ser&aacute; for&ccedil;ado a aderir ao acordo em algum momento. &quot;Esse acordo n&atilde;o ser&aacute; fechado num futuro pr&oacute;ximo. Ser&aacute; uma moeda de troca. Esse acordo prev&ecirc; um sistema mais forte com rela&ccedil;&atilde;o a exig&ecirc;ncias e puni&ccedil;&otilde;es. Na vida do cidad&atilde;o, o ambiente da internet vai ficar mais restrito: c&oacute;pias de dados na internet ser&atilde;o proibidas&quot;, explica.</p>
<p>&quot;Um dos pontos do acordo &eacute; a revis&atilde;o das medidas de fronteira: se um produto importado n&atilde;o &eacute; objeto de patente, mas aporta nos pa&iacute;ses do acordo, a&iacute; o produto fica preso e sua viagem ser&aacute; interrompida. Ou seja, qualquer carga que venha para o Brasil ou saia do Brasil pode n&atilde;o ser entregue. Isso pode afetar o Brasil em cerca de 15% a 25% do seu com&eacute;rcio exterior&quot;, pontua Sim&otilde;es.</p>
<p>Ainda sem posi&ccedil;&atilde;o do governo brasileiro, os indianos declaram posi&ccedil;&atilde;o contr&aacute;ria &agrave; do acordo por terem sido exclu&iacute;dos das negocia&ccedil;&otilde;es. &quot;O Minist&eacute;rio do Com&eacute;rcio manifesta descontentamento com a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC), contra Uni&atilde;o Europeia (UE), Estados Unidos e Jap&atilde;o com rela&ccedil;&atilde;o ao acordo, em sigilo&quot;, aponta carta oficial do governo indiano. Em carta &agrave; OMC, os funcion&aacute;rios do Com&eacute;rcio indiano veem o acordo como uma iniciativa protecionista que visa a travar o crescimento do mundo em desenvolvimento no tocante a evolu&ccedil;&atilde;o e a distribui&ccedil;&atilde;o de propriedade intelectual.</p>
<p>Preocupa&ccedil;&otilde;es da &Iacute;ndia acerca das regras pouco firmes para justificar a apreens&atilde;o de mercadorias em tr&acirc;nsito -incluindo medicamentos gen&eacute;ricos farmac&ecirc;uticos- provavelmente ser&atilde;o um ponto importante no ACTA.</p>
<p>SGP</p>
<p>Os EUA amea&ccedil;aram tirar o Brasil do Sistema Geral de Prefer&ecirc;ncias (SGP) por conta da pirataria, mas logo entraram em acordo e n&atilde;o tiraram o Brasil; contudo, isto no futuro pode voltar a ser uma amea&ccedil;a.</p>
<p>&quot;A radicalidade &eacute; muito grande por parte dos Estados Unidos, mas isto n&atilde;o vir&aacute; a p&uacute;blico: dificilmente ser&aacute; dito que acaba a rela&ccedil;&atilde;o comercial, ou que o Brasil v&aacute; sair do SGP. O que vai ocorrer &eacute; uma press&atilde;o de grandes propor&ccedil;&otilde;es&quot;, conclui Sim&otilde;es.</p>
<p>Uma reuni&atilde;o entre Estados Unidos, Uni&atilde;o Europeia e Jap&atilde;o sobre propriedade intelectual deixou de fora os pa&iacute;ses emergentes, o que deve provocar discuss&otilde;es comerciais.<br />
<br />
Fonte: DCI<br />
<br />
T&iacute;tulo Original: <font face="Arial">Propriedade intelectual pode provocar disputas comerciais </font></p>
<font face="Arial">
<p><br />
</p>
</font>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 10:38:20 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Gol pode ser acionada por credores da Varig]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1968</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				<p><font face="Arial">Sem op&ccedil;&otilde;es diante da decreta&ccedil;&atilde;o da fal&ecirc;ncia da &quot;Varig velha&quot; (hoje Flex) na sexta-feira pela Justi&ccedil;a do Rio de Janeiro, os credores da empresa podem voltar novamente seus esfor&ccedil;os para a Gol Linhas A&eacute;reas - que adquiriu parte da companhia em 2007. Segundo representantes de credores, boa parte deles deve continuar a bater na tecla, perante o Judici&aacute;rio, da responsabilidade da Gol pelas d&iacute;vidas da Varig. A companhia teria adquirido praticamente a totalidade do neg&oacute;cio e n&atilde;o apenas uma unidade produtiva isolada, como prev&ecirc; a Lei de Fal&ecirc;ncias. &quot;Se h&aacute; consist&ecirc;ncia jur&iacute;dica ou n&atilde;o, &eacute; algo a se avaliar. Mas, com certeza, a Gol continuar&aacute; a sofrer dor de cabe&ccedil;a com os credores da Varig&quot;, afirma um advogado da &aacute;rea que prefere n&atilde;o se identificar. <br />
<br />
</font><font face="Arial">Ainda que o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha julgado no ano passado que n&atilde;o ocorre sucess&atilde;o de d&iacute;vidas trabalhistas na compra de ativos de empresas em recupera&ccedil;&atilde;o judicial ou em processo de fal&ecirc;ncia, especialistas da &aacute;rea afirmam que h&aacute; in&uacute;meros pontos e poss&iacute;veis irregularidades do processo de recupera&ccedil;&atilde;o da Flex que podem ser questionados, assim como a pr&oacute;pria aplica&ccedil;&atilde;o do julgamento do STF em casos concretos. &quot;A quebra da Varig significa que a discuss&atilde;o sobre a responsabilidade da Gol vai continuar e aumentar, pois as pessoas querem receber&quot;, afirma outro advogado.<br />
<br />
</font><font face="Arial">A fal&ecirc;ncia da Flex foi decretada na sexta-feira pela ju&iacute;za M&aacute;rcia Cunha de Carvalho, em exerc&iacute;cio na 1&ordf; Vara Empresarial do Rio, e de duas outras empresas do grupo: Rio Sul Linhas A&eacute;reas e Nordeste Linhas A&eacute;reas. Segundo a Justi&ccedil;a do Rio, a decis&atilde;o foi tomada em raz&atilde;o de pedido do pr&oacute;prio administrador e gestor judicial da companhia, que informou que as companhias em recupera&ccedil;&atilde;o judicial desde 2005 n&atilde;o teriam como quitar seus d&eacute;bitos. A Varig, primeira a pedir recupera&ccedil;&atilde;o judicial no pa&iacute;s, saiu do procedimento em setembro do ano passado, sem ter solucionado suas d&iacute;vidas, que no in&iacute;cio do processo correspondiam a cerca de R$ 7 bilh&otilde;es.<br />
<br />
</font><font face="Arial">A Funda&ccedil;&atilde;o Ruben Berta, dona de 87% dos pap&eacute;is da Flex, discute com seus advogados a possibilidade de contestar judicialmente a fal&ecirc;ncia. &quot;Foi um crime a destrui&ccedil;&atilde;o do maior patrim&ocirc;nio desse pa&iacute;s relacionado ao setor a&eacute;reo&quot;, afirma o presidente do conselho de curadores da entidade, Cesar Curi. Em 15 de dezembro de 2006, a Funda&ccedil;&atilde;o Ruben Berta foi afastada judicialmente do comando da empresa ao tentar retirar a companhia do processo de recupera&ccedil;&atilde;o judicial. <br />
<br />
</font><font face="Arial">No ano passado, quando foi decretado o fim da recupera&ccedil;&atilde;o judicial da Flex, a Funda&ccedil;&atilde;o Ruben Berta poderia ter retomado o comando da empresa, mas n&atilde;o o fez. &quot;N&atilde;o houve recupera&ccedil;&atilde;o judicial&quot;, justifica Curi. Ele afirma que a Gol, que comprou a &quot;parte boa&quot; da Varig, sem d&iacute;vidas, por US$ 320 milh&otilde;es em mar&ccedil;o de 2007, deveria ser responsabilizada pelo pagamento dos d&eacute;bitos aos credores. <br />
<br />
</font><font face="Arial">J&aacute; o advogado de acionistas minorit&aacute;rios da empresa, Fabr&iacute;cio Scalzilli, afirma que a fal&ecirc;ncia da Flex deveria ter sido decretada h&aacute; pelo menos dois anos. De acordo com ele, a demora da Justi&ccedil;a para tomar a medida elevou a d&iacute;vida da companhia para algo como R$ 10 bilh&otilde;es. &quot;Foi uma medida extremamente positiva. Agora, ser&atilde;o destravados os procedimentos para a venda de bens que possibilitem o pagamento aos credores&quot;, afirma ele, representante de acionistas que re&uacute;nem em torno de 10% do capital da antiga Varig.<br />
<br />
</font><font face="Arial">Scalzilli afirma que vai recorrer a um dispositivo da lei de recupera&ccedil;&atilde;o judicial para tentar obter mais recursos para os credores. Ele confirmar&aacute; o per&iacute;odo que a Justi&ccedil;a fixar&aacute; como termo legal da fal&ecirc;ncia. O advogado diz que se trata de um intervalo de tempo retroativo &agrave; decreta&ccedil;&atilde;o da fal&ecirc;ncia, com o objetivo de apurar atos ou neg&oacute;cios realizados durante a reestrutura&ccedil;&atilde;o da Flex que podem ser anulados, caso fique comprovado preju&iacute;zos aos credores. <br />
<br />
</font><font face="Arial">O presidente da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores em Avia&ccedil;&atilde;o Civil (Fentac), Celso Klafke, diz que n&atilde;o ficou surpreso. &quot;A fal&ecirc;ncia era mais do que esperada.&quot;<br />
<br />
</font><font face="Arial">A empresa a&eacute;rea regional Trip Linhas A&eacute;reas confirmou interesse em assumir a opera&ccedil;&atilde;o de r&aacute;dio da Flex de cinco aer&oacute;dromos, mas que a decis&atilde;o final s&oacute; ser&aacute; anunciada at&eacute; a pr&oacute;xima semana. &quot;No presente momento, a TRIP Linhas A&eacute;reas analisa o equil&iacute;brio econ&ocirc;mico e compatibilidade do neg&oacute;cio dentro de suas opera&ccedil;&otilde;es, que pode ocorrer tanto com a incorpora&ccedil;&atilde;o das esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio j&aacute; habilitadas, quanto por meio da solicita&ccedil;&atilde;o de esta&ccedil;&otilde;es pr&oacute;prias&quot;, afirma em nota. <br />
<br />
</font><font face="Arial">Procurada pelo Valor, a Gol informou que &quot;n&atilde;o tem v&iacute;nculo, liga&ccedil;&atilde;o societ&aacute;ria ou rela&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza com as empresas Via&ccedil;&atilde;o A&eacute;rea Rio-Grandense S.A. (Varig), a Rio-Sul Linhas A&eacute;reas S.A. ou a Nordeste Linhas A&eacute;reas S.A&quot;.<br />
<br />
<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - 23.08.2010</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 10:21:17 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[Para CNI, empregadores terão gasto de R$ 6 bilhões]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1967</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
				<p><font face="Arial">O novo ponto eletr&ocirc;nico &eacute; criticado por empres&aacute;rios e centrais sindicais, que pedem a revoga&ccedil;&atilde;o ou a suspens&atilde;o da Portaria n&ordm; 1.510 do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE). Em nota t&eacute;cnica, a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) divulga contas que mostram &quot;aumento de custos, desconforto para o trabalhador e retrocesso tecnol&oacute;gico, sem nenhuma contrapartida de melhoria das rela&ccedil;&otilde;es trabalhistas ou de diminui&ccedil;&atilde;o de fraudes&quot;. A entidade estima que com a aquisi&ccedil;&atilde;o de equipamentos e instala&ccedil;&atilde;o, as empresas do pa&iacute;s ter&atilde;o que desembolsar cerca de R$ 6 bilh&otilde;es.<br />
<br />
</font><font face="Arial">Os novos registros eletr&ocirc;nicos de ponto s&atilde;o comercializados com valores entre R$ 2,5 mil e R$ 5 mil. Para evitar preju&iacute;zos com grandes filas de trabalhadores na entradas e sa&iacute;das, os fabricantes estimam que o c&aacute;lculo deve ser de uma m&aacute;quina para cada 70 funcion&aacute;rios, de acordo com a CNI. Com isso, ser&aacute; necess&aacute;rio aproximadamente um milh&atilde;o de novos equipamentos - troca de 600 mil mais 400 mil nas empresas que utilizam sistemas computacionais para marcar o ponto. A entidade calcula que cada companhia ir&aacute; gastar cerca de R$ 6 mil, incluindo instala&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o de sistemas de recursos humanos.<br />
<br />
</font><font face="Arial">A CNI mostra ainda que cada trabalhador poder&aacute; gastar dez minutos na fila por dia para registrar o ponto. Ou 40 horas por ano. Os dez minutos s&atilde;o estimados considerando uma fila com 60 pessoas. O tempo para um empregado registrar, pegar o t&iacute;quete e sair &eacute; de, em m&eacute;dia, dez segundos, o que representa, ao fim, cinco minutos gastos na entrada e outros cinco na sa&iacute;da. <br />
<br />
</font><font face="Arial">Al&eacute;m disso, cada trabalhador, segundo a entidade, dever&aacute; guardar seus registros em peda&ccedil;os de papel de cinco cent&iacute;metros, que totalizam pelo menos 25 metros de papel por ano. Para a CNI, &quot;sem d&uacute;vida, a impress&atilde;o de comprovantes significa um consumo desnecess&aacute;rio de recursos como energia, papel e produtos qu&iacute;micos, que est&atilde;o na contram&atilde;o das tend&ecirc;ncias de racionalidade ambiental&quot;. Por esses motivos, a entidade entende que muitas empresas, especialmente as pequenas, ser&atilde;o desestimuladas a utilizar o registro eletr&ocirc;nico. (AR)<br />
<br />
<br />
T&iacute;tulo original: <font face="Arial">C&aacute;lculo da CNI mostra que empregadores ter&atilde;o gasto de R$ 6 bilh&otilde;es<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - </font><font face="Arial">20.08.2010</font></font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 19:53:27 -0300</pubDate>

          </item>
  
          <item>

            <title><![CDATA[As empresas e o ponto elettrônico]]></title>
            <link>http://www.escobaradvocacia.com.br/comentarios/comentarios.php?id=1966</link>

			<description>
	
				<![CDATA[
				<p>
<img src='http://www.escobaradvocacia.com.br/gwm/web/imagensPost/thumb_c49c8a5ab7c982872226e318b18e7caa.jpeg' alt='As empresas e o ponto elettrônico' />				<p><font face="Arial">O adiamento do prazo para a entrada em vigor do novo ponto eletr&ocirc;nico n&atilde;o deve reduzir o n&uacute;mero de demandas na Justi&ccedil;a. Mas derruba um dos argumentos apresentados nos processos: a falta de equipamentos no mercado para as mais de 700 mil empresas que devem seguir a Portaria n&ordm; 1.510, de 2009. O problema levou o Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE) a alterar a data para o in&iacute;cio de vig&ecirc;ncia da norma, que passou do pr&oacute;ximo dia 26 para 1&ordm; de mar&ccedil;o de 2011.<br />
<br />
</font><font face="Arial">A nova data est&aacute; na Portaria n&ordm; 1.987, publicada ontem no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o. A partir de 1&ordm; de mar&ccedil;o, as empresas ter&atilde;o ainda mais 90 dias para se adequar &agrave; norma. As mudan&ccedil;as no ponto eletr&ocirc;nico, que obrigar&atilde;o os empregadores a adquirir novas m&aacute;quinas, t&ecirc;m por objetivo evitar fraudes no controle da jornada de trabalho, segundo o minist&eacute;rio. O novo rel&oacute;gio emitir&aacute; comprovantes em papel em todas as entradas e sa&iacute;das dos trabalhadores, que podem servir de provas em futuras a&ccedil;&otilde;es judiciais. O equipamento deve conter ainda uma esp&eacute;cie de &quot;caixa preta&quot; para o registro de toda a movimenta&ccedil;&atilde;o de empregados, sem que haja - pelo menos em tese - a possibilidade de altera&ccedil;&atilde;o. A m&aacute;quina tamb&eacute;m deve conter uma entrada USB para que o fiscal do trabalho tenha acesso &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es.<br />
<br />
</font><font face="Arial">As mudan&ccedil;as levaram diversas empresas e entidades de classe &agrave; Justi&ccedil;a. Nas a&ccedil;&otilde;es, argumentam que a Portaria 1.510, de 26 de agosto de 2009, seria inconstitucional por estabelecer requisitos formais de validade para o registro eletr&ocirc;nico que n&atilde;o est&atilde;o previstos em lei. H&aacute; liminares concedidas em diversos Estados, que adiam temporariamente a entrada em vigor da norma ou impedem sua aplica&ccedil;&atilde;o. O Sindicato dos Lojistas (Sindilojas) de Porto Alegre, que congrega aproximadamente 16 mil estabelecimentos, obteve decis&atilde;o que s&oacute; obriga a ado&ccedil;&atilde;o do novo ponto eletr&ocirc;nico a partir de 28 de junho de 2011. Para o juiz da 23&ordf; Vara do Trabalho de Porto Alegre, as empresas n&atilde;o tiveram o prazo de um ano estipulado pela norma para adquirir o novo rel&oacute;gio.<br />
<br />
</font><font face="Arial">No Paran&aacute; e no Esp&iacute;rito Santo, as federa&ccedil;&otilde;es das ind&uacute;strias tamb&eacute;m conseguiram liminares contra a norma. No caso paranaense, o prazo passa para 12 de mar&ccedil;o de 2011. E &eacute; ainda maior para as micro e pequenas empresas, que ter&atilde;o at&eacute; 12 de mar&ccedil;o de 2012 para se adequar &agrave; portaria. J&aacute; a decis&atilde;o capixaba n&atilde;o estabeleceu uma nova data para as empresas filiadas &agrave; entidade. <br />
<br />
</font><font face="Arial">No Rio Grande do Sul, no entanto, o Sindicato das Empresas de Servi&ccedil;os Cont&aacute;beis (Sescon-RS) teve pedido negado em primeira inst&acirc;ncia. O juiz entendeu que, como a norma ainda n&atilde;o estava em vigor e as empresas n&atilde;o foram autuadas, n&atilde;o haveria porque conceder a medida.<br />
<br />
</font><font face="Arial">Para o advogado do Sindilojas e do Sescon-RS, Luiz Fernando Moreira, s&oacute;cio do Fl&aacute;vio Obino Filho Advogados, a prorroga&ccedil;&atilde;o de prazo n&atilde;o prejudica a tese principal das a&ccedil;&otilde;es, que &eacute; tentar derrubar a nova exig&ecirc;ncia pelo princ&iacute;pio da legalidade. Segundo ele, o Minist&eacute;rio do Trabalho extrapolou seu poder de regulamentar ao editar essa portaria, que criou obriga&ccedil;&otilde;es n&atilde;o previstas em lei. Isso porque, a Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT) apenas obriga as empresas com mais de dez empregados por estabelecimento a registrar respectivos hor&aacute;rios de trabalho, seja de forma manual, mec&acirc;nica ou eletr&ocirc;nica. &quot;A concess&atilde;o de um novo prazo &eacute; apenas um paliativo e n&atilde;o &eacute; motivo para desist&ecirc;ncia das a&ccedil;&otilde;es&quot;, afirma. <br />
<br />
</font><font face="Arial">O advogado afirma ter entrado com mais duas a&ccedil;&otilde;es. Uma delas re&uacute;ne oito sindicatos varejistas de Porto Alegre. A outra &eacute; do Sindicato do Com&eacute;rcio Varejista de G&ecirc;neros Aliment&iacute;cios do Estado do Rio Grande do Sul. J&aacute; o advogado Marcelo Ricardo Gr&uuml;nwald, do Gr&uuml;nwald e Giraudeau Advogados Associados, que obteve liminar que favorece a CBS Companhia Brasileira de Sand&aacute;lias - conhecida como Dup&eacute; - diz que pretende prosseguir com as cerca de 40 a&ccedil;&otilde;es judiciais que entrou nas &uacute;ltimas semanas. &quot; A ideia &eacute; derrubar a exig&ecirc;ncia do novo ponto eletr&ocirc;nico&quot;, afirma. Na liminar que beneficia a CBS, o juiz Ibrahim Filho, da Vara do Trabalho de Carpina (PE), entendeu que a portaria extrapolou todos os limites da lei que trata do tema.<br />
<br />
<br />
T&iacute;tulo original: Empresas devem continuar a questionar o ponto eletr&ocirc;nico<br />
</font><font face="Arial">Trabalhista: Adiamento do prazo n&atilde;o atrapalha andamento de a&ccedil;&otilde;es contra as mudan&ccedil;as<br />
Fonte: Valor Econ&ocirc;mico - </font><font face="Arial">20.08.2010</font></p>
				<br><br>
]]> 
				
  			</description>
			<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 19:47:27 -0300</pubDate>

          </item>

      </channel>

</rss>
